[Resenha] Quem é você, Alasca? – John Green

Resenha 2

Tanto faz ser niilista ou utópico, o mundo é meio triste para se viver sóbrio.”

– Fernando Carvalho

quem é voce alasca

Considerando o carma de que todo autor que introduz uma protagonista feminina em sua prosa, ela recebe o peso e a dor de ser um herói, a heroína mais completa de John Green recebeu o nome de Alasca.

Quem é você, Alasca” primeiro livro do autor, que exclusivamente escreve um gênero já um pouco antigo, e que todos conhecemos como juvenil no meio escolar, mas que recebeu o título de YA (simplesmente para demonstrar o qual complexo, ligeiro e eufórico é o peso de ser adolescente).

John Green conhece o seu leitor e constrói um texto rápido, como num filme. Quando você percebe já está há mais de duas horas lendo e já chegou está página 250. No entanto, “Quem é Você, Alasca?” coloca em cheque a questão do novo: novo colégio, novos amigos… Uma nova forma de enxergar o mundo em suas situações.

Miles, o protagonista da história, busca respostas retóricas, o seu tão procurado “talvez”. É um personagem carregado de niilismo, que não tem, em nenhum momento, uma empatia com o leitor (caso que ocorre com praticamente todos os personagens do livro). Ele narra sua trajetória a um colégio interno, já que por não possuir voz e vontade própria, acaba aceitando tal proposta dada pelos seus pais. Toda a narrativa ocorre em Culver Creek, colégio que serve como um espaço aonde Miles se encontra com sua própria existência.

Em Culver Creek que nosso protagonista se depara com a maior incógnita de sua vida: Alasca. Personagem com discurso feminista e totalmente emancipada.  Por ter este discurso, ela se torna de longe à personagem que merece destaque. Sua fala é tão sagaz e racional que fica até difícil acreditar que foi John Green que as escreveu. É uma personagem tão profunda, tão misteriosa e completa que nos apegamos e queremos saber mais sobre sua história, e John Green nos entrega sua história de uma forma emocionante e cheia de incertezas. Alasca carrega o peso do livro, tanto quanto Elizabeth Bennet carregou e torna-se única a história.

John Green conseguiu escrever um livro YA que se destaca dentre vários no mercado editorial pela presença de links com assuntos poucos explorados por essa vertente literária. Introduz filosofia, religião e literatura, mas de uma forma clara, sem ser pedante ao blasé, mas como algo natural, fazendo deste (alerta!) o melhor livro escrito por ele.

“A Culpa é das Estrelas” e “Cidades de Papel”, que foram até agora lidos por quem vós escreve e indica, não possui em nenhum momento uma complexidade (embora juvenil) e drama como o que os personagens de “Quem é você, Alasca” encaram.

John Green consegue sem dúvidas dar voz ao nicho que o lê. Quem faz criticas ao tal, não entende que possui um livro para um público específico e para se ler é necessário colocar o capuz e lembrar-se de como era ser adolescente.

Beijos!

Carlos

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Ingresso.com lança concurso cultural para fã conhecer o autor John Green

Concurso John Green

Você é louco pelo John Green? Então não perca essa promoção!

A Ingresso.com e a distribuidora Fox Film promovem um concurso cultural dedicado aos fãs de John Green, autor dos livros “A culpa é das estrelas” e “Cidades de Papel”. Para participar, é preciso acessar a aba do site da Ingresso.com e responder a pergunta: “No filme Cidades de Papel, Quentin precisa achar Margo. Quais as pistas você deixaria para ser encontrado?” até o dia 23 de junho.

As cinco melhores respostas ganharão um encontro, previsto para o dia 1º de julho, no Rio de Janeiro, com o autor do livro e o protagonista do novo filme, o ator Nat Wolff. “Cidades de Papel” estreia nos cinemas no Brasil no dia 09 de julho.

O sorteio da promoção para o encontro com o autor e ator será realizado em 24/06 e o regulamento está disponível na página da Ingresso.com.

Aproveitem.

Beijos!

Laury

[Especial ACEDE] O Filme – A Culpa é das estrelas

A culpa é das estrelaas

Acabei de chegar do cinema, são 19:36, minha sessão foi as 13:20 e eu ainda estou com dor de cabeça de tanto chorar.

Todo mundo que entra na sala de cinema para assistir A Culpa é das Estrelas sabe que inevitavelmente ao menos uma lágrima irá ser derramada, mas eu não esperava que fossem tantas. Falo com propriedade que eu nunca chorei tanto em um filme como chorei nesse, e olha que já chorei em vários filmes. Nesse eu solucei, fiquei sem ar de tanto chorar compulsivamente. E quando eu achei que havia acabado… bem, não tinha.

Como a vida de Augustus, o filme foi uma montanha russa. Ele subiu, subiu e subiu, até que quando menos esperávamos, ele desceu. E junto desceram as lágrimas.

O filme foi fiel, mas não impecável. Muitas das frases estavam lá, mas nem todas. E alguma eu senti enorme falta.

Talvez a sentença que tenha feito mais falta para mim tenha sido “o amor da minha vida” em uma das cenas finais, quando ambos estão no carro. Senti falta da amiga da Hazel que foi brutalmente cortada fora da equação e também de ex de Gus que simplesmente nunca existiu.

aculpa_dasestrelas

Amei o filme, afinal ele me fez chorar a vida, os atores que fizeram Hazel e Gus foram impecáveis e me fizeram amá-los de forma surpreendente. O sorriso do Gus estava lá e a ironia de Hazel também. Não tivemos tantas frases irônicas como no livro, mas a irônica estava em cada expressão dela.

E a trilha sonora… Meu Deus! A trilha sonora foi magnífica.

Mas como toda adaptação de romances, A Culpa é das estrelas pecou no mesmo lugar. Na mania de tornar os personagens “perfeitos”. Gus não é perfeito, Hazel também não. No livro Hazel diz (indiretamente) que mesmo se eles não terminassem daquela forma, terminariam de outra, porque um amor como aquele não duraria para sempre. E Gus, como a maioria dos garotos, teve um passado, teve uma ex-namorada.

E no filme ele não teve.

A impressão que eu tenho quando fazem essas “adaptações”, vulgo cortes no passado e historia do personagem, é que os produtores e roteiristas pensam que o publico não conseguirá assimilar que as pessoas se apaixonam mais de uma vez. Que Gus pode ter tido uma namorada, mas que isso não diminui o quanto ele ama Hazel. E isso me deixa irritada. Se os amamos nos livros com todas as imperfeições, por que será diferente no filme? Ninguém é perfeito, caramba!

Ok, ok, fim do desabafo. Eu sei que muita gente talvez queira me bater pela “critica” ao filme, mas deixando de lado o amor que tem pela adaptação (eu também gostei), vocês não concordam comigo? Olhando de uma forma fria e tudo mais.

Enfim, senti um enorme corte com o intuito da perfeição e também uma falta básica de algumas partes. Mas tentando entender que uma adaptação nunca é totalmente fiel (o próprio nome adaptação diz tudo kkk), me sinto satisfeita com o resultado e minhas lágrimas foram uma prova disso. Super recomendo!

Dicas finais:

– Não use maquiagem no filme!

– Leve lenço! (Não, um não é o bastante)

– Pegue preferencialmente as ultimas sessões, de forma que você não veja muita gente quando sair da sala de cinema.

– Leve óculos escuros caso você inevitavelmente dê de cara com muitas pessoas.

– Caso não queira usar óculos no shopping (acredite, o óculos é melhor que a cara inchada de choro), saia de cabeça baixa e procure o banheiro mais próximo.

 – Meninas, levem uma base para esconder o nariz vermelho depois.

Sejam felizes! Chorem muito! E me contem tudo depois.

Beijos!

Laury.

[Especial ACEDE] Conheça a inspiração: Esther Grace Earl

Olá! Como vão?

Quem está sempre nesse meio literário sabe disso, mas quem só passa nele às vezes não sabe, mas A Culpa é das estrelas teve uma inspiração, por assim dizer. John Green já pensava em escrever um livro como ACEDE há algum tempo, mas a concretização dessa ideia só veio depois que ele conheceu Esther Earl. Esther não é Hazel, vamos deixar isso bem claro. A estória que nos fez chorar não é a história de Esther, mas ela também foi uma garota que foi diagnosticada com câncer com pouca idade e que era considerada bem madura para a sua idade, assim como Hazel.

“Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte.”

Bem, fui atrás de algumas coisas sobre ela tanto por ter lido o livro, quanto para poder postar aqui para vocês e uma das coisas que achei foi um vídeo mostrando vários momentos da vida dela. O vídeo é lindo e obviamente me fez chorar, começando no momento que ela fala “Eles dizem essas coisas maravilhosas sobre mim e eu sinto que estou enganando todos vocês, porque eu não sou sempre maravilhosa, eu não sou sempre legal, eu não sou sempre forte, não sou sempre valente e vocês deveriam saber disso.”.

Bem, por causa de toda a repercussão que teve A Culpa é das estrelas e por toda a repercussão que ela mesmo teve, fizeram um livro é que um apanhado de textos dela: A estrela que nunca vai se apagar.

A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

Agora, pra finalizar as lágrimas com chave de ouro, temos um vídeo cheio de comentários sobre o livro e consequentemente sobre ela:

Bem gente, é isso. Chega de lágrimas por hoje. Amanhã eu vou ver o filme, chorar a vida e volto aqui para contar para vocês como foi. Mas e vocês, já assistiram o filme? Já conheciam a Esther?

Beijos!

Laury.

[Resenha — Especial ACEDE] A Culpa é das Estrelas — John Green

A Culpa é das Estrelas

Olá! Como vão?

E aí, viram o filme ontem? O que acharam? O que estão achando do mini especial? Amanhã tem mais!!

E finalmente aquela leitora desnaturada leu o livro de que todos falaram por tanto tempo. Sim, só agora eu li A culpa é das estrelas, graças a minha amiga Bia (um dos amigos maravilhosos que fiz em razão da leitura). Ela me deu de aniversário para que eu pudesse ler e assistir o filme com ela. Com a proximidade do filme, comecei a leitura. E devo dizer que o livro já me surpreender no primeiro capítulo.

Assim que o livro foi lançado li uma resenha que falava que ele era apenas mais um livro cheio de frases de efeito e sem muito a acrescentar; vi dezenas de pessoas falando que choraram muito e tudo isso inevitavelmente me fez adiar a leitura. Tanto por saber que iria chorar (meu passado faz com que basicamente qualquer coisa que envolva câncer me faça chorar), quanto por esperar me deparar com um livro melodramático e carregado.

Mas não foi bem isso que eu encontrei. Tiveram várias frases de impacto? Com certeza. Várias delas que eu precisei marcar, mas não tive um livro melodramático.

Bem, para o caso de alguém não conhecer a estória (o que acho difícil), o livro conta a historia de Hazel Grace uma adolescente com câncer no pulmão que tenta viver os últimos dias de sua vida da melhor forma possível. Ela sabe que vai morrer, mas isso não a torna dramática, pelo contrário, Hazel é realista e sarcástica. Ai como eu amei seu sarcasmo. Me apaixonei por ela nas primeiras páginas.

E o que dizer de Augustus Waters? Ele basicamente me conquistou na sua primeira palavra, na verdade, no seu primeiro olhar. E a medida que ele falava, que ele andava, sua paixão por simbolismos, por metáforas, por viver o agora, por não medir esforços para ter o que queria, por amar a vida e viver… Por simplesmente tudo! Meu Deus, é impossível não se apaixonar por Gus. O Gus foi perfeito em todos os aspectos possíveis e impossíveis e ganhou meu coração.

Agora, o que dizer sobre o resto? Bem, o resto é muito bom. Isaac é ao mesmo tempo dramático e cômico e azarado e tanta coisa ao mesmo tempo que se torna adorável. Kkk Os pais da Hazel são muito amor, mas eu particularmente não gostei muito dos pais do Gus. Nossos santos não bateram. E tem Peter Van Houten…

Sabe aquela pessoa que você admira a vida toda e seu maior desejo é conhecê-la? Pois então, esse é Peter Van Houten para Hazel. “O” cara, mas no final não tão grande assim. Mas apesar de tudo eu gostei dele, não dele em si, mas o que ele nos ensina. De como diz que as pessoas não são perfeitas, são apenas humanas como qualquer outra e quanto mais você as coloca em um patamar elevado, maior a chance de se decepcionar. E sim isso é uma grande lição, apesar de batida.

Ok, ok, agora falemos da parte que eu passei raiva, porque nenhum livro é realmente perfeito.

Sabe, meu conceito de amor é bem utópico, o que faz com que eu tenha uma preguiça absurda com muita coisa que vejo e leio. O que isso significa? Significa que amor é amor e pronto, se os dois estão naquilo felizes da vida não tem porque dar errado. E é com essa ideia que a Hazel perdeu alguns pontos comigo ao dizer que o relacionamento dela e do Gus não duraria. A situação fez com que eu ficasse com ainda mais raiva, mas não comentarei mais para evitar spoilers.

A culpa é das estrelas é aquele livro que faz você chorar sem nem mesmo perceber e eu chorei. Na verdade, eu solucei. E ainda ando meio sensível graças a ele, o que significa que ameaço chorar com qualquer pequena menção ao livro. O trailer do filme então…

Bem, não é algo que vá acrescentar algo surpreendente na sua vida, mas tem sempre aquela coisa de viva agora, dê valor a tudo — principalmente família, amigos verdadeiros e saúde —, corra atrás dos seus sonhos.

O livro é lindo, NÃO é melancólico e todas as lágrimas derramadas são provenientes de eventos dolorosos e não por forçar e barra. Recomendo!

SELINHOOO!! \o/

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P.s.: Senti que a resenha ficou meio estranha e diferente das outras, mas talvez seja porque faz um tempo que não escrevo e tenho que voltar a me acostumar.

O que acharam da resenha? Qual foi a experiência de vocês com ACEDE?

Beijos!

Laury.

[Especial ACEDE] Estreia hoje o filme tão aguardado! <3

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Olá! Como vão?

Apesar de ser quase uma poser de ACEDE (li o livro basicamente para ver o filme), já que não pude fazer um especial para o meu amado VA, resolvi fazer um para A Culpa é das estrelas e de hoje até domingo vocês verão algumas coisas a respeito desse livro que vendeu MUITO nos últimos tempos.

Para quem ainda não leu, corre que dá tempo de ler. Se está faltando estímulo, vamos ver o trailer:

Sabe esse trailer, pois bem, quando eu vi pela primeira vez, eu ainda não tinha lido o livro e eu chorei, agora, acabei de revê-lo para postar para vocês e eu chorrei horrendamente. É algo involuntário, e talvez o fato de a estória lhe fazer chorar sem realmente apelar para isso (quem leu sabe que o livro não é melodramático) é uma das coisas que a torna tão linda.

Para quem ainda não conheceu, conheça os atores que transformarão tudo em realidade:

E para finalizar o primeiro dia de especial, vulgo uma brave introdução da coisa toda, vamos conhecer John Green!

John Green é um dos escritores norte-americanos mais querido pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica.

Com mais de 1 milhão de seguidores no Twitter, é autor best-seller do The New York Times, premiado com a Printz Medal e o Printz Honor da American Library Association e com o Edgar Award, além de ter sido duas vezes finalista do premio literário do LA Times. Com o irmao, Hank, mantém o canal do YouTube “Vlogbrothers“, um dos projetos de vídeo on-line mais populares do mundo. Mora com a mulher e o filho em Indianápolis, Indiana.

É isso meus queridos! O que acharam da ideia desse especial? Já leram A culpa é das estrelas?

Beijos e até amanha!

Laury.

[Notícias] Livro Eleanor & Park vai virar filme!

Noticias

Olá!! Como vão?

Parece que o cinema ainda mesmo sem roteiros legais, porque mais um livro teve seus direitos comprados para virar filme. Não que eu tenha algo contra isso, afinal, AMO ver cada vez mais livros sendo valorizados e levados para o cinema. ❤

Bem, dessa vez foi o livro Eleanor & Park o escolhido!

Segundo os babados da nossa amada internet, quem comprou os direitos foi a DreamWorks Studios.

Não li o livro e não sei se vou ler, mas com certeza vou ver o filme. E o que achei mais interessante dessa história toda foi que a própria Rainbow Rowell (autora do livro) vai escrever o roteiro. E como as pessoas não perdem tempo, as filmagens estão previstas para começar em 2015.

Que tal conhecer um pouco sobre o livro?

Eleanor & Park

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

 

 

 

Para quem gosta de John Green (ainda não terminei nenhum livro dele, então não vou dar opinião), fique sabendo que esse livro já recebeu resenha dele, na qual diz ter se apaixonado pela estória.

E por último, mas não menos importante, assista o booktrailer:

 

É isso, o que acharam da notícia?

 

Beijos!

Laury.