[Especial Meg Cabot] Adaptações TV

especial meg cabot

Oiee! Como vão?

Ontem falamos das adaptações para o cinema e hoje falaremos da adaptação para a TV (adaptação essa que eu por acaso estou louca para ver, mas que optei por terminar a leitura de todos os livros da série).

Desaparecidos

A série de livros Desaparecidos deu origem à série de televisão canadense chamada “1-800 MISSING”, lançada em 2003 no Canadá e em 2009, com o nome Missing pela Globo no Brasil, indo ao ar durante a madrugada. Ela teve apenas três temporadas, contando com Caterina Scorsone no papel principal, de Jessica Mastriani.

Os episódios não são super fáceis de achar, mas também não são de todo difícil. Aqui você pode encontrar a lista com todos os episódios. E como eu sou uma pessoa super legal, eu encontrei o primeiro episódio para vocês:

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[Especial Meg Cabot] Adaptações Cinema

especial meg cabotOlá, gatinhos! Como vão?

Hoje vim apresentar para vocês as adaptações da Meg diva Cabot para o cinema.

Avalon High

Allie Pennington é transferida para uma escola nova, Avalon High, onde ela descobre que os seus colegas são reencarnações do Rei Arthur e sua corte. Agora sua missão é resolver o mistério da escola antes que Mordred ganhe novamente. Allie também conhece o quarterback de futebol da escola, Will Wagner (Gregg Sulkin), que traz de volta a lenda do Rei Artur a uma escola contemporânea. Allie acredita que Will é o Rei Arthur e que Marco, o meio-irmão malvado é Mordred.

Diário da Princesa

A mais conhecida adaptação dos livros da Meg Cabot. O Diário da Princesa deve dois filmes, um inspirado (leia-se nada a ver com o livro) no livro e outro com roteiro “original”.

O DIÁRIO DA PRINCESA – Mia é uma garota de 16 anos tímida e insegura que acredita que seu único objetivo na vida é ser invisível. Tímida e desajeitada, ela é apaixonada por Josh Bryant, um dos garotos mais bonitos e vaidosos do colégio, mas ele namora Lana Thomas, uma líder de torcida fútil e arrogante que tem como passatempo zombar de Mia, e ainda tem que lidar com a situação de sua mãe namorar um de seus professores. Esse pensamentos e situações mudam radicalmente quando ela conhece Clarisse Renaldi, sua avó e rainha de Genóvia, um pequeno país na Europa, e que quer a todo custo colocar Mia no trono do país, já que seu filho e pai de Mia, Phillipe, era o príncipe governador de Genóvia, antes de morrer. Assustada com a descoberta, Mia acaba revelendo seu segredo para a desajustada Lilly Moscovitz, sua melhor amiga, e Michael, irmão mais velho de Lilly e apaixonado por Mia em segredo. O segredo porém acaba sendo revelado por um dos funcionários de Clarisse, colocando então a pacata vida de Mia Thermopolis de cabeça para baixo.

 

O DIÁRIO DA PRINCESA: CASAMENTO REAL – Cinco anos após os acontecimentos do primeiro filme, em que Mia decide tornar-se a princesa de Genóvia, ela se muda para o palácio real de sua avó, Clarisse. É então informada de que não permanecerá como princesa por muito tempo, já que em breve terá que ser coroada rainha. No entanto, a legislação genoviana estabelece que as futuras rainhas devem se casar antes de serem empossadas no cargo. Então, surge dois pretendentes: Nicholas Devereaux que será rei de Genóvia se Mia não se casar, ou Andrew Jacoby que é seu quase príncipe encantado.

Garota Americana

Os direitos de filmagem foram vendidos para a Disney.

 

A Mediadora

Em meados de 2013, a Meg Cabot anunciou que os direitos para produção do filme tinham sido comprados pela FremantleMedia. Tim Williams e Julia Pistor estarão produzindo.

A Rainha da Fofoca

Há boatos de que uma adaptação está sendo produzida, mas nunca vimos evidencias concretas a respeito.

[Resenha] A Garota Americana – Meg Cabot

Resenha 2

Olá! Como vão?

Hoje eu trago para vocês mais um livro da diva da Meg Cabot. ❤

A Garota Americana

Você acompanha o blog? Não? Então deixe eu te contar uma coisa sobre mim: eu adoro livros de menininha. Eu sei que já passei da idade (teoricamente), mas nós não precisamos ficar lembrando disso, certo? Pois bem, Meg Cabot é minha escritora favorita de menininhas (mesmo que ela tenha lá seus livros adultos).

A Garota Americana foi um livro dela que demorou para cair nas minhas mãos e eu acabei encontrando ele no sebo (assim como o primeiro livro da Meg que li e que me fez apaixonar por ela). Todas as pessoas que conheço e gostam da Meg, me recomendaram esse livro. Ou seja, expectativa estava em mil. O que isso quer dizer? Quer dizer o óbvio, quer dizer que quando li a ultima página, eu fiquei levemente decepcionada com tudo aquilo. Tinha esperado mais.

Por causa dessa decepção, só fui fazer a resenha dois meses depois da leitura. E agora, pensando sobre o livro para poder escrever, eu descobri que ele não foi uma decepção. Pasmem, mas é verdade. De tanto falarem sobre o livro para mim, por alguma razão minha mente o desclassificou como livro de menininha e o colocou em qualquer outra classificação doentia. Ou seja, erro de classificação. Mas vamos lá.

A Garota Americana conta a vida de Samantha Madison. E pasmem, ela é americana (desculpa), mas ela é o estereótipo ao inverso. Ela não é popular, ela não gosta de festas, ela não é apaixonada por esportes e ela não tem lá grandes ambições na vida. Ela quer roubar o namorado da irmã, fazer desenhos de artistas, escutar música e esporadicamente discutir sobre política.

Só que a bagunça pode sempre piorar, não? E piora quando os pais dela descobrem que ela vende os desenhos de celebridades que faz e que ela os faz durante a aula, não aprendendo absolutamente nada do que deveria. Isso faz com que ela seja mandada para aulas de desenho (queria que minha mãe me castigasse assim), e sua tentativa de fugir de aula de desenho (sim, ela ama desenhar, mas sua mente louca jura pra ela que essas aulas farão mal a sua “técnica”) a coloca no meio de um incidente internacional.

Vulgo, alguém tenta matar o presidente e ela por impulso (afinal, ela não é nada patriota) pula em cima dele. E pronto, um bilhão de homens de preto estão sobre o cara e um bilhão de câmeras estão sobre ela. Samantha é a nova heroína americana.

Como uma garota que é o estereótipo americano ao avesso pode simplesmente se tornar A Garota Americana? Ela precisa se vestir melhor, se portar melhor, conversar sobre política de forma menos radical, assumir compromissos e claro, lidar com as câmeras que a seguem o tempo todo. Agora junte tudo isso com o fato de que talvez você possa gostar do filho do presidente. E ao fato de que talvez essa vida que parece tão glamorosa não seja tão perfeita assim.

Aos poucos ela percebe como a política realmente funciona, descobre que ela não tem importância nenhuma se não aprender a dançar de acordo com a música e conseguir o que quer. E pensando sobre tudo isso agora, eu percebo que A Garota Americana é como O Diário da Princesa, mas fora do palácio.

Afinal, eu gostei ou não do livro?

Bem, eu gostei, mas não achei tão maravilhoso assim. E dizer isso dói. Mas eu acho que onde faltou foi o final, porque todo o restante foi bom.

Foi maravilhoso ver a Samantha quebrar a cara bilhares de vezes, porque essa menina é muito cabeça dura e se acha a dona da razão. Eu quis bater nela muitas vezes, principalmente quando ela deixava escapar aquilo pelo qual ela deveria estar estapeando. Ela começou o livro como uma garota boba, cheia de verdades que não se passavam de mentiras e cega para os fatos que a cercavam.

No entanto, ela cresceu e por isso eu dou gracias.

Mas o grande ganhador do premio de melhor personagem é o filho do presidente. Ela é perfeito de todas as maneiras que se pode ser. Ele tem a pose de futuro presidente e a cabeça de alguém idealista, empreendedor e ao mesmo tempo alguém “do povo”. Tem como ser mais perfeito que isso? Ele ama pintar, ama sanduíches e ama criatividade. Não gosta de ser menosprezado, tem amor próprio e percebe muito bem o que acontece a sua volta. Ele é o contrário da nossa protagonista e sem sombra de dúvidas, ele é quem faz ela crescer.

Não sei se estou preparada para o segundo (tanta gente falando mal que nem sei como lidar), mas de uma coisa eu tenho certeza. Ao contrário do que diz a parte de trás do livro, Samantha NUNCA chegará aos pés da Suzannah de A Mediadora. Porque a Suzannah é perfeita, maravilhosa, poderosa e divosa. Samantha tem muito o que crescer ainda para chegar lá.

Leiam e me contem o que pensam sobre esse livro.

Beijos!

Laury

 

[Especial Meg Cabot] Entrevista Uol

especial meg cabotCom a passada da dona diva por aqui, várias entrevistas foram feitas, e eu, obviamente, ando lendo todas na esperança de descobrir algo novo sobre minha escritora favorita. E hoje vim compartilhar com vocês uma entrevista que ela concedeu ao Uol.

Você tem mais de 80 livros publicados, tanto em séries quanto em tramas únicas. Como escritora, qual a diferença na abordagem?

Às vezes a história aparece na cabeça de um escritor e ele sabe que vai levar apenas um livro para contar (como em Avalon High ou O Garoto da Casa ao Lado). Às vezes (como em O Diário da Princesa e A Mediadora),  sei que vai levar vários livros até que a história esteja terminada. Com séries ficcionais, é divertido revisitar mundos e personagens conhecidos. Quando  escrevo um livro único, amo inventar um mundo novo e povoá-lo com personagens novos.

Ao começar uma história, qual a primeira etapa do seu processo criativo?

Primeiro, eu penso no final. Para mim, escrever um livro é como planejar uma viagem. Eu sempre quero saber meu destino final. Mas não preciso saber todos os detalhes antes de começar. Isso seria tedioso.

Antes de ingressar na escrita, você se envolveu com a ilustração. Quando decidiu mudar o rumo da carreira?

Embora eu sempre tenha escrito histórias  (especialmente fanfiction de Star Wars), nunca planejei me tornar uma escritora, porque sempre ouvi que era praticamente impossível ganhar dinheiro. Decidi estudar ilustração, e me mudei para Nova York  quando me formei. Logo descobri que ilustrar é quase tão instável quanto escrever. Felizmente, consegui um emprego como assistente administrativa de um dormitório  na Universidade de Nova York, o que me deu  tempo livre para retomar um dos meus hobbies favoritos: escrever. Eu era muito tímida para enviar meus livros para agentes/editoras, porque tinha medo de que fossem rejeitados. Mas meu marido e amigos me encorajaram. E os livros foram rejeitados literalmente mil vezes, mas como eu não tinha mais nada para perder, continuei escrevendo novas histórias, submetendo-as. E, finalmente, uma foi vendida. E aqui estou eu hoje.

Durante a leitura das suas obras, é fácil se conectar com os personagens. Você sente isso enquanto escreve?

Sempre me sinto próxima do personagem que estou escrevendo sobre, e aquele é  meu favorito. Então eu sigo para o próximo livro, e ele se torna o que mais gosto. Acho que você precisa dizer isso a si mesmo quando está trabalhando em um livro (ou qualquer projeto) ou nunca vai terminar.

Você se tornou Patricia Cabot para sua avó não saber que escrevia temáticas adultas em romances históricos. Também estava preocupada em manter estes livros longe das crianças e adolescentes?

Eu nunca considerei que isso poderia ser um problema, porque nunca pensei que estaria escrevendo livros para crianças e adolescentes. Eu lia vários livros dos meus pais quando criança – os livros de espião do meu pai, os romances da minha mãe – e eles nunca se importaram, porque, quando me sentia desconfortável com o tema do livro, pulava aquela parte ou mudava para outro  (ainda faço isso!). Leitores (mesmo crianças)  são bons em descobrir seus  limites. A única coisa que já me aconteceu como consequência dos meus pais me permitirem liberdade para ler   foi que me tornei uma escritora best-seller.

Você tem livros para crianças, adolescentes e adultos. Como autora, qual a diferença entre as faixas etárias?

Os livros Allie Finkle e From the Middle School Princess  são para jovens leitores, o que significa que são curtos e o tema é apropriado para leitores de oito anos para cima. Para mim, isso significa sem sexo ou profanidade, e uma linguagem mais simplificada, já que você não quer que a criança jogue o livro para baixo em frustração porque ele ou ela não conseguiu entender as palavras. Nos meus livros para jovens adultos, que são para leitores de 12 anos ou mais, geralmente tem-se a marca das 300 páginas, e o tema e a linguagem podem ser mais maduros. Nos livros adultos, pode-se ter mais de 400 páginas, e, basicamente, tudo entra. Mas você tem que manter o bom gosto, é claro.

Celebramos em 2015 o aniversário de 15 anos do primeiro livro da série O Diário da Princesa. Para marcar a data, você escreveu um novo romance, dessa vez sobre o casamento dos protagonistas. Por que resolveu trazer essa parte da história da Mia?

Os fãs têm me pedido por anos para escrever sobre Michal e Mia de novo. Quando  vi o Príncipe William casar com a Kate Middleton, comecei a pensar como seria o casamento deles. Enquanto o  da Kate com o William correu sem nenhum problema, eu sabia que Michael e Mia não seriam tão sortudos. E, claro,  pensei que seria maravilhoso ver Mia e suas amigas com seus 20 anos, lutando para encontrar um trabalho. E estava ansiosa  para ver como a Grandmere estava indo.  Do mesmo jeito,  descobri.

Você é um nome de peso na literatura para jovens adultos. O que mais te motiva a escrever para esse público?

Amo escrever para adolescentes porque eles estão em um momento  em que está tudo bem não ter se decidido sobre quem querem ser e o que vão fazer. Ainda que secretamente muitos de nós, adultos, nos sentimos do mesmo jeito, não somos permitidos a mostrar isso. Mas quando você é jovem, está tudo bem ainda estar aprendendo quem você é, o que você gosta de fazer, o que te deixa feliz. Eu gosto de escrever sobre pessoas que estão descobrindo isso, e acho que é bom para as pessoas que estão aí fora ouvir a mensagem de que está tudo bem não ser perfeito.  Nenhum de nós é.

Você se relaciona bem com os leitores do Brasil no seu blog e Twitter. Mas, em termos da nossa literatura e música, por exemplo, como você se relaciona com a cultura local?

Preciso admitir, o que eu mais gosto sobre o Brasil são as pessoas. Eles são tão calorosos e extrovertidos, e sempre dizem exatamente o que pensam. Já visitei muitos lugares onde as pessoas são tão reservadas, você não pode dizer se gostam de você ou não. No Brasil, definitivamente não tem esse problema. Adoro isso. Claro que também amo a comida – churrasco é o meu favorito, e eu adoro um bom rodízio (falei isso certo? Não me julgue! Você sabe o que eu quero dizer!). Nós não temos isso na América. E quem não ama a caipirinha? Embora eu não possa beber muitas. E sobre escritores e músicos brasileiros favoritos, tenho adoração pela Clarice Lispector, e gosto de colocar Céu para tocar quando tenho companhia para jantar. Isso deixa todo mundo em um bom, relaxado humor.

Fonte.

[Resenha] Tamanho não importa – Meg Cabot

Resenha 2

Rufem os tambores para a primeira resenha do especial Meg Cabot!

E para começar com aquele pé direito, eu escolhi um livro de uma série que sou APAIXONADA! Aquela série da qual não esperei nada, mas que me faz suspirar sempre! Eu lhes apresento, senhoras e senhores: Tamanho não importa da divissima Meg Cabot! ❤ ❤

Tamanho não importa

Quem nunca ouviu falar de ressaca literária? Eu devo ter batido o recorde esse ano (vulgo 2014, porque sim, eu estava guardando essa resenha para o especial, porque ainda não tenho tempo para ler tanto em tão pouco tempo). Fiz uma meta de leitura de 40 livros e tenho até vergonha de parar para pensar em quantos eu realmente li. Milhares de livros me interessaram para serem comprados e muito pouco deles realmente me interessaram para ler. E juntou faculdade, e juntou meus próprios livros e juntou tudo e eu não só não li praticamente nada, como também não senti vontade de ler. Sim, trágico.

E em ultima instancia, depois de recorrer a vários livros, fui para a boa e velha Meg Cabot e sua série Heather Wells, que por acaso amo os dois primeiros livros. (Resenha do primeiro livro | Resenha do segundo livro) Comecei a ler o terceiro e na página 20 eu desisti, porque não gostei. Sim, eu desisti de um livro da Meg Cabot, nem eu acreditei. Mas alguns meses depois lá fui eu de novo tentar, afinal eu estava enlouquecendo com uma prova e esse era meu único Meg não lido na estante. Com a fé e a coragem lá fui eu de novo, mas dessa vez não consegui parar, porque ela voltou a fazer jus ao seu nome na minha cabeça.

Mas chega de ladainha e bora para a resenha?

Nesse terceiro livro Heather está um pouquinho mais acima do peso, mas deu um passinho na sua vida amorosa (ou quase isso) e está saindo com seu professor de matemática (porque sim, ela ainda está tentando se “recuperar” para poder começar a faculdade. Tudo anda super tranquilo até o novo chefe dela morrer. Cooper super lindo e protetor proíbe ela de se envolver na investigação do assassinato, porque em todas as outras vezes nossa personagem quase morreu.

E ela segue muito bem a promessa, até um de seus alunos se tornar o principal suspeito do crime e as pessoas a sua volta se revelarem bem diferentes do que ela imaginava. É assim que mais uma vez ela está no meio de uma investigação que começa em um lugar e termina em outro completamente diferente.

O pai da Heather é aquela criatura que sinceramente deve faltar um parafuso, mas apesar de tudo, ele dá uma mãozinha muito boa para o futuro. Já nossa personagem principal, graças aos céus ela ganha um pouquinho de autoconfiança nesse livro e aprende a dizer não as coisas que não a agradam.

Esse livro tem um arzinho de final, porque a ideia inicial era que a série teria apenas três livros, mas ela foi tão bem que ganhou novos volumes. Obviamente já estou louca pelos próximos, mas se eles não existissem eu seria uma leitora feliz com esse sendo o último.

Seguindo o clássico estilo Meg Cabot nós sofremos muito até ela nos dar o que queremos e sofremos para ter. Mas quando ela nos dá esse saborzinho de felicidade plena… Ah, como nós vivemos sem isso até agora? O final foi simplesmente maravilhoso e esplêndido!

O Cooper… Meu deus, o Cooper!! Eu já amava ele antes, mas nada se compara ao Cooper com crise de ciúmes, romântico e com medo de perder aquilo que é importante para ele.

O que posso dizer é que de primeira pareceu que eu não iria gostar do livro, mas no final eu gostei. A resolução do mistério dessa vez foi mais rápido que das últimas e a vida da Heather foi um pouco mais principal e isso foi bem gostosinho. Com direito a todas as fofuras que só Meg Cabot consegue fazer. Doce e lindo.

Recomendo, da mesma forma que recomendo 99,9% dos livros da Meg, porque sim, ela é minha diva mor. ❤

É isso, meus amados!! Já leram o livro? Amam a Meg tanto quanto eu? *-*

Aguardem por mais Meg Cabot nos próximos capítulos!!

Beijos!

Laury

[Especial Meg Cabot] Entrevista Diário de Pernambuco

especial meg cabotOlá, gatões! Como vão?

O que estão achando do especial? E do novo visu do blog?

Essa semana tudo que se vê é a dona Meg Cabot (ou talvez seja porque eu sou apaixonada nela e esteja procurando várias notícias hahaha) e seguindo esse padrão, o Diário de Pernambuco fez uma entrevista com a diva. Eu adorei a entrevista (Que mulher maravilhosa!) e resolvi compartilhar com vocês.

>> ENTREVISTA: Meg Cabot

Quando você escreveu O casamento real, pensou que se destinava a novos leitores, de uma outra geração? Ou aos leitores que seguiram Mia desde o lançamento de O diário da princesa, há 15 anos?
O primeiro O diário da princesa foi publicado no ano 2000, nos Estados Unidos. Muitos dos leitores daquela fase têm, hoje, a idade da personagem Mia no novo livro, entre 25 e 26 anos. Eles estão encarando os mesmos desafios da vida que ela encara em O casamento da princesa: a formatura, o primeiro emprego, o início da carreira, um possível casamento e o começo da própria família. Nos Estados Unidos, esse livro é voltado para jovens adultos. Mesmo que Mia esteja mais velha, ela ainda é a mesma pessoa. Tem os mesmos medos, obsessões e, como muita gente, tenta encontrar seu lugar no mundo. Eu espero ter escrito um livro para qualquer pessoa, fãs antigos e novos fãs, que possam apreciá-lo mesmo sem ter lido os livros anteriores ou visto os filmes.

Na internet, os fãs antigos são maioria. Você acredita que Mia Thermopolis acompanhou o crescimento das garotas dos anos 1990? Qual o segredo para manter essa relação?
Eu acredito que Mia tem muito em comum com as garotas da idade dela. Isso porque eu conheço muitas garotas de 25 ou 26 anos que estão nas mesmas circunstâncias que ela, mesmo não sendo princesas. Muitas têm incertezas sobre o que fazer com suas próprias vidas, carreiras e romances. Elas sentem como se tivessem bebido um pouco demais e não compreendessem o que preocupa suas famílias, seus pais. Não é tão diferente de como eu me sentia nessa fase da vida. Ou até mesmo de como me sinto na minha idade atual!

No começo dos anos 2000, a construção psicológica da protagonista encorajou as garotas a lutarem contra alguns paradigmas, como padrões de beleza. Mia não era a garota mais bonita, nem a mais graciosa. Você acredita que essa “batalha” seria mais fácil agora, quando o feminismo está mais forte?
Eu espero que sim. Mas, de algum modo, acredito que está piorando. Pelo menos nos Estados Unidos, temos algumas celebridades que insistem em não ser feministas por que não entendem o que essa palavra significa. Para elas, isso parece algo negativo, quando, no fundo, significa exatamente o que a Jennifer Lawrence está pedindo: recompensas iguais por trabalhos iguais. Ainda existe uma enorme pressão para que as garotas sejam as mais bonitas, as mais magras, as mais populares. Isso é algo que percebemos em O casamento da princesa, quando Mia comenta o fato de ser sempre comparada a Kate Middleton. É a comparação entre uma jovem e uma princesa, Mia tem que aprender quem é, enquanto luta contra os paparazzi e os stalkers, tudo isso enquanto é exposta pela mídia. Crescer na era das redes sociais é um fenômeno completamente novo. Essa geração é a primeira a enfrentá-lo. Escrever sobre isso é um desafio interessante e engraçado.

Como as referências modernas acrescentadas ao livro, como seriados do Netflix, ajudam a atrair os leitores atuais para uma história criada há 15 anos?
O casamento da princesa é a história de uma jovem mulher de 26 anos que vive em Nova York e, por acaso, é a herdeira do trono de um pequeno principado europeu. Não havia como contar essa história sem usar referências do mundo atual. São muitas referências atuais que ela, como nobre, precisa conhecer, pois ameaçam seu país. E até mesmo os seriados mencionados ajudam a entender que aquele é o mundo onde os personagens vivem, e que ele é real. Eu acho que as referências à cultura pop ajudam os leitores a reconhecer a si mesmos. Isso dá veracidade à história.

Sobre O diário da princesa, que comemora 15 anos, muitas mudanças ocorreram entre 2000 e 2015. Isso modificaria o que você escreveu, caso o livro fosse construído hoje? Há algum ponto que modificaria, algum conflito ou personagem ao qual daria maior destaque?
Como todos os autores, eu também tenho, certamente, pontos que gostaria de refazer, se pudesse voltar atrás. E faria diferente. John Green mencionou, por exemplo, que o uso da palavra “retardado” em um dos seus livros é algo do qual ele se arrepende. Era uma palavra comum entre alguns jovens dos anos 1990 e início dos anos 2000, mas incomoda os leitores atuais. Eu provavelmente removeria as referências ao ator Heath Ledger ser sexy. Ele era, é claro. Mas sua morte foi tão trágica, que essas menções parecem inapropriadas.

Quais considera as principais diferenças – na cultura, músicas, livros – entre o lançamento original e a edição comemorativa de O diário da princesa?
Há uma referência, num dos livros, em que a princesa Mia está ansiosa para ganhar um pager no Natal. Um pager! Eu li isso recentemente e dei uma boa gargalhada! (Risos) Na verdade, pedi que não mudassem isso, porque é um reflexo preciso da geração em que ela cresceu. E é também uma coisa que uma garota de 14 anos, naquela época, gostaria de ter. Se crianças lerem e perguntarem aos pais o que é um pager, tudo bem. As famílias precisam deixar de lado seus aparelhos eletrônicos e conversar mais. Pelo menos sinto isso aqui, nos EUA.

Quanto aos autores brasileiros, há algum que a inspire mais?
Infelizmente, há poucas autoras brasileiras cujos livros sejam traduzidos para o inglês e estejam disponíveis nos Estados Unidos. E eu gosto de apoiar o trabalho de mulheres escritoras. Clarice Lispector continua sendo a mais acessível nos Estados Unidos. Eu gosto da escrita dela porque é inteligente, misteriosa e me faz pensar no mundo de outras formas, sob novas perspectivas. Adriana Lisboa e Vanessa Barbara também são inspiradoras e têm trabalhos traduzidos para o inglês. 

Além de outros conflitos e aspirações, Mia, protagonista da série O diário da princesa, está sempre buscando a felicidade no amor. Você acredita que essa ainda seja uma busca das mulheres atuais? Ainda é uma prioridade, a realização amorosa?
Oh, querida, agora estou um pouco preocupada com a tradução para o português, em como isso vai soar. Porque eu acredito que, agora, Mia esteja procurando por sua própria realização, sua missão, um encontro consigo mesma, que é o que todas as mulheres – e todos os homens com cérebro – procuram. É o sentido da vida. A felicidade no amor é secundária diante disso, já que não se pode encontrá-la até que você encontre o seu próprio lugar no mundo e a felicidade consigo mesmo(a). Isso não ficou claro nos livros? Se não ficou, preciso falar com meu editor!

Você já declarou, em outras oportunidades, que escreve para os jovens. Você sente que encoraja debates nessa faixa etária? Acredita na literatura como ferramenta de transformação?

Um bom entretenimento também provoca reflexão nas pessoas, mesmo quando não percebem que estão refletindo. Se consegui isso, fico muito feliz. Certa vez, li um comentário de uma criança sobre meus livros, dizendo assim: “eu amo os livros da Meg Cabot porque eles são engraçados e, ao mesmo tempo, sempre aprendo algo com eles, mesmo quando não tenho a intenção.” Ha! Fiquei mais comovida por esse comentário do que por qualquer prêmio que já ganhei.

O que você pensa a respeito das adaptações da Disney para o cinema? Gosta da Mia vivida por Anne Hathaway? Já ventilaram a possibilidade da continuação da série nas telonas?
Eu sei que circularam rumores sobre um terceiro filme durante algum tempo. Meus lábios estão cerrados. Tudo o que eu posso dizer é que Fat Louie amaria se isso acontecesse! E eu, claro, já garanti a minha parte.

A ironia e o sarcasmo são traços marcantes no senso de humor da protagonista. São características suas?
Nem sei do que você está falando… (Risos) Isso foi uma piada. Eu acho, na verdade, que é muito importante não levarmos a vida tão a sério. Muitas coisas ruins acontecem no mundo todos os dias. Para suportar isso, especialmente se você vive na América, um pouco de humor é necessário. Imagino que no Brasil seja do mesmo jeito.    

Sei que sua agenda está apertada no Brasil. Mas se tivesse um tempo extra no país, o que gostaria de fazer?
Pretendia tomar muitas caipirinhas. (Risos) Brincadeira! Não, não é brincadeira. Também gostaria de comprar algumas Havaianas, pois não encontramos mais sandálias boas desse tipo nos Estados Unidos.

Essa mulher é ou não é maravilhosa? Vou dar mil Havaianas e caipirinhas para ela quando conseguir vê-la (o que eu espero que seja ano que vem).

Beijos!!

Laury

[Especial Meg Cabot] Conheça os livros

especial meg cabot

Olá, bonitos! Como vão?

Hoje conheceremos um pouco do trabalho da Meg. E não se assustem com a quantidade, porque essa mulher escreve MUITO! Alguns já foram resenhados por aqui, então confiram. E pode ser, claro, que eu tenha me esquecido de algum, porque ó, é difícil se manter atualizada com a Meg, porque basta a gente piscar e… PUF! Já tem livro novo.

 

Coleção O diário da princesa (Em processo de leitura)
1 – O Diário da Princesa
2 – A Princesa Sob os Refletores
3 – A Princesa Apaixonada
4 – A Princesa à Espera
4 e meio – O projeto da Princesa
5 – A Princesa de Rosa-Shocking
6 – A Princesa em Treinamento
6 e meio – O Presente da Princesa
7 – A Princesa na balada
7 e meio – Sweet Sixteen Princess (não será lançado no Brasil)
7 e 3/4 – Valentine Princess (não será lançado no Brasil)
8 – A Princesa no limite
9 – Princesa Mia
10 – Princesa para Sempre
11 – Royal Wedding (será lançado esse ano)

Guias
1. Lições de princesa
2. Perfect Princess (não será lançado no Brasil)
3. Holiday Princess (não será lançado no Brasil)
4. O presente da princesa

A Mediadora (Lido e AMADO!! <3)
1. Terra das Sombras
2. O Arcano Nove
3. Reunião
4. A Hora Mais Sombria
5. Assombrado
6. Crepúsculo
7. Remembrance (ainda não lançado no Brasil)

Série The Heather Wells Mistery (Em processo…)
1. Tamanho 42 não é gorda
2. Tamanho 44 também não é gorda
3. Tamanho não Importa
4. Tamanho 42 e pronta para arrasar
5. A Noiva é tamanho 42

Série Boy
1. O Garoto da Casa ao Lado
2. Garoto Encontra Garota
3. Todo Garoto Tem (lido)

Série 1-800-Where-R-You? (Lendo…)
1. Quando Cai o Raio
2. Codinome Cassandra
3. Esconderijo Perfeito
4. Santuário
5. Missing You (não traduzido para o português)

Série A Garota Americana
1. A Garota Americana
2. Quase Pronta

Série Avalon High
* Avalon High
* Avalon High:  A Coroação – A profecia de Merlin
* Avalon High: Coronation #2: Homecoming (não traduzido para o português)
* Avalon High: Coronation #3: Hunter’s Moon (não traduzido para o português)

Série Queen of Babble
1. A Rainha da Fofoca (lido, mas já esquecido hahaha)
2. A Rainha da Fofoca em Nova York
3. A Rainha da Fofoca: Fisgada

Série As Leis de Allie Finkle para Meninas
1. As Leis de Allie Finkle para Meninas – Dia da Mudança
2. As leis de Allie Finkle para meninas 2: A garota nova
3. As leis de Allie Finkle para meninas 3: Melhores amigas e rainhas do drama
4. As leis de Allie Finkle para meninas 4: Medo de Palco
5. As Leis de Allie Finkle para Meninas – Garotas,glitter, e a grande fraude
6. Allie Finkle #6, Blast From The Past

Airhead
1. Cabeça de Vento (lido)
2. Sendo Nikki (lido)
3. Na Passarela (esperando alguém me dar o livro de presente hahaha)

Série Girls
* Girls’ Night In (não traduzido para o português)
* Girls’ Night Out (não traduzido para o português)

Série Abandono
* Abandono
* Inferno
* Awaken

Série Insaciável
* Insaciável (lido e esquecido)
* Mordida (momentaneamente furtado pela Bia)

Outros livros
* Ídolo Teen
* Como ser Popular (Lido!)
* Nicola and The Viscount  (não traduzido para o português)
* Ela foi até o fim
* Victoria and The Rogue (não traduzido para o português)
* Formaturas Infernais (Lido e amado)
* Pegando fogo!
* Sorte ou Azar? (Lido!)
* Nossas Rainhas
* O livro das Princesas (Quero de presente!!)
* From the Notebooks of a Middle School Princess  (não traduzido para o português)

Romances (escritos com o pseudônimo Patricia Cabot) – Estou aceitando TODOS de presente.
* A Rosa do Inverno
* A Dama da Ilha
* Aprendendo a Seduzir
* Pode Beijar a Noiva
* Retrato do meu Coração
* Proposta Inconveniente
* Um Pequeno Escândalo
* The Christmas Captive (não traduzido para o português)