[Resenha] O Plano é o amor – Neiva Meriele

Resenha 2

Sabe quando você conhece alguém e sente aquela aura pesada? Como se só a presença dela já sugasse toda a felicidade e energia do local? Assim é Neli. Ela é irritante, provocadora e parece ter como objetivo principal infernizar a vida de Giovana. E para deixar tudo mais lindo, a Giovana é obrigada a morar com Neli, já que ela é a tia (mãe de consideração) de seu marido.

neiva meriele

Bem, “O plano é o amor” tem uma pegada religiosa MUITO maior do que eu imaginei. E no início achei meio preocupante, porque tem alguns livros que tentam colocar coisas sobre fé e acabam ficando forçados, principalmente para mim que não sou muito religiosa. Felizmente, esse livro conseguiu manter o equilíbrio, mesmo tendo muita citação bíblica e visões e tudo mais.

O livro me conquistou na diagramação simples e bonita, com as folhas amareladas e letras com um tamanho ótimo. A leitura flui e apesar do conteúdo é bem leve. Eu li o livro em menos de quatro horas, literalmente em uma sentada.

Apesar de na capa ter um casal, nem de longe o foco da estória é o casal (pelo menos para mim não foi), e eu senti que a coisa realmente começou a rolar quando o romance saiu de cena. Gostei do casal? Gostei. Mas eu tive a impressão de que quando o marido estava em cena a Giovana se transformava em uma pessoa submissa, sem voz, sem vontade e sem atitude. E mulheres assim me irritam.

Ou seja, no começo do livro eu queria pegar a Giovana e sacudir. Ela acordava praticamente meio dia, todos os dias e tudo que ela fazia era cuidar da casa. Não estou falando mal de donas de casa, porque sei que arrumar a casa é trabalhoso, mas a Giovana, mesmo quando a casa já estava arrumada, não fazia mais nada, não queria fazer mais nada. Sei lá, senti uma falta de ambição dela. Então Neli falava alguma coisa contra ela e a Giovana simplesmente abaixava a cabeça, até mesmo quando tinha razão. E aceitava o marido ser mandado pela tia e viver na barra da saia dela.

Nossa, a Giovana me deixou muito irritada no início do livro. Mas então, o marido saiu de cena e, céus, tudo mudou da água para o vinho. Sem ter alguém para “cuidar” dela, nossa protagonista teve que tomar tino pra vida. E achei bem legal o desenvolvimento da relação dela com Neli.

O livro é uma prova de como algumas vezes, acontecimentos da vida podem partir nosso coração de uma forma bem dolorosa e que muitas vezes essa dor se transforma em rancor, influenciando em tudo que ainda virá. Mas o problema do rancor é que ele facilmente se instala, mas precisa de um trabalho para que ele vá embora. E é disso que fala essa estória, de como Giovana leva como sua missão fazer Neli se transformar em uma pessoa melhor.

Aprendemos sobre amor ao próximo, sobre como tudo que as pessoas querem é serem amadas, independente de qualquer coisa. Aprendemos ainda como tudo tem seu tempo e como desesperar não funciona nenhum pouco. E aprendemos sobre fé também. E como eu já tinha dito, gostei da forma como a fé foi abordada no livro, de forma simples, como sendo nada mais que sinônimo de amor.

Gostei do livro, super rapidinho e leve. Recomendo para aquelas tardes de domingo que a gente sempre procura alguma coisa para distrair.

E ai, já leram o livro? Gostaram?

Beijos!

Laury

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[Resenha] Sugar – Vanessa de Cássia

Resenha 2

Sabe quando você fica até constrangida do quanto que se identifica com a personagem? Pois então, eu tive esse “probleminha” com Sugar. Afinal, Flora tem apenas um pouco mais de idade que eu, gosta de livros, adora inglês (ela é até professora) e tem um problema sério com homens (que mulher não anda tendo, né?). Quando eu conheci Flora, eu pensei “Céus, precisamos ser melhores amigas!”. Já imaginava nós duas sentadas na mesa e batendo papo e fofocando.

sugar

Mas vamos focar no livro, porque Sugar, mesmo sendo um livro hot, é leve e divertido como sua protagonista. Eu li o livro no mesmo dia que recebi e em pouquíssimas horas (menos de quatro). É um hot com estória (mas nada muito complexo), palavrões (adoro!), inglês, um título que combina (super), referências literárias, uma pitada de açúcar e uma pitada de pimenta.

Adorei o fato de fugir do clichê erótico: homem bilionário e empresário de sucesso + mulher bobinha e sem sal. O nosso homem da situação é bem sucedido na sua área (mas nada fora do normal) e o mais importante: bem seguro de si. Já nossa garota é um equilíbrio (quase) perfeito. Ela é insegura no início e em alguns pontos, mas com o andar da carruagem ela ganha auto estima e confiança e fica toda audaciosa, nada de mocinha mosca morta (escutei um aleluia?).

Eu só coloco o quase no equilíbrio da mocinha em razão das vezes que eu quis bater nela, porque céus, a Flora fala DE MAIS! Principalmente naqueles momentos que ela precisava ficar calada. Sabe aqueles momentos que o Universo te dá aquele presente e você só tem que aceitar? Pois então, a Flora insiste em tentar descobrir por que o Universo está dando aquele presente a ela. Amiguinha, tcho te contar uma coisa: você não pergunta! Você não questiona! Você não tenta entender! Você pega o presente do Universo, agarra ele e sai corrento pra ninguém tomar. Só isso. Hahaha

Pois bem, pois bem. Essa resenha está sem pé nem cabeça, né? Desculpe, mas o importante é vocês estarem acompanhando e entendendo as opiniões. Ou seja, curti a Flora. Curti o Paulo. Curti o livro. Adorei as cenas com o perfeito equilíbrio entre quentes e divertidas e engraçadas de mais. Ah, e adorei também o fato de mesmo o Paulo ensinando meio mundo de coisas para a Flora, isso não fazer com que ela se tornasse submissa dele (outro aleluia).

A única coisa que não gostei no livro foi o fato de Flora ter lido Cinquenta tons e gostado, MAS isso é um comentário TOTALMENTE pessoal de uma pessoa que tem urticária daquele livro.

Agora (já que isso não tem nenhuma ordem mais), preciso fazer um comentário geral da vida com o livro. Esses dias estava indo para o trabalho e escutando o rádio onde estava rolando uma entrevista com uma mulher que foi prostituta por uns anos e agora dá dicas de relacionamento (visitei o site dela e achei super bacana, diga-se de passagem). E nessa entrevista ela disse uma coisa SUPER interessante que sempre comentei na vida e que foi bem exemplificada no livro: o problema sério que homem tem de só dar valor nas coisas quando perde. Na entrevista a mulher falou sobre nunca mostrar que está totalmente caída pelo cara, que você está completamente conquistada e essas coisas. Rolou a maior confusão no momento, com os caras falando que não era bem assim e tudo mais, mas… será que não?

(Momento discutindo relacionamentos Hahaha)

No livro, Paulo faz uma leve merda pisa na bola e Flora fica arrasada, mas ela resolve mostrar pra ele que está ótima (mesmo que esteja morrendo por dentro, claro). E sério, é tão impressionante o efeito disso, que se não fosse tão verdadeiro, seria cômico. São livros como esse que me fazem pensar em quem foi a pessoa que criou “as regras dos relacionamentos”. E indiretamente (ou não) o livro fala um pouco disso também.

Junto com todas as outras coisas, Sugar também fala da dúvida “Isso é sério ou isso foi só casual?”, “Estamos juntos ou não estamos?”, “Qual o limite que não pode ser atravessado?”. As velhas “regras” dos relacionamentos, sabem? E Flora se encaixa perfeitamente nesse mundo moderno onde tudo tem cara de não ser sério, onde todo mundo quer parecer casual, mas onde na verdade, ninguém sabe realmente o que quer e o que está acontecendo e que por causa das “regras dos relacionamentos” ninguém realmente conversa.

Todos os problemas do relacionamento de Flora poderiam ter sido resolvidos com uma conversa, assim como a maioria dos relacionamentos de verdade, no entanto, assim como na vida real, no livro, as pessoas escolhem se machucar e levar o sentimento e a mente a loucura até tudo se resolver (ou não), a se sentarem e conversarem. Pessoas falam sobre sexo com mais naturalidade do que falam sobre relacionamento. E isso é pavoroso. Ao mesmo tempo que é bem real e atual.

Ok, chega do momento “discutindo relacionamentos”.

Recomendo Sugar para aqueles momentos que você está “Céus, o que eu faço da minha vida pelo amor de Deus?”. Porque aí você vai conhecer uma pessoa tão perdida quanto você e que fala quando deveria ficar calada, mas que vai lhe ensinar um pouquinho de inglês e vai te fazer rir com suas loucuras. Flora te fará parar de pensar e você vai respirar livremente por umas horinhas. 😉 Fora que: você terá o prazer de conhecer dois caras gostosíssimos e morrer de inveja para o todo sempre.

É isso, seus lindos! Já leram? Gostaram?

Beijos!

Laury

[Resenha] Renascer de um Outono – Samanta Holtz

Resenha

Olá! Como vão?

Quem aqui nunca ouviu falar da nossa parceira Samanta Holtz? Ela passou a ser conhecida por mim como a assassina de corações, porque em O Pássaro ela me fez chorar como se não houvesse amanhã. Mas dessa vez, felizmente, não houve lágrimas desesperadoras. Pelo menos para mim, claro, porque algumas meninas discordam. Por quê? Porque o que fez elas chorarem, me fez comemorar. Muahahaha! 😀

Renascer de um Outono

Quem acompanha o blog há um tempo sabe como eu não aceite bem o final de O Pássaro e devo dizer que fiquei com um certo medo de todos os outros livros da Samanta por causa disso. Porque não queria chorar daquela forma e nem ameaçar a Sam de morte (de novo). Bem, como ando preguiçosa, entre Quer ser Beth Levitt e Renascer de um Outono, eu escolhi Renascer.

Só digo uma coisa: não façam como eu! As letras de Renascer são menores. haha

Mas vamos ao que interessa, o livro conta a estória de Anna, que após a morte da mãe se muda para outra cidade para tentar ganhar a vida. Ou seja, fazer a faculdade que tanto quer, viver sozinha… Ser independente. Só que as coisas não dão muito certo e ela acaba não passando no vestibular e tendo que ir trabalhar de garçonete e viver em um apartamento com donos insuportáveis.

Só que tudo pode piorar e piora. Ela é demitida e tem que procurar outro emprego. Mas o que era para ser o fim do caminho, acaba se transformando em uma janela que se abriu quando a porta foi fechada. Anna se transforma na baba de uma garotinha de sete anos, a Lauren, e conhece o tio dela (Ricardo) que é um amorzinho de pessoa e que se vira em dois para cuidar da sobrinha órfã.

Bem, o que eu tenho para dizer sobre Renascer? Não sei bem, talvez porque eu tenha esperado ficar muito surpresa e revoltada com o final, mas a verdade é que não fiquei. Sei de muita gente que ficou, mas eu torci tanto para esse final, mais tanto, que por mais que ele fosse meio triste, para mim foi super alegre.

Uma coisa que achei legal no livro é a história por trás dele, ou seja, foi o primeiro livro que a Samanta escreveu, mesmo sendo o terceiro a ser publicado. E como ela mesmo diz no início do livro: há um pouco da antiga ela e da nova. A decisão de manter o nomes dos lugares e pessoas mostra bem isso, e falo como escritora. Porque crescemos acostumadas a livros internacionais e quando vamos escrever, o natural parece ser escrever nesses moldes, por assim dizer. Nomes estrangeiros para cidades e personagens, mesmo que essas cidades realmente não existam.

O livro foi sim uma mistura da antiga Samanta (a estória em si e principalmente a Anna e suas inseguranças e incertezas) e da nova (a forma de escrita e estrutura, como tudo se encaixou no final, até aquelas coisa que quando eu lia, eu me perguntava porque elas estavam ali e pra quê).

Preciso dizer que não fui muito fã da Anna, desde o início. Ela teve meu respeito por ter a decisão de sair de casa e se virar, mas não me deixou muito feliz por estagnar quando as coisas não saíram como planejado. E ela definitivamente não ganhou o meu amor devido ao seu amor platônico (um menino com quem ela tinha estudado, achava maravilhoso, mas que nunca tinha trocado uma palavra).

Posso até considerar normal o fato de você ter um amor platônico na adolescência, mas quando ela deixava de viver o agora dela por causa disso, ela me tirava do sério. E eu não gostei do John. É isso.

O John é perfeito. É gentil, é educado, é engraçado, é romântico, tem um futuro promissor… Mas eu e ele não tivemos química. E me senti bem cruel por a cada página virada desejar que um carro viesse e matasse ele para que meu casal favorito pudesse existir. Porque sim, eu tinha um casal favorito.

E esse casal era Anna e Ricardo.

Ricardo é o tio de Lauren (ela terá um espaço especial aqui, calma). Ele é altamente divertido e brincalhão, ao mesmo tempo em que é sério e comprometido com a vida. Ele tem um passado doloroso e aceitou criar a sobrinha de braços abertos. Sabe o antigo garanhão do colégio? É ele, depois de muitos tombos. E ele escolhe tão mal… Tive vontade de enfiar a mão no livro, tirar ele pra fora e bater. E depois abraçar. E falar que ia dar tudo certo, que ele só precisava deixar de ser tão cego.

A cada palavra eu torcia para que ele e Anna ficassem juntos.

Eu amei a Lauren. Primeiro pelo nome parecido com o meu e segundo porque sim. Eu ficava bastante irritada quando Anna não conseguia entender a menina. Porque para mim era bem óbvio o que estava acontecendo. Uma coisa que me deixou bem chateada foi que com o desenrolar do livro e o fato de Anna ter “ajeitado” um pouco sua vida, Lauren foi ficando em segundo plano. E tudo que a menina queria era alguém para estar ali com ela e não virar as costas quando ela mais precisasse, que era o que todo mundo fazia. Todos iam embora e a deixavam.

Quando Anna foi passear e não assistiu à primeira aula de balé de Lauren… Meu Deus! Eu queria socar a Anna! Como ela queria ter progresso se ela não colaborava?

Mas tudo bem, eu supero. Dessa vez eu não derramei lágrimas. Enquanto as pessoas choravam, minha mente doentia comemorava, então foi tudo bem com esse livro. No entanto, se você for emocional, deixe um lencinho no canto só pra garantir.

Eu gostei do final e fiquei satisfeita, o que por si só já é um fato grandioso por se tratar da Samanta. Não precisei de meses para pelo menos aceitar o final (para dizer a verdade até hoje não superei o final de O Pássaro). Mas talvez eu tenha esperado um pouco mais dele. Na verdade, um pouco mais de Anna. Tive a impressão de que ela não quis aquilo como um desejo, mas como uma aceitação, uma resignação para a sua história. Como se aquilo fosse o certo para ela e pronto. Senti falta da paixão dela, enquanto a dele parecia transbordar das páginas.

Bem, eu recomendo o livro. E se você ficou curioso para saber quem é o ele do final, vai ter que ler para descobrir. Se você gosta de amores platônicos, reserve lencinhos, se não, aguarde risadas maléficas (como as minhas).

Personagem preferido da vez: Ric (sem sombra de dúvidas).

E aí, já leram? O que acharam?

Beijos!

Laury

[Resenha] Um Gesto de Amor — Tony Ferr

Resenha

Olá! Como vão?

A verdade é que terminei o livro sem saber o que dizer muito bem dele. Acho que quem já me conhece um pouco ou acompanha as resenhas do blog, sabe que essa situação acontece quando eu odeio algum personagem. Principalmente quando eles são os principais. E bem, esse foi o caso. E claro que ela tinha quer ter um nome que gosto, só para a coisa ficar mais legal e eu achar que ela estragou um nome que amo.

Um Gesto de Amor

Mas enfim, eu lhes apresento: Elizabete. Mais conhecida como Liza. O que dizer sobre ela? O principal: ela adora que sintam pena dela. Nas primeiras páginas, assim que ela aparece, você realmente pensa “Nossa, coitada”, mas depois esse pensamento desaparece. Porque sim, a mulher é uma mãe solteira que precisa trabalhar, mas e aí?

A maior parte das crianças hoje em dia foram criadas por mães solteiras que tinham que trabalhar muito para colocar comida em casa. Essa é a realidade do nosso mundo. Mas ao contrário de muitas mães, Liza tem uma casa, um carro e um bom emprego. Diga-se de passagem, ela é editora chefe e trabalha meio período. A razão do seu chororô? Ela não passa tanto tempo assim com o filho.

De verdade, eu não sei como ela poderia passar mais tempo com o filho. E em uma breve observação, eu percebi que o tempo que ela passa com o filho, ela não consegue fazer bom proveito dele. Ela se dispersa em pensamentos, pensa na tristeza que é sua vida e pronto, acabou o dia. Ela tem um sério problema de gerenciamento do tempo. Eu definitivamente não a contrataria para trabalhar comigo.

Mas bem, para balancear a Liza, ao menos tempos a Sofia. Porque temos que ter uma mulher sensata perto da Liza pra ela não acabar com a coisa toda, porque ela cria tanto empecilho na vida dela, que eu fico impressionada. É uma mulher adulta que parece ter uns quinze anos.

Ela é uma mãe super-protetora algumas vezes e outras bem alheia (como o fato de não querer conhecer o professor do filho ou colocar as crises amorosas dela acima do bem estar e educação dele), além de não parecer dar muita moral para a família, que ela não visita por falta de tempo. Percebe como a falta de tempo dela é desculpa pra tudo? Só que ela só tem um filho e um trabalho de meio período. Mais nada, e o filho nem trabalho dá para ter essa desculpa.

Enfim, o livro conta a vida de Liza e seu filho. Como ela tenta seguir a vida sendo uma mãe viúva. Não vemos muito do marido que morreu, mas vemos todo o drama da Liza não querendo arrumar um namorado porque acha que o cara não vai gostar do filho dela. Mas quando ela acha um cara que gosta do filho dela, ela consegue achar uma desculpa super esfarrapada para se afastar dele. Liza, amiga, vamos colaborar, ok? E te digo uma coisa, o cara só gostou do filho dela, porque conheceu o menino antes de conhecer ela. Porque o filho é um amor de pessoa, mas ela não.

E se eu fosse um cara, eu também não conseguiria gostar muito do filho dela se conhecesse a Liza primeiro. Por quê? Porque a Liza usa o filho de desculpa para tudo. Para não sair de casa, para não ter uma vida. Sendo que o filho dela não tem culpa de nada, ela que não quer viver ou sair de casa. Mas quando você não conhece o menino, você realmente acha que ele é quem atrapalha tanto a vida dela e meio que pega uma raiva dele mesmo sem querer. Mas repetindo: a culpa é de Liza.

Mas vamos parar de falar sobre ela, porque eu poderia ficar dias falando dela. Vamos falar do André. André é um caso sério. Ele é bonito, gosta de criança, é bem sucedido, é legal e altruísta. Tudo bem ok, só que falta nele uma fibra de homem, aquela coisa de enfrentar as coisas de frente e lutar pelo que se quer. Ele tem vinte e oito anos e acha uma coisa triste ainda não ter se casado (mas não procura nenhuma mulher também), literalmente foge quando a coisa não dá certo, se afasta quando algo fica grandioso de mais (passou a própria empresa para o amigo administrar porque ela se tornou famosa) e não luta pela mulher que diz amar, porque acha que se for para ser, vai ser?! Desculpa, mas no mundo de hoje, se você não corre atrás, nada será.

Ok, Liza é totalmente fora da realidade e o André só tem um pé no chão. Meus personagens favoritos foram a Sophia (a melhor amiga realista) e o Fernando. O Fernando é o cara mais nojento da eternidade, mas ele ficou como meu favorito porque ele é bem sincero sobre quem ele é. Sempre deixou bem claro que a Liza não significava mais que um pedaço de carne pra ele e ela foi a única que não percebeu isso. Se ela se decepcionou foi porque quis. Então não vou ficar com raiva dele por causa disso. Ele nunca prestou e deixou isso bem claro com todas as suas atitudes, ela que insistia de chamá-lo de melhor amigo, com a desculpa de que ele tinha “lábia”.

A Liza é uma mulher de dois séculos atrás jogada no mundo de hoje. Essa é minha única explicação para a mente fechada e atrasada dela. Não sei como ela e Sofia se tornaram amigas. Porque a Liza é a única pessoa que consegue criar na sua cabeça um triangulo amoroso que nunca existiu. De um lado um cara legal que gosta do filho dela, mas que ela conhece faz pouco tempo e do outro um babaca que ela conhece há cinco anos, mas de quem ela nunca gostou. Qual a dificuldade na escolha?

Eu quis matar essa mulher tantas vezes que nem consigo contar.

Mas chega de Liza. Chega! Vou tentar me concentrar no resto. Juro.

Bem, apesar da Liza, eu achei o livro bacana, rapidinho de ler e tal. Li em uma tarde. Encontrei alguns erros gramaticais, mas lembro de que quando ele foi lançado foi explicado que houve um erro na revisão, então deixei passar. Apesar de tudo, o livro fala das dificuldades de uma doença que infelizmente está se tornando cada vez mais comum e usual, além de ser bem difícil de tratar e se chegar em uma cura.

E como o próprio título diz, fala sobre o poder de um gesto de amor. Que com uma coisinha dita besta, você pode salvar a vida de alguém. E é esse o momento que eu aproveito para dizer que é muito importante doar sangue (não dói nada) e se cadastrar como doador de medula óssea (você pode fazer isso quando for doar sangue).

É isso. Já leram? O que acharam?

Beijos!

Laury

[Divulgação] Babi Barreto apresenta novas capas

Olá, povo bonito! Como vão?

Esse mês não está simplesmente maravilhoso? Preciso nem dizer que março está me fazendo trabalhar muito aqui no blog. Muito livro para ler, muita resenha para fazer, mil coisas para colocar em dia e novos parceiros lindos ao nosso lado (além dos antigos, claro, que também são amorzinho). Mas tudo vale a pena e até o final do ano tudo vai estar redondinho e eu já acostumada com a nova rotina de trabalho.

Agora chega de bater papo. Lembram da Babi? Ela é parceira do blog e falei sobre ela aqui. Pois então, ela vai lançar livro novo. Exatamente. Não é lindo? Esses livros já tinham capa, mas como a estória deu uma mudada, ela resolveu mudar a capa também. E olha como elas ficaram lindas:

Magia do Sorriso e por seu amor Babi Barreto

Babi anda arrasando nas novas capas. Mas que tal conhecer um pouco mais sobre os livros?

Magia do Sorriso: Pode a vida determinar o seu caminho antes mesmo de nascer? Ester Públio descobriu isso da pior maneira. Fruto de uma violência sexual, veio a esse mundo marcada pela tragédia e por uma maldição: encantar as pessoas com um mero sorriso. O que parecia ser uma grande ajuda torna-se um fardo pesado. Embora considerada a maior modelo internacional, sua carreira não substituía o vazio de sentimentos. Existiria no mundo, alguém imune aos seus encantamentos? E se surgisse um homem que poderia preencher o vazio de seu coração? Uma explosão de sentimentos finalmente poderia acontecer, se não fosse essa história regada de inveja e maquinações. Os inimigos estão à espreita, e a Magia desse amor deverá transpor todas as barreiras do passado. Será ele forte o suficiente para sobrepor inclusive uma artimanha do destino? Leia essa história que usa da fantasia para tratar de um tema que é importante para todos nós: aprofundar nos relacionamentos na vida e desistir do que é superficial. Descobrir que encantamento pode significar a paixão, jamais o amor!

Leia o livro no Wattpad.

Por seu amor: Existem amores que superam as marcas das dores, e o poder do tempo! Guilherme Duarte passou pelo sofrimento, perda e vazio. Mas nada o prepararia para o poder de um olhar. Uma doce garota, que não o vê como nada mais que amigo, poderia tirá-lo da amargura da vida. Quando tudo está pronto para deixar esse amor florescer, uma artimanha da vida os coloca novamente em caminhos separados. Tudo que Guilherme queria era o amor de Karine. Agora, tudo que ele pretende é domar esse sentimento e superar. O amor poderá ser domado? Quando o seu coração lhe diz ser aquela a dona do seu destino você conseguirá resistir? E por seu amor, o que ele faria?

E então, curiosos? Pois saibam que já, já Magia do Sorriso ganha data de lançamento.

É isso, pessoas bonitas. Mais livros para a lista de desejo.

Beijos!

Laury

[Divulgação] Contos de Amor e Crime por Alessandra Carvalho

Olá! Como vão?

Em fevereiro a Editora Os Dez Melhores lançou o livro Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento, do escritor Afobório. Para promover o livro, a Editora está divulgando a resenha feita pela Alessandra Carvalho, que conta um pouquinho sobre o livro e sobre o autor. Bora conferir?

Contos de Amor e Crime - Um Romance Violento

O romance escrito pelo autor Afobório ganha destaque por uma série de motivos. O livro é parte integrante do Projeto Balaclava, uma ação criada pelo próprio escritor e que o aproxima do leitor, disseminando o gosto pela leitura e o amor pela escrita. O Projeto Balaclava prima pelo extermínio do preconceito, e busca promover uma melhor convivência entre as pessoas, erradicando a violência das ruas. O público-alvo são os jovens das escolas públicas de Carazinho/RS, cida-de onde vive o autor, mas que inegavelmente atinge toda a comunidade.

Afobório já é conhecido por seus trabalhos sociais que envolvem literatura e pessoas. E a Editora Os Dez Melhores não poderia ficar de fora de um projeto tão diferenciado como este. Um conceito que privilegia ação e resultado, pois atua on-de realmente é preciso: entre a garotada, cara a cara.

Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento é um livro tão polêmico como a balaclava que isola o rosto do autor:

– Não importa se sou bonito, feio, qual é a minha cor, onde eu moro, quanto eu ganho. O que importa é o que eu faço, e não o que pensam de mim – afirma Afo-bório, que nunca deixa de ressaltar que ‘um homem vale pelo que faz, e não pelo que diz, ou pelo que tem’. É a cultura Punk. ‘Faça você mesmo’.

O romance é redigido em primeira pessoa e é subdividido em passagens in-tituladas de acordo com o tema exposto no trecho em questão. O livro possui 124 páginas e retrata a visão de um criminoso sobre a nossa sociedade. Um prisma com o qual não estamos acostumados.

O personagem principal é Jozz, um jovem negro, morador de favela, que as-sume o papel de narrador e de algoz da sociedade, criado em um ambiente hostil e preconceituoso que o coloca na situação de criminoso mesmo antes de se tornar um. Esta condição o revolta e o transforma em um homem de coração frio, que usa o crime e a violência como artifício para ganhar da sociedade o respeito que mere-ce – mesmo que através do medo.

[…]

Em um contexto como este, certamente ‘a balaclava tem poder’, e a obra Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento é mesmo muito mais que um livro. Trata-se de uma ação concreta, que promove reação e reflexão através das palavras.

Bem, para saber mais você vai ter que comprar o livro. 😀

Você pode adquiri-lo com o autor (afoborio@gmail.com) ou na livraria virtual da Editora Os Dez Melhores. Em ambos por R$27,00 (frete incluso) para todo o Brasil.

É isso.

Beijos!

Laury

[Divulgue no MpL] O Livro dos Desafios – Juliana Gimbitzki

Olá!! Como vão?

Bem, faz um tempinho que estou vendo “O Livro dos Desafios” pela internet e desde o começo eu achei o livro bem legal. Meio que um “Destrua esse diário” para adultos. Agora imagina a minha felicidade quando vejo a minha caixa de e-mails (bem abarrotada pessoal, então tenham paciência que com calma eu responderei todo mundo) e encontro um e-mail da autora. :3

O Livro dos Desafios

Muitas vezes temos sonhos e vontades que deixamos de lado por várias razões. Torna-se necessário então um incentivo, e até novas ideias, para que possamos superar os desafios e alcançar nossos objetivos.

Sendo assim, ‘O Livro Dos Desafios: Um Guia Para Viver Intensamente’, da educadora física e designer gaúcha, Juliana Gimbitzki, busca nos guiar e ajudar as pessoas a identificar e realizar metas, de forma bem-humorada, permitido assim uma nova visão e valorização da vida. Isto é feito através de uma longa lista de sugestões, distribuídas em 80 páginas, a serem feitas no decorrer da vida, abordando desde coisas simples a complexas, divertidas e até estranhas. Além disso, o livro é dividido em diversas categorias, apresentando uma breve introdução sobre cada assunto.

Bem, eu estou completamente louca para ler o livro e descobrir todas as propostas que ele tem a nos apresentar. E como agora eu tenho ele (um super obrigada a autora diva ❤ ), em breve poderei falar com mais propriedade de causa.

E vocês, já leram? Gostaram?

Beijos!!

Laury.