[Divulgação] Ela não é invisível – Marcus Sedgwick

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ELA NÃO É INVISÍVEL
Marcus Sedgwick

Ela não é invisivel

Laurethé uma adolescente cega de 16 anos, e seu pai é um autor conhecido por escrever livros divertidos. De uns tempos pra cá, ele trabalha em uma obra sobre coincidências, mas nunca consegue termina-la. Sua esposa acha que ele está obcecado e prestes a ter um ataque de nervos. Laureth sabe que o casamento dos pais vai de mal a pior quando, de repente, seu pai desaparece em uma viagem para a Áustria e seu caderno de anotações é encontrado misteriosamente em Nova York.

Convencida de que algo muito errado está acontecendo, ela toma uma decisão impulsiva e perigosa: rouba o cartão de crédito da mãe, sequestra o irmão mais novo e entra em um avião rumo a Nova York para procurar o pai. Mas a cidade grande guarda muitos perigos para uma jovem cega e seu irmãozinho de 7 anos.

[Resenha] A Garota Americana – Meg Cabot

Resenha 2

Olá! Como vão?

Hoje eu trago para vocês mais um livro da diva da Meg Cabot. ❤

A Garota Americana

Você acompanha o blog? Não? Então deixe eu te contar uma coisa sobre mim: eu adoro livros de menininha. Eu sei que já passei da idade (teoricamente), mas nós não precisamos ficar lembrando disso, certo? Pois bem, Meg Cabot é minha escritora favorita de menininhas (mesmo que ela tenha lá seus livros adultos).

A Garota Americana foi um livro dela que demorou para cair nas minhas mãos e eu acabei encontrando ele no sebo (assim como o primeiro livro da Meg que li e que me fez apaixonar por ela). Todas as pessoas que conheço e gostam da Meg, me recomendaram esse livro. Ou seja, expectativa estava em mil. O que isso quer dizer? Quer dizer o óbvio, quer dizer que quando li a ultima página, eu fiquei levemente decepcionada com tudo aquilo. Tinha esperado mais.

Por causa dessa decepção, só fui fazer a resenha dois meses depois da leitura. E agora, pensando sobre o livro para poder escrever, eu descobri que ele não foi uma decepção. Pasmem, mas é verdade. De tanto falarem sobre o livro para mim, por alguma razão minha mente o desclassificou como livro de menininha e o colocou em qualquer outra classificação doentia. Ou seja, erro de classificação. Mas vamos lá.

A Garota Americana conta a vida de Samantha Madison. E pasmem, ela é americana (desculpa), mas ela é o estereótipo ao inverso. Ela não é popular, ela não gosta de festas, ela não é apaixonada por esportes e ela não tem lá grandes ambições na vida. Ela quer roubar o namorado da irmã, fazer desenhos de artistas, escutar música e esporadicamente discutir sobre política.

Só que a bagunça pode sempre piorar, não? E piora quando os pais dela descobrem que ela vende os desenhos de celebridades que faz e que ela os faz durante a aula, não aprendendo absolutamente nada do que deveria. Isso faz com que ela seja mandada para aulas de desenho (queria que minha mãe me castigasse assim), e sua tentativa de fugir de aula de desenho (sim, ela ama desenhar, mas sua mente louca jura pra ela que essas aulas farão mal a sua “técnica”) a coloca no meio de um incidente internacional.

Vulgo, alguém tenta matar o presidente e ela por impulso (afinal, ela não é nada patriota) pula em cima dele. E pronto, um bilhão de homens de preto estão sobre o cara e um bilhão de câmeras estão sobre ela. Samantha é a nova heroína americana.

Como uma garota que é o estereótipo americano ao avesso pode simplesmente se tornar A Garota Americana? Ela precisa se vestir melhor, se portar melhor, conversar sobre política de forma menos radical, assumir compromissos e claro, lidar com as câmeras que a seguem o tempo todo. Agora junte tudo isso com o fato de que talvez você possa gostar do filho do presidente. E ao fato de que talvez essa vida que parece tão glamorosa não seja tão perfeita assim.

Aos poucos ela percebe como a política realmente funciona, descobre que ela não tem importância nenhuma se não aprender a dançar de acordo com a música e conseguir o que quer. E pensando sobre tudo isso agora, eu percebo que A Garota Americana é como O Diário da Princesa, mas fora do palácio.

Afinal, eu gostei ou não do livro?

Bem, eu gostei, mas não achei tão maravilhoso assim. E dizer isso dói. Mas eu acho que onde faltou foi o final, porque todo o restante foi bom.

Foi maravilhoso ver a Samantha quebrar a cara bilhares de vezes, porque essa menina é muito cabeça dura e se acha a dona da razão. Eu quis bater nela muitas vezes, principalmente quando ela deixava escapar aquilo pelo qual ela deveria estar estapeando. Ela começou o livro como uma garota boba, cheia de verdades que não se passavam de mentiras e cega para os fatos que a cercavam.

No entanto, ela cresceu e por isso eu dou gracias.

Mas o grande ganhador do premio de melhor personagem é o filho do presidente. Ela é perfeito de todas as maneiras que se pode ser. Ele tem a pose de futuro presidente e a cabeça de alguém idealista, empreendedor e ao mesmo tempo alguém “do povo”. Tem como ser mais perfeito que isso? Ele ama pintar, ama sanduíches e ama criatividade. Não gosta de ser menosprezado, tem amor próprio e percebe muito bem o que acontece a sua volta. Ele é o contrário da nossa protagonista e sem sombra de dúvidas, ele é quem faz ela crescer.

Não sei se estou preparada para o segundo (tanta gente falando mal que nem sei como lidar), mas de uma coisa eu tenho certeza. Ao contrário do que diz a parte de trás do livro, Samantha NUNCA chegará aos pés da Suzannah de A Mediadora. Porque a Suzannah é perfeita, maravilhosa, poderosa e divosa. Samantha tem muito o que crescer ainda para chegar lá.

Leiam e me contem o que pensam sobre esse livro.

Beijos!

Laury

 

[Resenha] Tamanho não importa – Meg Cabot

Resenha 2

Rufem os tambores para a primeira resenha do especial Meg Cabot!

E para começar com aquele pé direito, eu escolhi um livro de uma série que sou APAIXONADA! Aquela série da qual não esperei nada, mas que me faz suspirar sempre! Eu lhes apresento, senhoras e senhores: Tamanho não importa da divissima Meg Cabot! ❤ ❤

Tamanho não importa

Quem nunca ouviu falar de ressaca literária? Eu devo ter batido o recorde esse ano (vulgo 2014, porque sim, eu estava guardando essa resenha para o especial, porque ainda não tenho tempo para ler tanto em tão pouco tempo). Fiz uma meta de leitura de 40 livros e tenho até vergonha de parar para pensar em quantos eu realmente li. Milhares de livros me interessaram para serem comprados e muito pouco deles realmente me interessaram para ler. E juntou faculdade, e juntou meus próprios livros e juntou tudo e eu não só não li praticamente nada, como também não senti vontade de ler. Sim, trágico.

E em ultima instancia, depois de recorrer a vários livros, fui para a boa e velha Meg Cabot e sua série Heather Wells, que por acaso amo os dois primeiros livros. (Resenha do primeiro livro | Resenha do segundo livro) Comecei a ler o terceiro e na página 20 eu desisti, porque não gostei. Sim, eu desisti de um livro da Meg Cabot, nem eu acreditei. Mas alguns meses depois lá fui eu de novo tentar, afinal eu estava enlouquecendo com uma prova e esse era meu único Meg não lido na estante. Com a fé e a coragem lá fui eu de novo, mas dessa vez não consegui parar, porque ela voltou a fazer jus ao seu nome na minha cabeça.

Mas chega de ladainha e bora para a resenha?

Nesse terceiro livro Heather está um pouquinho mais acima do peso, mas deu um passinho na sua vida amorosa (ou quase isso) e está saindo com seu professor de matemática (porque sim, ela ainda está tentando se “recuperar” para poder começar a faculdade. Tudo anda super tranquilo até o novo chefe dela morrer. Cooper super lindo e protetor proíbe ela de se envolver na investigação do assassinato, porque em todas as outras vezes nossa personagem quase morreu.

E ela segue muito bem a promessa, até um de seus alunos se tornar o principal suspeito do crime e as pessoas a sua volta se revelarem bem diferentes do que ela imaginava. É assim que mais uma vez ela está no meio de uma investigação que começa em um lugar e termina em outro completamente diferente.

O pai da Heather é aquela criatura que sinceramente deve faltar um parafuso, mas apesar de tudo, ele dá uma mãozinha muito boa para o futuro. Já nossa personagem principal, graças aos céus ela ganha um pouquinho de autoconfiança nesse livro e aprende a dizer não as coisas que não a agradam.

Esse livro tem um arzinho de final, porque a ideia inicial era que a série teria apenas três livros, mas ela foi tão bem que ganhou novos volumes. Obviamente já estou louca pelos próximos, mas se eles não existissem eu seria uma leitora feliz com esse sendo o último.

Seguindo o clássico estilo Meg Cabot nós sofremos muito até ela nos dar o que queremos e sofremos para ter. Mas quando ela nos dá esse saborzinho de felicidade plena… Ah, como nós vivemos sem isso até agora? O final foi simplesmente maravilhoso e esplêndido!

O Cooper… Meu deus, o Cooper!! Eu já amava ele antes, mas nada se compara ao Cooper com crise de ciúmes, romântico e com medo de perder aquilo que é importante para ele.

O que posso dizer é que de primeira pareceu que eu não iria gostar do livro, mas no final eu gostei. A resolução do mistério dessa vez foi mais rápido que das últimas e a vida da Heather foi um pouco mais principal e isso foi bem gostosinho. Com direito a todas as fofuras que só Meg Cabot consegue fazer. Doce e lindo.

Recomendo, da mesma forma que recomendo 99,9% dos livros da Meg, porque sim, ela é minha diva mor. ❤

É isso, meus amados!! Já leram o livro? Amam a Meg tanto quanto eu? *-*

Aguardem por mais Meg Cabot nos próximos capítulos!!

Beijos!

Laury

[Divulgação] A fofa do terceiro andar – Cléo Busatto

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Um livro que traz o tema do bullying através da história da fofa Ana

Capa A Fofa do Terceiro Andar V2 DS.ai

 

Ana sempre foi uma criança alegre, saudável e… fofa. Ela nunca se incomodou em receber adjetivos, até notar que eles nem sempre serviam para ser legal com alguém. Conforme vai ficando mais velha, por mais que tente manter o sorriso estampado no rosto, os apelidos e implicâncias começam a mexer com ela. O jeito é colocar para fora, nem que seja no caderno. E não é que ajuda?

Agora Ana só precisa conseguir aplicar isso na realidade, o que não é tão fácil quanto parece. Primeiro ela tem que descobrir o que realmente a incomoda (e não o que incomoda os outros) e então encontrar maneiras de trazer à tona a Ana confiante que se escondeu dentro dela. E que processo! A adolescência tem um tempo todo próprio, e não é fácil acompanhar. Novos gostos, novas sensações, novo corpo… Ela segue redescobrindo a si e ao mundo. E não faz isso sozinha. Além da Julia, sua amiga de infância, há outra pessoa que chega de mansinho…

Francisco não é como os outros garotos que ela já conheceu. Ele enxerga o mundo de forma diferente e começa a ensinar Ana a fazer o mesmo. A focar nos aspectos positivos, a ser gentil com si mesma e, principalmente, a não tentar se encaixar em um molde que não é o seu. Afinal, imagina como seria chato se o mundo fosse visto por todos da mesma forma?

[Divulgação] Corações de Alcachofra – Sita Brahmachari

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CORAÇÕES DE ALCACHOFRA
Sita Brahmachari

Corações-de-Alcachofra

 

Mira Levenson tem 12 anos e raros momentos de tédio. Mas não imaginava que seria obrigada a lidar com um sentimento totalmente novo e possivelmente o mais difícil de sua vida em meio a todo esse turbilhão: sua avó, Josie, uma excêntrica e animada pintora, está com câncer, e pretende encarar a última fase da vida como sempre encarou tudo, de cabeça erguida e com bom humor. Enquanto tenta lidar com o que está por vir (com a ajuda de seu presente de aniversário, um diário), Mira vai descobrindo que não é a única com segredos e, aos poucos, compreende que, assim como um coração de alcachofra, nosso próprio coração sempre tenta proteger a parte mais preciosa.