[Especial Meg Cabot] Entrevista Uol

especial meg cabotCom a passada da dona diva por aqui, várias entrevistas foram feitas, e eu, obviamente, ando lendo todas na esperança de descobrir algo novo sobre minha escritora favorita. E hoje vim compartilhar com vocês uma entrevista que ela concedeu ao Uol.

Você tem mais de 80 livros publicados, tanto em séries quanto em tramas únicas. Como escritora, qual a diferença na abordagem?

Às vezes a história aparece na cabeça de um escritor e ele sabe que vai levar apenas um livro para contar (como em Avalon High ou O Garoto da Casa ao Lado). Às vezes (como em O Diário da Princesa e A Mediadora),  sei que vai levar vários livros até que a história esteja terminada. Com séries ficcionais, é divertido revisitar mundos e personagens conhecidos. Quando  escrevo um livro único, amo inventar um mundo novo e povoá-lo com personagens novos.

Ao começar uma história, qual a primeira etapa do seu processo criativo?

Primeiro, eu penso no final. Para mim, escrever um livro é como planejar uma viagem. Eu sempre quero saber meu destino final. Mas não preciso saber todos os detalhes antes de começar. Isso seria tedioso.

Antes de ingressar na escrita, você se envolveu com a ilustração. Quando decidiu mudar o rumo da carreira?

Embora eu sempre tenha escrito histórias  (especialmente fanfiction de Star Wars), nunca planejei me tornar uma escritora, porque sempre ouvi que era praticamente impossível ganhar dinheiro. Decidi estudar ilustração, e me mudei para Nova York  quando me formei. Logo descobri que ilustrar é quase tão instável quanto escrever. Felizmente, consegui um emprego como assistente administrativa de um dormitório  na Universidade de Nova York, o que me deu  tempo livre para retomar um dos meus hobbies favoritos: escrever. Eu era muito tímida para enviar meus livros para agentes/editoras, porque tinha medo de que fossem rejeitados. Mas meu marido e amigos me encorajaram. E os livros foram rejeitados literalmente mil vezes, mas como eu não tinha mais nada para perder, continuei escrevendo novas histórias, submetendo-as. E, finalmente, uma foi vendida. E aqui estou eu hoje.

Durante a leitura das suas obras, é fácil se conectar com os personagens. Você sente isso enquanto escreve?

Sempre me sinto próxima do personagem que estou escrevendo sobre, e aquele é  meu favorito. Então eu sigo para o próximo livro, e ele se torna o que mais gosto. Acho que você precisa dizer isso a si mesmo quando está trabalhando em um livro (ou qualquer projeto) ou nunca vai terminar.

Você se tornou Patricia Cabot para sua avó não saber que escrevia temáticas adultas em romances históricos. Também estava preocupada em manter estes livros longe das crianças e adolescentes?

Eu nunca considerei que isso poderia ser um problema, porque nunca pensei que estaria escrevendo livros para crianças e adolescentes. Eu lia vários livros dos meus pais quando criança – os livros de espião do meu pai, os romances da minha mãe – e eles nunca se importaram, porque, quando me sentia desconfortável com o tema do livro, pulava aquela parte ou mudava para outro  (ainda faço isso!). Leitores (mesmo crianças)  são bons em descobrir seus  limites. A única coisa que já me aconteceu como consequência dos meus pais me permitirem liberdade para ler   foi que me tornei uma escritora best-seller.

Você tem livros para crianças, adolescentes e adultos. Como autora, qual a diferença entre as faixas etárias?

Os livros Allie Finkle e From the Middle School Princess  são para jovens leitores, o que significa que são curtos e o tema é apropriado para leitores de oito anos para cima. Para mim, isso significa sem sexo ou profanidade, e uma linguagem mais simplificada, já que você não quer que a criança jogue o livro para baixo em frustração porque ele ou ela não conseguiu entender as palavras. Nos meus livros para jovens adultos, que são para leitores de 12 anos ou mais, geralmente tem-se a marca das 300 páginas, e o tema e a linguagem podem ser mais maduros. Nos livros adultos, pode-se ter mais de 400 páginas, e, basicamente, tudo entra. Mas você tem que manter o bom gosto, é claro.

Celebramos em 2015 o aniversário de 15 anos do primeiro livro da série O Diário da Princesa. Para marcar a data, você escreveu um novo romance, dessa vez sobre o casamento dos protagonistas. Por que resolveu trazer essa parte da história da Mia?

Os fãs têm me pedido por anos para escrever sobre Michal e Mia de novo. Quando  vi o Príncipe William casar com a Kate Middleton, comecei a pensar como seria o casamento deles. Enquanto o  da Kate com o William correu sem nenhum problema, eu sabia que Michael e Mia não seriam tão sortudos. E, claro,  pensei que seria maravilhoso ver Mia e suas amigas com seus 20 anos, lutando para encontrar um trabalho. E estava ansiosa  para ver como a Grandmere estava indo.  Do mesmo jeito,  descobri.

Você é um nome de peso na literatura para jovens adultos. O que mais te motiva a escrever para esse público?

Amo escrever para adolescentes porque eles estão em um momento  em que está tudo bem não ter se decidido sobre quem querem ser e o que vão fazer. Ainda que secretamente muitos de nós, adultos, nos sentimos do mesmo jeito, não somos permitidos a mostrar isso. Mas quando você é jovem, está tudo bem ainda estar aprendendo quem você é, o que você gosta de fazer, o que te deixa feliz. Eu gosto de escrever sobre pessoas que estão descobrindo isso, e acho que é bom para as pessoas que estão aí fora ouvir a mensagem de que está tudo bem não ser perfeito.  Nenhum de nós é.

Você se relaciona bem com os leitores do Brasil no seu blog e Twitter. Mas, em termos da nossa literatura e música, por exemplo, como você se relaciona com a cultura local?

Preciso admitir, o que eu mais gosto sobre o Brasil são as pessoas. Eles são tão calorosos e extrovertidos, e sempre dizem exatamente o que pensam. Já visitei muitos lugares onde as pessoas são tão reservadas, você não pode dizer se gostam de você ou não. No Brasil, definitivamente não tem esse problema. Adoro isso. Claro que também amo a comida – churrasco é o meu favorito, e eu adoro um bom rodízio (falei isso certo? Não me julgue! Você sabe o que eu quero dizer!). Nós não temos isso na América. E quem não ama a caipirinha? Embora eu não possa beber muitas. E sobre escritores e músicos brasileiros favoritos, tenho adoração pela Clarice Lispector, e gosto de colocar Céu para tocar quando tenho companhia para jantar. Isso deixa todo mundo em um bom, relaxado humor.

Fonte.

[Especial Meg Cabot] Entrevista Diário de Pernambuco

especial meg cabotOlá, gatões! Como vão?

O que estão achando do especial? E do novo visu do blog?

Essa semana tudo que se vê é a dona Meg Cabot (ou talvez seja porque eu sou apaixonada nela e esteja procurando várias notícias hahaha) e seguindo esse padrão, o Diário de Pernambuco fez uma entrevista com a diva. Eu adorei a entrevista (Que mulher maravilhosa!) e resolvi compartilhar com vocês.

>> ENTREVISTA: Meg Cabot

Quando você escreveu O casamento real, pensou que se destinava a novos leitores, de uma outra geração? Ou aos leitores que seguiram Mia desde o lançamento de O diário da princesa, há 15 anos?
O primeiro O diário da princesa foi publicado no ano 2000, nos Estados Unidos. Muitos dos leitores daquela fase têm, hoje, a idade da personagem Mia no novo livro, entre 25 e 26 anos. Eles estão encarando os mesmos desafios da vida que ela encara em O casamento da princesa: a formatura, o primeiro emprego, o início da carreira, um possível casamento e o começo da própria família. Nos Estados Unidos, esse livro é voltado para jovens adultos. Mesmo que Mia esteja mais velha, ela ainda é a mesma pessoa. Tem os mesmos medos, obsessões e, como muita gente, tenta encontrar seu lugar no mundo. Eu espero ter escrito um livro para qualquer pessoa, fãs antigos e novos fãs, que possam apreciá-lo mesmo sem ter lido os livros anteriores ou visto os filmes.

Na internet, os fãs antigos são maioria. Você acredita que Mia Thermopolis acompanhou o crescimento das garotas dos anos 1990? Qual o segredo para manter essa relação?
Eu acredito que Mia tem muito em comum com as garotas da idade dela. Isso porque eu conheço muitas garotas de 25 ou 26 anos que estão nas mesmas circunstâncias que ela, mesmo não sendo princesas. Muitas têm incertezas sobre o que fazer com suas próprias vidas, carreiras e romances. Elas sentem como se tivessem bebido um pouco demais e não compreendessem o que preocupa suas famílias, seus pais. Não é tão diferente de como eu me sentia nessa fase da vida. Ou até mesmo de como me sinto na minha idade atual!

No começo dos anos 2000, a construção psicológica da protagonista encorajou as garotas a lutarem contra alguns paradigmas, como padrões de beleza. Mia não era a garota mais bonita, nem a mais graciosa. Você acredita que essa “batalha” seria mais fácil agora, quando o feminismo está mais forte?
Eu espero que sim. Mas, de algum modo, acredito que está piorando. Pelo menos nos Estados Unidos, temos algumas celebridades que insistem em não ser feministas por que não entendem o que essa palavra significa. Para elas, isso parece algo negativo, quando, no fundo, significa exatamente o que a Jennifer Lawrence está pedindo: recompensas iguais por trabalhos iguais. Ainda existe uma enorme pressão para que as garotas sejam as mais bonitas, as mais magras, as mais populares. Isso é algo que percebemos em O casamento da princesa, quando Mia comenta o fato de ser sempre comparada a Kate Middleton. É a comparação entre uma jovem e uma princesa, Mia tem que aprender quem é, enquanto luta contra os paparazzi e os stalkers, tudo isso enquanto é exposta pela mídia. Crescer na era das redes sociais é um fenômeno completamente novo. Essa geração é a primeira a enfrentá-lo. Escrever sobre isso é um desafio interessante e engraçado.

Como as referências modernas acrescentadas ao livro, como seriados do Netflix, ajudam a atrair os leitores atuais para uma história criada há 15 anos?
O casamento da princesa é a história de uma jovem mulher de 26 anos que vive em Nova York e, por acaso, é a herdeira do trono de um pequeno principado europeu. Não havia como contar essa história sem usar referências do mundo atual. São muitas referências atuais que ela, como nobre, precisa conhecer, pois ameaçam seu país. E até mesmo os seriados mencionados ajudam a entender que aquele é o mundo onde os personagens vivem, e que ele é real. Eu acho que as referências à cultura pop ajudam os leitores a reconhecer a si mesmos. Isso dá veracidade à história.

Sobre O diário da princesa, que comemora 15 anos, muitas mudanças ocorreram entre 2000 e 2015. Isso modificaria o que você escreveu, caso o livro fosse construído hoje? Há algum ponto que modificaria, algum conflito ou personagem ao qual daria maior destaque?
Como todos os autores, eu também tenho, certamente, pontos que gostaria de refazer, se pudesse voltar atrás. E faria diferente. John Green mencionou, por exemplo, que o uso da palavra “retardado” em um dos seus livros é algo do qual ele se arrepende. Era uma palavra comum entre alguns jovens dos anos 1990 e início dos anos 2000, mas incomoda os leitores atuais. Eu provavelmente removeria as referências ao ator Heath Ledger ser sexy. Ele era, é claro. Mas sua morte foi tão trágica, que essas menções parecem inapropriadas.

Quais considera as principais diferenças – na cultura, músicas, livros – entre o lançamento original e a edição comemorativa de O diário da princesa?
Há uma referência, num dos livros, em que a princesa Mia está ansiosa para ganhar um pager no Natal. Um pager! Eu li isso recentemente e dei uma boa gargalhada! (Risos) Na verdade, pedi que não mudassem isso, porque é um reflexo preciso da geração em que ela cresceu. E é também uma coisa que uma garota de 14 anos, naquela época, gostaria de ter. Se crianças lerem e perguntarem aos pais o que é um pager, tudo bem. As famílias precisam deixar de lado seus aparelhos eletrônicos e conversar mais. Pelo menos sinto isso aqui, nos EUA.

Quanto aos autores brasileiros, há algum que a inspire mais?
Infelizmente, há poucas autoras brasileiras cujos livros sejam traduzidos para o inglês e estejam disponíveis nos Estados Unidos. E eu gosto de apoiar o trabalho de mulheres escritoras. Clarice Lispector continua sendo a mais acessível nos Estados Unidos. Eu gosto da escrita dela porque é inteligente, misteriosa e me faz pensar no mundo de outras formas, sob novas perspectivas. Adriana Lisboa e Vanessa Barbara também são inspiradoras e têm trabalhos traduzidos para o inglês. 

Além de outros conflitos e aspirações, Mia, protagonista da série O diário da princesa, está sempre buscando a felicidade no amor. Você acredita que essa ainda seja uma busca das mulheres atuais? Ainda é uma prioridade, a realização amorosa?
Oh, querida, agora estou um pouco preocupada com a tradução para o português, em como isso vai soar. Porque eu acredito que, agora, Mia esteja procurando por sua própria realização, sua missão, um encontro consigo mesma, que é o que todas as mulheres – e todos os homens com cérebro – procuram. É o sentido da vida. A felicidade no amor é secundária diante disso, já que não se pode encontrá-la até que você encontre o seu próprio lugar no mundo e a felicidade consigo mesmo(a). Isso não ficou claro nos livros? Se não ficou, preciso falar com meu editor!

Você já declarou, em outras oportunidades, que escreve para os jovens. Você sente que encoraja debates nessa faixa etária? Acredita na literatura como ferramenta de transformação?

Um bom entretenimento também provoca reflexão nas pessoas, mesmo quando não percebem que estão refletindo. Se consegui isso, fico muito feliz. Certa vez, li um comentário de uma criança sobre meus livros, dizendo assim: “eu amo os livros da Meg Cabot porque eles são engraçados e, ao mesmo tempo, sempre aprendo algo com eles, mesmo quando não tenho a intenção.” Ha! Fiquei mais comovida por esse comentário do que por qualquer prêmio que já ganhei.

O que você pensa a respeito das adaptações da Disney para o cinema? Gosta da Mia vivida por Anne Hathaway? Já ventilaram a possibilidade da continuação da série nas telonas?
Eu sei que circularam rumores sobre um terceiro filme durante algum tempo. Meus lábios estão cerrados. Tudo o que eu posso dizer é que Fat Louie amaria se isso acontecesse! E eu, claro, já garanti a minha parte.

A ironia e o sarcasmo são traços marcantes no senso de humor da protagonista. São características suas?
Nem sei do que você está falando… (Risos) Isso foi uma piada. Eu acho, na verdade, que é muito importante não levarmos a vida tão a sério. Muitas coisas ruins acontecem no mundo todos os dias. Para suportar isso, especialmente se você vive na América, um pouco de humor é necessário. Imagino que no Brasil seja do mesmo jeito.    

Sei que sua agenda está apertada no Brasil. Mas se tivesse um tempo extra no país, o que gostaria de fazer?
Pretendia tomar muitas caipirinhas. (Risos) Brincadeira! Não, não é brincadeira. Também gostaria de comprar algumas Havaianas, pois não encontramos mais sandálias boas desse tipo nos Estados Unidos.

Essa mulher é ou não é maravilhosa? Vou dar mil Havaianas e caipirinhas para ela quando conseguir vê-la (o que eu espero que seja ano que vem).

Beijos!!

Laury

Entrevista para o Blog Menina Malvada [18/02/14]

Olá, queridos!! Como vão?

Hoje eu vou trazer um post um pouco diferente para vocês. Mês passado eu estava meio sem fazer nada e resolvi responder a uma entrevista do blog Menina Malvada. Era para eu ter trazido ela aqui para vocês faz tempo, mas na correria acabei me esquecendo. Confiram:

Nome: Laury Alves
Idade: 20
Cidade: Goiânia
Link do Blog: https://maniacaporlivros.wordpress.com/
1 Por que criou o blog?
 
Depois de uma certa idade passei a ser apaixonada em livros e lia cada vez mais, o único problema era que não achava ninguém para comentar e trocar aquela ideia necessária. Eu já acompanhava alguns blogs, então pensei “Por que não fazer um?”. E foi assim que nasceu o Maniaca por Livros, com o título inspirado em uma das promoções do Submarino (mais do que merecido já que ele que me permite comprar tantos livros kkk).
2 Quando Criou o Blog?

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Beijos!

[Bienal do Rio 2013] Lançamento de Quero ser Beth Levitt

bienal rio cobertura

Pensa em alguém que morre de inveja de quem irá na Bienal! Eu! o/

Outro acontecimento lindo que foi confirmado foi o Lançamento de Quero ser Beth Levitt da fofíssima da Samanta Holtz. Com direito até a chaveiro gente! ❤

Quem assim como eu não vai poder ir na Bienal, aproveite que está em pré-venda na saraiva. Eu já comprei o meu e estou torcendo para por um milagre de Deus a Samanta vir fazer um lançamento na minha cidade ou aqui perto (vulgo Brasilia). kkkk

E se vocês ainda não conhecem a Samanta, leia a entrevista dela aqui no blog!!

Samanta Holtz

Beijos!

Laury.

[TCeB] Richelle Mead fala sobre Blood Sisters em entrevista #2

Textos contos e blablabla

Olá meus amores! Como vão?

Eu estou enlouquecendo pelo filme de Academia de Vampiros. E para quem não sabe, as filmagens acabaram! o/

Em comemoração ao marketing promocional o twitter @VAOfficialMovie fez uma entrevista com a Richelle Mead com perguntas enviadas pelos fãs. E o site VAcademyBR como é lindo, traduziu tudo pra gente.

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Questão 1: Os cenários e os atores do filme estão perto do que você imaginava quando você estava escrevendo? #VampireAcademy
Richelle: Sim! Os atores foram uma combinação com o que eu tinha na minha mente, e os cenários, na verdade, superaram o que eu imaginava. Lindo #vampireacademy
Questão 2: O que você acha que é a parte mais importante de fazer uma adaptação de sucesso de um livro em um filme? #VampireAcademy
Richelle: O mais importante é chegar ao coração do que o autor pretendia, ambos com personagens e história. Não se engane: as mudanças devem acontecer. Mas … Se você tem as peças-chave da trama e realmente chega nas personalidades dos personagens (o que eles tem), já estará bem. #vampireacademy
Questão 3: Qual é a sensação de ver seus personagens ganharem vida? Você já pensou isso iria acontecer? #VampireAcademy
Richelle: É incrível! Eu gostaria de poder ter assistido todos os dias de filmagem. Vendo os atores retratarem os meus personagens me fez lembrar do motivo pelo qual eu (e os leitores) os amamos. Autores esperam que isso aconteça, mas ninguém pode contar com isso. #vampireacademy
Questão 4: Você está nervosa / animada para ver a sua ideia na telona? #VampireAcademy
Richelle: Animada. Tudo o que eles fizeram no filme é tão excelente que eu não estou preocupada. Vai ser ótimo. #vampireacademy
Questão 5: Qual cena você está mais ansiosa para ver na tela? #VampireAcademy
Richelle: Minha velha resposta era o final. Mas depois de ver alguns clipes, enquanto visitava o set, posso dizer que agora estou mais animada para ver o primeiro encontro de Rose e Dimitri. Me deixou maluca. Vai deixar vocês loucos. #vampireacademy
Questão 6: Será que os adoráveis ​​atores que interpretam os papéis de Rose e Dimitri tem uma boa química na tela? #VampireAcademy
Richelle: Eles têm! Zoey e Danila realmente capturaram o espírito dos personagens. Acho que ajuda eles serem tão bons amigos fora da tela também. Eles entendem os personagens e um ao outro. #vampireacademy
Questão 7: Há algo que você leu no script que você gostaria de ter escrito você mesma? #VampireAcademy
Richelle: Algumas das piadas! Daniel Waters é hilário e ele entende senso de humor de Rose. Ela tem grandes falas. #vampireacademy
Questão 8: Qual estilo de luta foi a inspiração para os guardiões dos livros e qual o tipo que os atores aprendem? #VampireAcademy
Richelle: Eu não uso um tipo específico. Os guardiões usar um mix que eu peguei emprestado de um monte de livros diferentes. Eu não sei todos os termos para o que eles estão usando no filme, mas eles praticaram muito e está ótimo. #vampireacademy
Questão 9: Até agora, qual foi sua parte favorita da experiência do filme? #VampireAcademy
Richelle: Reações dos fãs. Essa é a minha parte favorita de escrever os livros, e eu estou amando isso com o filme também. #vampireacademy
Questão 10: Se você pudesse ter um pequeno papel no filme, qual cena você gostaria de estar e com quem você gostaria de contracenar? #VampireAcademy
Richelle: Eu não sou atriz! Nem um pouco. Eu preciso de algo muito pequeno, com movimento mínimo e sem falas. #vampireacademy
Questão 11: Qual foi a sua experiência favorita quando você visitou o set do filme@VAOfficialMovie? #VampireAcademy
Richelle: Ver os atores encarnar os personagens. Eu quase chorei assistindo Zoey & Lucy tão belamente sendo Rose e Lissa. #vampireacademy
Questão 12: O que mais te impressionou em sua visita ao set de #VampireAcademy?
Richelle: O trabalho duro que todos, elenco e equipe, estavam fazendo. Trabalhando longas horas, sem perder a intensidade. Ainda mais surpreendente é o quão bem todo mundo se deu e parecia amar o que estavam fazendo. #vampireacademy
Questão 13: Se você pudesse ser qualquer um de seus personagens na série #VampireAcademy, quem você seria?
Richelle: Desculpe, eu não acho que eu quero ser qualquer um deles! Esses caras têm muitos problemas. 🙂 #vampireacademy
Questão 14: Você ficou feliz quando descobriu que Mark Waters (#MeanGirls) iria dirigir & Daniel Waters (#TheHeathers) iria escrever # VampireAcademy?
Richelle: Sim e sim. EU AMO Meninas Malvadas e Heathers. Os Waters Brothers são a minha equipe dos sonhos. Tão, tão talentosos. #vampireacademy
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E para quem não viu, saíram os posters oficiais!! ❤

VA

poster oficial VA

O que acharam? Alguém mais está surtando pelo filme comigo?

Beijos!

Laury.

*Entrevista retirada daqui.

[Entrevista] George RR Martin

George RR Martin

Olá! Como vão?

Não sei se já falei para vocês, mas adoro esse velho barbudo que parece o Papai Noel, chamado George R. R. Martin. E eu também tenho um medo enorme e imensurável dele morrer. Porque convenhamos gente, ele está velho e há anos escrevendo a minha querida série Crônicas de Gelo e Fogo. Mas eu só tenho uma coisa a dizer para ele: se ele morrer sem terminar os livros, eu dou um jeito de ressuscitá-lo. É isso, pronto, falei. kkk Quem concorda comigo?

Mas deixando de falar coisas que não importam agora, vamos ao que interessa. Hoje eu trouxe uma entrevista bela com nosso querido velhinho, onde ele fala um pouco sobre a série de tv, a série de livros, mais livros e sua vida corrida. Não preciso nem dizer que não fui eu que fiz a entrevista, não é? Se fosse minha humilde pessoa aqui, nesse momento eu estaria surtando e teria um vídeo da minha pessoa surtando. kkkk (Falando nisso, faz tempo que não faço vídeos pro blog.)

A entrevista foi retirada do site O Globo. Só pelo amor de Deus não me perguntem quem fez, porque não consegui extrair essa informação preciosa do texto. Mas vamos ao que interessa.

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Depois de três anos trabalhando com a HBO, quais foram os principais desafios de adaptar os livros para a televisão?

Os romances são bastante difíceis de filmar por vários aspectos. São muito extensos e complicados, com muitos personagens, castelos, batalhas, dragões, lobos gigantes e tramas paralelas que se entrelaçam. Tivemos que eliminar alguns personagens, o que destesto fazer, mas entendo ser necessário. Só temos dez horas por temporada; seria muito melhor se fossem 12, mas já contamos com um orçamento enorme comparado com outras séries de TV. Considerando nossos recursos, fomos muito bem.

Em cada uma das temporadas você escreveu um episódio. Qual vai escolher agora?

Já sei qual episódio vou escrever, mas não tenho a liberdade de revelar qual é.

Entendo que, além de você, apenas a HBO sabe o verdadeiro final das “Crônicas de gelo e fogo”.

Disse a Dave e Dan para onde vou, eles sabem as linhas gerais, mas está tudo na minha cabeça.

A temporada atual equivale a primeira metade do terceiro livro, “A tormenta de espadas”. Quantas temporadas serão necessárias para os próximos volumes, “O festim dos corvos” e “A dança dos dragões”?

Bom, essa decisão ainda não foi tomada. Minha esperança é que sejam duas temporadas nas quais possamos combinar “O festim dos corvos” e “A dança dos dragões”, considerando que são livros cujas tramas correm de forma paralela. Estamos falando da quinta e da sexta temporadas, incluindo a sétima. Mas antes precisamos terminar a quarta e esperar que renovem a série.

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Neste momento você trabalha na próxima temporada, viaja para promover “A dança dos dragões”, edita antologias e escreve o sexto livro. Como se organiza para trabalhar em tantos projetos?

(Risos) Sim, é muito trabalho. E a desgraça é que venho nesse ritmo há uns cinco ou seis anos. Tudo foi se juntando como uma bola de neve. Apareceram oportunidades para novos projetos e disse sim a todos; provavelmente foi demais. Também gosto de viajar para diferentes partes do mundo para conhecer meus leitores, ir a convenções e autografar livros. Disse sim a muitos convites. Adoro, mas é difícil viajar. Por isso, atualmente tento abordar um projeto por vez. Ao mesmo tempo, estou aprendendo a dizer não. Assim, estou concentrado em terminar o próximo livro e algumas outras coisas.

Imagino que você odeie essa pergunta, mas como vai o próximo livro, “The winds of winter” (ainda sem título em português)?

Não vou fazer nenhuma previsão. Estou trabalhando nele, estou fazendo progressos, mas é um livro grande. Definitivamente não estará pronto este ano, talvez no próximo. Mas para mim é um passo de cada vez, trato de focar em coisas pequenas, como terminar um capítulo ou uma página. O livro estará pronto quando estiver pronto.

(Muitos leitores estão impacientes para saber o grau de avanço da nova obra, considerando que o quinto volume, publicado em 2011, levou seis anos para ficar pronto. Mas Martin não revela quantas páginas já escreveu. Perguntado sobre qual personagem está escrevendo nesse momento, fica em silêncio, como se para avaliar a conveniência de responder. Até que fala apenas uma palavra, “Arya”, a pequena filha dos Stark.)

Por que Tyrion Lanister, interpretado por Peter Dinklage, é seu personagem favorito?

É divertido escrever sobre ele, pois é um personagem de muita profundidade, cheio de contradições e de grande inteligência. Mas também tem seus próprios demônios e um lado obscuro. Escrever sobre um personagem tão complexo é muito mais fácil do que trabalhar outro que sempre é bom ou sempre é mau.

(O universo criado por Martin foi crescendo ao longo dos anos e a prova disso são os contos “O cavaleiro errante” (1998), “A espada leal” (2003) e “O cavaleiro misterioso” (2010). Os três são ambientados em Westeros, cem anos antes de “Game of thrones”. Seus protagonistas são Sir Duncan (Dunk) e o escudeiro Aegon. Os livros foram publicados em Portugal, mas não no Brasil.)

Em março, durante o lançamento de “Game of thrones” em Hollywood, você disse que estava interessado em escrever outros romances.

Sempre escrevo entre os livros de “As crônicas de gelo e fogo”. Minha intenção é escrever uma série de romances com Dunk e Egg. Agora estou por editar uma compilação com as três primeiras histórias, publicadas originalmente em diferentes antologias. Um outro romance? Provavelmente tenho material para escrever dez ou doze, mas antes preciso terminar “The Winds of Winter”.

Já pensou em escrever livros sobre a juventude de Robert Baratheon e Eddard Stark, personagens chave do primeiro volume da saga?

Não, realmente não (risos). Eventualmente poderia escrever mais romances ambientados em Westeros, mas não sobre esse tema particular. Creio que isso já está adequadamente coberto nas “Crônicas de gelo e fogo” através dos flashbacks e das conversas entre os personagens. Há outros períodos da história, séculos antes, e outras terras, sobre os quais gostaria de escrever.

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Como sua vida mudou com o sucesso dos livros e da série de TV?

Minha vida mudou de maneira positiva, mas também negativa. Tive uma carreira de sucesso por muito tempo e estava acostumado com a forma como levava a minha vida. Mas as coisas mudaram e esse nível de fama é algo que nunca esperei ou antecipei. Estou acostumado a dar entrevistas, falar em público, aparecer em eventos, mas agora tem gente batendo na porta da minha casa, o telefone toca o tempo todo, já não posso ir ao cinema ou sair para comer porque as pessoas me reconhecem e pedem para tirar fotos comigo. Isso me afeta. Há pessoas muito agradáveis entre os fãs, mas são tantos que fica difícil posar para uma foto mais quando você só quer comer um lanche, aproveitar o filme ou seja lá o que estiver fazendo no momento.

Seus primeiros romances foram de ficção científica e terror, mas foi sua saga de fantasia que lhe deu fama mundial. Qual seu gênero favorito?

Gosto de todos. Cresci lendo ficção científica, fantasia, terror. Na minha cabeça todos são sabores diferentes da mesma coisa. William Faulkner, o grande escritor americano ganhador do Nobel, uma vez disse: “A única coisa sobre a qual quero escrever é o coração humano e seus conflitos”. Sempre considerei isso um mantra. Por isso escrevo, e não importa se em minha mente há um dragão ou uma nave espacial, uma luta com espadas ou armas laser ou vampiros. São os personagens que importam, assim tratamos do coração humano e de seus conflitos internos.

Você começou a escrever “As crônicas de gelo e fogo” em 1991. Como imagina a sua vida ao terminar a saga?

Sim, é impressionante a quantidade de tempo que passei trabalhando nela… Essa é uma boa pergunta, porque quando terminar a saga, provavelmente estarei com 70 anos, então talvez pense em me aposentar. Mas realmente não me imagino aposentado, se a minha mente continuar funcionando e eu puder me sentar a frente de um teclado, pois amo contar histórias. Minha cabeça está cheia de personagens e histórias. Tenho ideias para cinquenta outros livros de ficção, fantasia, mistério. Também quero escrever vários contos, sempre gostei de escrever contos, mas por conta da minha carreira não pude fazer isso recentemente. Além disso, gostaria de criar novas séries de televisão. Ou seja, há milhões de coisas por fazer, mas antes preciso terminar “As crônicas de gelo e fogo”. Quando isso terminar, verei o que posso começar.

Muitos fãs esperavam vê-lo na atual temporada. Você fará uma participação na próxima?

(Risos) Gostaria de fazer isso, seria divertido, mas vivo nos EUA e estamos filmando na Europa, principalmente em Belfast, mas também no Marrocos, Croácia, Malta e Islândia. Então, eu teria de viajar e estou muito ocupado. Mas estamos falando sobre isso e gostaria de fazer se aparecer um espaço na minha agenda.

Poderia nos dar uma pista de qual personagem gostaria de interpretar?

Não sou um ator, então seria alguém parado no fundo ou passando por trás, não sei, o que o diretor mandar. Já fiz uma participação no piloto original, mas fiquei fora na edição final. Eu era um convidado para o casamento da Daenerys Targaryen com Khal Drogo. Um dos nobres de Pentoshi, com uma grande barba e um chapéu. Foi divertido.

GeorgeRRMartin

E para os belos que não sabem quem é o nosso querido velhinho, favor se atualizarem, se não estão com vontade de ler livros que parecem a bíblia, comecem a ver o seriado, veja que o seriado é foda muito bom e lembrem que os livros são sempre melhores. Pronto, achou sua vontade para ler cinco bíblias. 😀  O seriado passa na HBO e atualmente está na terceira temporada. E cara, ela está bombando!!

O que acharam da entrevista e do nosso bom velhinho?

Beijos!

Laury.

[Entrevista] Mila Wander

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Olá!! Como vão?

Como prometido, hoje é dia 2 de janeiro e a minha pessoa está de volta, tirando oficialmente o blog do recesso! Sejam bem vindos novamente meus lindos!!

E bem, nada melhor para iniciar o ano como uma entrevista, não acham?

Essa será um pouco diferente das outras, pois será a primeira entrevista que farei sem ler o livro, então me dêem um desconto, ok? Na verdade infinitos descontos. kkkk

Como não posso me concentrar no livro, vou me concentrar no meu segundo principal meio de escolher um livro, conhecendo um autor, então não estranhem se algumas perguntas não tiverem nada haver com literatura, ok? Eu não enlouqueci (ainda)! kkkkk

A Mila eu conheci totalmente por acaso no meio de uma confusão que envolveu um blog literário, um autor e uma critica negativa totalmente desastrosa. E não foi o meu blog, ok? Pretendo nunca fazer o que certo blog fez. Mas enfim, a Mila é muito gente fina (eu copiando o palavriado de uma amiga, mas ok) e bati altos papos com ela. Ela é autora do livro Meu Conselheiro de Luz (vou ver se amanha falo um pouquinho dele aqui com vocês e quando eu ler o livro juro que faço outra entrevista com perguntas pertinentes ao livro, ok?).

E enquanto não lemos seu livro, que tal conhecer um pouco de sua personalidade? Espero que gostem!

– Qual seu meio de produção de personagens? Você se baseia em pessoas que conhece ou eles surgem na sua mente, já prontos, em um belo dia de verão?

Eles surgem na minha mente, já prontos, em um belo dia de verão. Kkkk É sério, às vezes crio um personagem e nem sei o que ele vai fazer… Quando menos percebo o dito cujo já faz parte fundamental da narrativa. É uma coisa bem estranha, confesso, pois nunca sei o que acontecerá nas minhas histórias. Até eu acabo sendo surpreendida.

– O futuro. Coisinha complicada, não? O que você espera do seu?

Espero ser reconhecida pelo meu trabalho. Estarei mentindo se disser que não sonho em conquistar meu espaço, ganhar prêmios literários e ser convidada para festinhas chiques… kkkk Sonho com tudo isso e até me imagino vivendo dessa forma. Pode parecer loucura, mas imaginar que estou me dando bem no que amo fazer me faz viver melhor.

– Acho que essa talvez é a pergunta mais ridícula de se fazer a um escritor, mas nunca se sabe: ler o livro ou ver o filme?

Com certeza ler o livro. Muito mais completo e emocionante. Não há nada melhor do que usar a imaginação!

– Sou apaixonada por comida, mas só sei fazer miojo. Kkkk E você?

Olha, não estou muito distante de você! kkk Mas até que aceito uns desafios culinários às vezes. Coisa pouca, mas a família até que gosta!

– Qual foi o seu primeiro amor por celebridade? Quando você olha ele você pensa: “Onde eu estava com a cabeça?” ou “Fiz a escolha certa!”?

Kkkkkkk Adorei a pergunta! Creio que minha primeira paixão foi pelos Backstreet Boys. Nunca fui tão fã de alguém quanto deles. Hoje em dia não costumo ser fanática por bandas, atores, cantores e etc., mas respeito quem o faz. O que dizer deles? Ainda são uns amores e gosto muito! Meu maior arrependimento foi não ter ido ao show deles que teve na minha cidade ano passado… :/ Devia ter ido relembrar os velhos tempos…

– De onde você tira inspiração para escrever?

Sinceramente? Não sei. A história surge na minha mente e daí tenho que escrever. Algo fica martelando, coçando, e fico angustiada se não atender a esse apelo. É bem doido! Creio que isso é uma coisa que me faz ter certeza de que nasci para escrever.  Que outra explicação teria?

– Se você fosse um livro e precisasse ser classificada, como seria? Romance, comédia, terror… Classificação livre, maiores de 18… rsrs

Acredito que eu seria um romance com classificação livre. Daqueles bem clichês mesmo! kkkk

– Se em um belo dia você acordasse e fosse super famosa, como a Meg Cabot (nada melhor que a minha e a sua escritora favorita como exemplo kk), o que você faria? Como se sentiria?

Meg! *0* Caraca, não faço ideia. Mas ficaria muito feliz e honrada, com a sensação maravilhosa de que meu trabalho vale a pena. Imagine só?

– Como é para você escrever? Alguma vez já quis sair nos tapas com seus personagens?

Escrever para mim é tudo. Sabe, realmente me achei na escrita, como se o tempo todo eu procurasse por algo que desse sentido para minha vida… e tivesse encontrado!

E sim, já quis muito sair no tapa com alguns de meus personagens! Kkkk De outros livros também.

– Os livros que leio tendem a ter um cara perfeito e que não existe. Você também gosta de iludir suas leitoras assim? kkkk

Adoro iludir as leitoras e a mim mesma! O que seria de nós sem esses heróis literários? kkkk

– Por que decidiu ser escritora? Em que momento você disse “É isso que quero da vida!”? Ou esse momento ainda não chegou? Rsrs

Desde que terminei de escrever “Meu Conselheiro de Luz”, disse a mim mesma: eu consigo e quero isso para mim.

– Ser escritor no Brasil não é fácil e qualquer pessoa que tem um mínimo de convívio com livro sabe disso, então como foi essa experiência para você? Como foi superar a historia do “autor brasileiro iniciante”?

Bom, acho que ainda não superei essa história de autor iniciante. É bem complicado a divulgação, as vendas, etc… Foi difícil e ainda está sendo. Creio que ainda terei muito a batalhar para conquistar meu espaço!

– Você tem uma pessoa ou várias que lhe inspiram profundamente?

As pessoas, de um modo geral, acabam me inspirando bastante. Seus comportamentos, gestos, atitudes… Tudo isso é processado pela minha mente e transformado em histórias, nem que seja apenas uma parte dela.

– Sempre que vou escrever alguma coisa, até mesmo uma frase, gosto de colocar uma música para me colocar no humor certo. Você também faz isso? Qual seu top 5 de mais escutadas?

Não faço isso porque só consigo escrever em silêncio. Meus pensamentos, Deus e eu. Somente. Quanto às músicas, eu costumo ouvir antes ou depois, depende muito. Elas acabam me ajudando a pensar nos próximos passos da narrativa, aguçam meus sentimentos para com a obra e traz mais emoção a cada coisa que escrevo. Meus gostos são muito ecléticos e não tenho músicas fixas… Varia muito de livro para livro. Atualmente estou escutando muito Victor e Léo. Há uns tempos atrás nem gostava deles, mas coloquei umas músicas no meu MP4 e meio que viciei em algumas letras. Estão me ajudando bastante.

– Você é escritora e pelo que andei descobrindo, faz mais outras infinitas coisas, mas qual seu talento secreto? Aquele que não tem escrito em nenhum lugar?

Talento secreto? Hum… Acho que não! Pelo menos não consigo me lembrar de nada agora! Sou péssima em esportes, não canto muito bem, nem pinto, nem interpreto… kkk Creio que meus talentos são apenas dois: a escrita e a maquiagem!

– Qual o livro que quer ler desesperadamente?

Ultimamente? Presságio – O Assassinato da freira nua. Estou tão curiosa! Já comprei o meu exemplar e estou esperando os correios dar as caras! Kkk

– Qual o melhor livro de 2012?

Ahh! Li tanta coisa boa! Sério, nem me lembro mais de todos os livros que li, foram vários. Mas acho que “O Pássaro” da Samanta Holtz foi o que mais me marcou. 

*Se você ainda não sabe do que ela está falando, confira a Resenha de O Pássaro!*

– Qual autora ou autor que teve a oportunidade de conhecer e simplesmente amou? (Como AMO colocar as pessoas na saia justa, só pode escolher um! Kkkk)

Olha só, ela vai aparecer aqui de novo: Samanta Holtz. Finalmente a conheci pessoalmente! Ela veio fazer uma sessão de autógrafos aqui em Recife e, com certeza, marquei presença!

*Dona Samanta bombando na entrevista de hoje, se quiser conhecer um pouco mais sobre ela: Entrevista com a Samanta Holtz!*

– E para terminar, qual aquele livro maravilhoso que merecia ser um filme?

Todos os do André Vianco merecia virar filme. Sério, daqueles dignos de Hollywood. Faria mais sucesso do que muitos que vejo por aí. Imagina um filme de “Bento” ou de “Os Sete”? Ia ser PERFEITO! 

***

Não resisti e acabei colocando uns asteriscos perdidos por ai e até que gostei da ideia, quem sabe eu faça mais vezes. 🙂

Mas enfim, dona Mila é ou não é muito gente fina? Estou louca para ler seu livro, li a sinopse e achei super diferente do que a gente costuma ver por aí, o que já ganha pontos extras! rsrs

MUUITO OBRIGADO MILA POR SEU TEMPO, ATENÇÃO, BOM HUMOR E BOM PAPO! VOCÊ É UMA PESSOA MUITO GENTE FINA QUE ADOREI ENTREVISTAR E PASSAR UM BOM TEMPO CONVERSANDO! E ESSA NÃO SERÁ NOSSA ULTIMA ENTREVISTA, OK? ADOREI!!

E para saber mais sobre a Mila, visitem o seu blog!

O que acharam da entrevista pessoas? Estou aprovada nesse tipo de entrevista?

*Prometo que vou para de falar gente fina, ou pelo menos tentarei. kkkk

Beijos!

Laury.