[Especial ACEDE] O Filme – A Culpa é das estrelas

A culpa é das estrelaas

Acabei de chegar do cinema, são 19:36, minha sessão foi as 13:20 e eu ainda estou com dor de cabeça de tanto chorar.

Todo mundo que entra na sala de cinema para assistir A Culpa é das Estrelas sabe que inevitavelmente ao menos uma lágrima irá ser derramada, mas eu não esperava que fossem tantas. Falo com propriedade que eu nunca chorei tanto em um filme como chorei nesse, e olha que já chorei em vários filmes. Nesse eu solucei, fiquei sem ar de tanto chorar compulsivamente. E quando eu achei que havia acabado… bem, não tinha.

Como a vida de Augustus, o filme foi uma montanha russa. Ele subiu, subiu e subiu, até que quando menos esperávamos, ele desceu. E junto desceram as lágrimas.

O filme foi fiel, mas não impecável. Muitas das frases estavam lá, mas nem todas. E alguma eu senti enorme falta.

Talvez a sentença que tenha feito mais falta para mim tenha sido “o amor da minha vida” em uma das cenas finais, quando ambos estão no carro. Senti falta da amiga da Hazel que foi brutalmente cortada fora da equação e também de ex de Gus que simplesmente nunca existiu.

aculpa_dasestrelas

Amei o filme, afinal ele me fez chorar a vida, os atores que fizeram Hazel e Gus foram impecáveis e me fizeram amá-los de forma surpreendente. O sorriso do Gus estava lá e a ironia de Hazel também. Não tivemos tantas frases irônicas como no livro, mas a irônica estava em cada expressão dela.

E a trilha sonora… Meu Deus! A trilha sonora foi magnífica.

Mas como toda adaptação de romances, A Culpa é das estrelas pecou no mesmo lugar. Na mania de tornar os personagens “perfeitos”. Gus não é perfeito, Hazel também não. No livro Hazel diz (indiretamente) que mesmo se eles não terminassem daquela forma, terminariam de outra, porque um amor como aquele não duraria para sempre. E Gus, como a maioria dos garotos, teve um passado, teve uma ex-namorada.

E no filme ele não teve.

A impressão que eu tenho quando fazem essas “adaptações”, vulgo cortes no passado e historia do personagem, é que os produtores e roteiristas pensam que o publico não conseguirá assimilar que as pessoas se apaixonam mais de uma vez. Que Gus pode ter tido uma namorada, mas que isso não diminui o quanto ele ama Hazel. E isso me deixa irritada. Se os amamos nos livros com todas as imperfeições, por que será diferente no filme? Ninguém é perfeito, caramba!

Ok, ok, fim do desabafo. Eu sei que muita gente talvez queira me bater pela “critica” ao filme, mas deixando de lado o amor que tem pela adaptação (eu também gostei), vocês não concordam comigo? Olhando de uma forma fria e tudo mais.

Enfim, senti um enorme corte com o intuito da perfeição e também uma falta básica de algumas partes. Mas tentando entender que uma adaptação nunca é totalmente fiel (o próprio nome adaptação diz tudo kkk), me sinto satisfeita com o resultado e minhas lágrimas foram uma prova disso. Super recomendo!

Dicas finais:

– Não use maquiagem no filme!

– Leve lenço! (Não, um não é o bastante)

– Pegue preferencialmente as ultimas sessões, de forma que você não veja muita gente quando sair da sala de cinema.

– Leve óculos escuros caso você inevitavelmente dê de cara com muitas pessoas.

– Caso não queira usar óculos no shopping (acredite, o óculos é melhor que a cara inchada de choro), saia de cabeça baixa e procure o banheiro mais próximo.

 – Meninas, levem uma base para esconder o nariz vermelho depois.

Sejam felizes! Chorem muito! E me contem tudo depois.

Beijos!

Laury.

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[Resenha — Especial ACEDE] A Culpa é das Estrelas — John Green

A Culpa é das Estrelas

Olá! Como vão?

E aí, viram o filme ontem? O que acharam? O que estão achando do mini especial? Amanhã tem mais!!

E finalmente aquela leitora desnaturada leu o livro de que todos falaram por tanto tempo. Sim, só agora eu li A culpa é das estrelas, graças a minha amiga Bia (um dos amigos maravilhosos que fiz em razão da leitura). Ela me deu de aniversário para que eu pudesse ler e assistir o filme com ela. Com a proximidade do filme, comecei a leitura. E devo dizer que o livro já me surpreender no primeiro capítulo.

Assim que o livro foi lançado li uma resenha que falava que ele era apenas mais um livro cheio de frases de efeito e sem muito a acrescentar; vi dezenas de pessoas falando que choraram muito e tudo isso inevitavelmente me fez adiar a leitura. Tanto por saber que iria chorar (meu passado faz com que basicamente qualquer coisa que envolva câncer me faça chorar), quanto por esperar me deparar com um livro melodramático e carregado.

Mas não foi bem isso que eu encontrei. Tiveram várias frases de impacto? Com certeza. Várias delas que eu precisei marcar, mas não tive um livro melodramático.

Bem, para o caso de alguém não conhecer a estória (o que acho difícil), o livro conta a historia de Hazel Grace uma adolescente com câncer no pulmão que tenta viver os últimos dias de sua vida da melhor forma possível. Ela sabe que vai morrer, mas isso não a torna dramática, pelo contrário, Hazel é realista e sarcástica. Ai como eu amei seu sarcasmo. Me apaixonei por ela nas primeiras páginas.

E o que dizer de Augustus Waters? Ele basicamente me conquistou na sua primeira palavra, na verdade, no seu primeiro olhar. E a medida que ele falava, que ele andava, sua paixão por simbolismos, por metáforas, por viver o agora, por não medir esforços para ter o que queria, por amar a vida e viver… Por simplesmente tudo! Meu Deus, é impossível não se apaixonar por Gus. O Gus foi perfeito em todos os aspectos possíveis e impossíveis e ganhou meu coração.

Agora, o que dizer sobre o resto? Bem, o resto é muito bom. Isaac é ao mesmo tempo dramático e cômico e azarado e tanta coisa ao mesmo tempo que se torna adorável. Kkk Os pais da Hazel são muito amor, mas eu particularmente não gostei muito dos pais do Gus. Nossos santos não bateram. E tem Peter Van Houten…

Sabe aquela pessoa que você admira a vida toda e seu maior desejo é conhecê-la? Pois então, esse é Peter Van Houten para Hazel. “O” cara, mas no final não tão grande assim. Mas apesar de tudo eu gostei dele, não dele em si, mas o que ele nos ensina. De como diz que as pessoas não são perfeitas, são apenas humanas como qualquer outra e quanto mais você as coloca em um patamar elevado, maior a chance de se decepcionar. E sim isso é uma grande lição, apesar de batida.

Ok, ok, agora falemos da parte que eu passei raiva, porque nenhum livro é realmente perfeito.

Sabe, meu conceito de amor é bem utópico, o que faz com que eu tenha uma preguiça absurda com muita coisa que vejo e leio. O que isso significa? Significa que amor é amor e pronto, se os dois estão naquilo felizes da vida não tem porque dar errado. E é com essa ideia que a Hazel perdeu alguns pontos comigo ao dizer que o relacionamento dela e do Gus não duraria. A situação fez com que eu ficasse com ainda mais raiva, mas não comentarei mais para evitar spoilers.

A culpa é das estrelas é aquele livro que faz você chorar sem nem mesmo perceber e eu chorei. Na verdade, eu solucei. E ainda ando meio sensível graças a ele, o que significa que ameaço chorar com qualquer pequena menção ao livro. O trailer do filme então…

Bem, não é algo que vá acrescentar algo surpreendente na sua vida, mas tem sempre aquela coisa de viva agora, dê valor a tudo — principalmente família, amigos verdadeiros e saúde —, corra atrás dos seus sonhos.

O livro é lindo, NÃO é melancólico e todas as lágrimas derramadas são provenientes de eventos dolorosos e não por forçar e barra. Recomendo!

SELINHOOO!! \o/

selinho awn de qualidade1

P.s.: Senti que a resenha ficou meio estranha e diferente das outras, mas talvez seja porque faz um tempo que não escrevo e tenho que voltar a me acostumar.

O que acharam da resenha? Qual foi a experiência de vocês com ACEDE?

Beijos!

Laury.

[Notícias] Atores selecionados para filme de A menina que roubava livros

Noticias

Olá!! Como vão?

Parece que anda em falta roteiros bons para o cinema, pois estão cada vez mais se voltando para a nossa literatura e suas estórias (não que eu ache ruim, claro). E dessa vez o alvo foi o livro “A menina que roubava livros”. Não cheguei a terminar de lê-lo, mas gostei muito de tudo o que li.

A notícia não é das mais novas, mas eu só vi por agora, então está valendo. kkk

Tem estreia prevista para 2014 nos Estados Unidos (segundo site IMDb). A adaptação será dirigida por Brian Percival (Downton Abbey) e é uma produção de Karen Rosenfelt e Ken Blancato.

Liesel Meminger será interpretada pela atriz franco-canadense Sophie Nélisse. Geoffrey Rush (indicado ao Oscar por O discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina) viverão seus pais adotivos.

 

E ai, aprovaram as escolhas?

Beijos!

Laury.

*As fotos e informações foram retiradas daqui.

[Notícias] Atores selecionados para filme de A Culpa é das Estrelas

Noticias

Olá!! Como vão?

Bem, um livro que fez muita gente surtar foi ” A Culpa é das Estrelas”. Eu não li, porque sei que vou chorar por causa do tema, ainda que já tenha lido muita resenha negativa também. Mas só o fato de falar de câncer já me faz saber que vou chorar, então nem leio.

Mas para os apaixonados, vim trazer a notícia (meio atrasada) de que vai ter filme e atores já foram selecionados. Vamos conferir?

“A adaptação cinematográfica de A culpa é das estrelas será dirigida por Josh Boone (Stuck in Love) e produzida por Marty Bowen e Wyck Godfrey, a dupla responsável pela Saga Crepúsculo. O roteiro é de Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos que assinam (500) dias com ela.”

Shailene Woodley interpretará Hazel Grace.

Ansel Elgort interpretará Augustus Waters.

Nat Wolff interpretará Isaac (grande amigo de Augustus) e  e Laura Dern foi escolhida para viver a Sra. Lancaster (mãe de Hazel Grace).

E ai, o que acharam? Vocês que leram o livro concordaram com as escolhas?

Beijos!

Laury.

*As fotos e informações foram retiradas daqui.

[Resenha] Um Dia – David Nicholls

Um Dia

Sinceramente a minha vontade é não fazer a resenha desse livro, pelo menos não agora, porque WTF?, o que esse David Nicholls sente?

Escolhi o livro com uma idéia fixa de como ele seria, inicio, meio e fim, mas pela minha revolta, dá para imaginar que não foi bem assim, não é? E olha que eu já sabia de um fato muitíssimo importante que iria acontecer. E já respondendo a pergunta que surgirá, não, eu não vi o filme.

Bem, Um Dia conta a estória de Dexter e Emma. Em e Dex, Dex e Em. Mas fugindo um pouco dos romances normais que vemos, esse conta vinte anos da historia deles, da formatura a “velhice”, usando como base sempre o mesmo dia. 15 de julho.

Em e Dex são os perfeitos opostos, ela certinha, ele nem tanto. Ela busca uma vida que realmente faça a diferença, é engajada politicamente, gosta de ler e se formou com méritos, enquanto ele, bem, ele quer curtir a vida. E o fato é: por mais que eles sejam extremamente diferentes, você passa o livro todo praticamente implorando para que eles fiquem juntos.

A maioria das minhas revoltas com livros acontecem com o final, e nesse não foi diferente. Como disse uma colega de leitura minha, senti que eu tinha comprado o livro errado, uma cópia falsificada, sabe? Na qual eles mudam o texto para ser diferente do verdadeiro. Rsrs Sério, eu li a frase que destruiu a minha vida e me fez querer matar o autor umas dez vezes, depois fechei o livro e fui respirar.

Mas apesar de tudo Um Dia merece seu mérito, ele é realista, a verdade nua e crua. Sabem aquelas pessoas que você olha e pensa: Eles farão um belo casal, mas daqui alguns anos? Um Dia se trata disso: escolhas e maturidade. Dex completa Em, e Em completa Dex, mas ele não tem a maturidade suficiente para aceitar isso e ela sabe. Ela sabe que por mais que ela ame ele, eles não darão certo, não naquele momento. Um Dia mostra que nem sempre o amor é suficiente.

A estrutura também é memorável, mostra o quanto tudo pode mudar em um ano. E como muda!! No inicio está tudo tranquilo, mas tudo se torna mais denso com o decorrer da estória e a partir de certo momento você tem medo de começar o próximo capítulo. Cada primeira página de um novo ano é repleta de tensão, com você torcendo para que dessa vez, ao menos dessa vez, tudo dê certo.

E pelo enorme desejo que tinha de tudo dar certo, acabei fechando o livro umas cinco vezes de pura raiva e ódio mortal. Com uma pergunta simples: Por que tudo tinha que dar errado? O livro me deu raiva, muita raiva, mas felizmente ou infelizmente não posso dizer que não gostei, porque gostei. Gostei de mais!

Além do Dex e da Em, existem todos os amigos da faculdade, os pais de ambos, namoradas do Dexter (muitas, diga-se de passagem) e colegas de trabalho. Meus sinceros amores aos pais de ambos e a fofa da Jas, ela é um amor! E o que eu aprendi com o Dexter e a Emma foi que a imaturidade estraga tudo, totalmente. E odeio mortalmente o Dexter por isso, mas também o amo na mesma intensidade, mesmo sendo um idiota.

E como o final não me agradou, nada de selinho para Um Dia, porque nem sempre a realidade tem um selinho Awn de qualidade, ainda que fosse extremamente legal se ela tivesse. kkk

[AVISO IMPORTANTE DE SPOILER, SE VOCÊ NÃO LEU O LIVRO E NÃO QUER SABER O FINAL, FAVOR NÃO SELECIONAR A PRÓXIMA FRASE QUE SE ENCONTRA NA COR BRANCA, GRATA!]

Alguém pode me dizer o que o autor estava pensando quando matou a Emma e como ele pôde fazer isso em uma frase? O que foi aquilo? E ela nem pôde ter o filho que queria! Ela morreu sem ter um filho com o Dexter! WTF?

[FIM DE SPOILER]

Capa antiga ;)

Capa antiga 😉

O que acharam? Já leram?

Assim que eu assistir o filme, deixarei aqui minhas opiniões. 🙂

Beijos!

Laury.

[Resenha] Deslembrança – Cat Patrick

Não me esqueci de vocês viu!! A resenha está saindo meio muito atrasada, mas está saindo. rsrs Desculpe e espero que aproveitem.

-*-

O livro conta a historia de London Lane (não sei por que, mas esse nome me lembra o barulho de um sino tocando), que é uma garota de 16 anos que não tem nenhuma recordação do seu passado. As únicas coisas das quais se “lembra” ainda vão acontecer. Confuso, não? Ela sabe o que vai acontecer, mas não sabe o que já aconteceu.

O fato é: para não ficar totalmente perdida a respeito da sua vida, toda noite antes das 4h33min (o horário que suas memórias se apagam) ela escreve bilhetes para si. Os bilhetes funcionam como se fossem o cérebro dela, não só falam de acontecimentos como também a roupa que ela usou e coisas que professores pediram para a próxima aula. As únicas pessoas que sabem desse probleminha são: a mãe dela (adorei ela) e a melhor amiga (Jamie Connor).

O primeiro fato marcante é o aparecimento de um garoto (Luke) que dá muito pano pra manga, ou melhor dizendo, muitos capítulos para o livro. Mas acho que posso chamar ele de acessório (um lindo acessório de olhos azuis, mas ainda um acessório kkkk), porque o que faz com que a historia se desenvolva mesmo é a “lembrança” de um enterro, que faz com que a cada dia ela procure descobrir de quem é. Ah, ela não consegue se lembrar do Luke, mas não consegue mesmo, nem passado, nem futuro (nem pense em me perguntar porque, pois terminei o livro sem saber). Não pude deixar de lembrar da Bela (de crepúsculo, claro), que apesar do Edward ser super foda habilidoso em ler os pensamentos dos outros, ela era imune. Mas esqueci disso rápido.

 Mas vamos ao que interessa.

O livro mostra os altos e baixos do relacionamento da London com a Jamie (BFF), e eu senti muita raiva em algumas partes desse relacionamento. Por que se fosse uma amiga minha que tivesse se metendo em uma burrada que eu soubesse que acabaria mal, eu faria tudo para evitar e mesmo que ela não quisesse, contaria o final da historia. De verdade, ela poderia nunca mais falar comigo e me odiar eternamente, mas eu saberia que estava fazendo o melhor para ela, a salvando. Mas enfim, cada um faz as próprias escolhas, e apesar de eu não ter gostado das escolhas iniciais da London a respeito disso, no final eu gostei e ri muito do esquema de fofoca no ensino médio (mal saí dele e já sinto falta).

Uma coisa que achei interessante nesse “problema” dela é que sempre se pode esquecer coisas dolorosas ou até mesmo inúteis. Apesar de que depois deve ser irritante descobrir que você mentiu para si mesma na maior cara dura.

ADOREI o primeiro encontro dela, queria um pra mim! E caramba, o que você faria se um menino LINDO te falasse que era casado com você em uma vida passada? Acho que eu derretia. Kkkk

O livro me lembrou aquele filme “Como se fosse a primeira vez” em varias partes, quando não se conhece quem se conhece, mas acho que seria difícil não lembrar, não é? O que eu achei o máximo mesmo foi a mãe, que apesar de ocupada com o trabalho, sabe os detalhes da vida da filha. E detalhes mesmo, até briguinhas que teve no colégio, que a filha contou e ela se lembra. Acho que se eu perguntar de alguma briguinha que já tive no colégio para a minha mãe, ela vai me olhar com aquela cara “Você bateu a cabeça? Como acha que vou me lembrar disso.”. (kkkkkk)

Tudo isso que já falei foi meio que a introdução (digo meio, porque dura até mais da metade do livro), que eu li meio que arrastando, meio que gostando, no estilo “Vamos ver o que vai dar”. E valeu a pena, depois disso tive que usar o marca pagina para evitar que não lesse na frente para descobrir logo o que ia acontecer.

Do nada o livro virou um romance policial. Sério, com direito a assassinato, seqüestro, trafico e tudo mais. Fiquei “OMG!” e deu um UP maravilhoso no livro, foi revigorante. Tive meus momentos “Ai, eu vou chorar”, mas nada para soluçar. E depois do UP e do desenrolar das coisas o fato foi que as paginas foram passando e nada de parecer que o final estava chegando (tive até medo de não ser volume único e sim mais uma série e CHEGA de series na minha vida!), mas no final ele chegou e comemorem VOLUME ÚNICO!

Não vou falar que não gostei do livro, porque gostei, achei divertido e tudo, mas demorou para ter o momento UP e achei que o final deixou a desejar. Todas as pontas de juntam? Sim, mas algumas só se juntam no futuro que ela “lembra”. Quando o livro acaba elas ainda não aconteceram. Acho também que o final da historia e muita gente ficou vago. Afinal, o que vai acontecer depois? Ela não disse. Alem disso, algum dia ela vai ter memórias reais?

Teve umas falhas sim, mas que livro não tem? Eu sei que gostei e até leria de novo se tiver com tempo, achei algumas situações muito engraçadas e fui muito com a cara da autora.

É isso. Já tiveram a oportunidade de ler esse livro? Gostaram? Concordam ou discordam de mim?

Beijos.

Laury.

[Noticias] Lançamentos

Olá! Como vão?

É minha gente, segundo semestre chegou com tudo, não? E com ele novos lançamentos. Vamos conhecer alguns dele?

Lançamentos  Ficção e Não ficção

4 horas para o corpo, de Timothy Ferriss – Não ficção
A arte de viajar, de Alain de Botton – Não ficção
Argo, de Tony Mendez e Matt Baglio – Não ficção
Caixa preta, de Jennifer Egan (e-book) – Ficção
Cinquenta tons de cinza, de E L James – Ficção
Cinquenta tons mais escuros, de E L James – Ficção
Cinquenta tons de liberdade, de E L James – Ficção
Esposa 22, de Melanie Gideon – Ficção
Guerra e spray, de Banksy – Não ficção
Homem-máquina, de Max Barry – Ficção
Inferno: O mundo em guerra 1939-1945, de Max Hastings – Não ficção
Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey, da Condessa de Carnarvon – Não ficção
O colapso de tudo, de John Casti – Não ficção
O mundo de Downton Abbey, de Jessica Fellowes – Não ficção
O pesadelo, de Lars Kepler – Ficção
O segundo suspiro, de Philippe Pozzo di Borgo – Não ficção
Paris x Nova York, de Vahram Muratyan – Não ficção
Selvagens, de Don Winslow – Ficção
State of Wonder, de Ann Patchet – Ficção

Lançamentos – Ficção para jovens

A ascensão do Nove, de Pittacus Lore (série Os Legados de Lorien – livro três)
A sombra da serpente, de Rick Riordan (série As crônicas dos Kane – livro três)
Amanhecer, de Stephenie Meyer (edição especial com capa inspirada no filme)
As crônicas dos Kane: Guia de sobrevivência, de Rick Riordan
Como partir o coração de um dragão, de Cressida Cowell (série Como treinar o seu dragão – livro oito)
Feita de fumaça e osso, de Laini Taylor (série Feita de fumaça e osso – livro um)
Floresta dos Corvos, de Andrew Peters (série Floresta dos Corvos – livro um)
Gelo negro, de Andrew Lane (série O jovem Sherlock Holmes – livro três)
Murmúrio, de Alyson Noël (Série Riley Bloom – livro quatro)
Os arquivos perdidos: Os Legados do Número Nove, de Pittacus Lore (e-book complementar da série Os Legados de Lorien)
Puros, de Julianna Baggott (série Puros – livro um)
Unholy Night, de Seth Grahame-Smith

 

 

Procura-se um marido – Carina Rissi (Data de Lançamento: 25/09/2012) -> Já dá para comprar aqui.

 

Que eu vi pelas editoras da vida é isso, mas assim que eu ver mais coloco aqui.

Quais dessa lista vocês esperam ansiosas? Eu quero uns 5, mas sabe como é, tenho que esperar terminar os da Bienal primeiro, já basta ter que resistir as MARAVILHOSAS promoções da Submarino essa semana.

Mas então gente, depois venho aqui falar mais da Bienal. E não se esqueçam, o blog está voltando ao normal (pós-Bienal) e amanha já tem resenha normalmente. E não, não é livro da Bienal, mas a de semana que vem acho que já vai ser.

Beijos para vocês.

Laury