[Divulgação] O gigante enterrado – Kazuo Ishiguro

Divulgação

O gigante enterrado

Kazuo Ishiguro

O gigante enterrado

Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova – será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une?
Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R. R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra. Entre a aventura fantástica e o lirismo, O gigante enterrado fala de alguns dos temas mais caros à humanidade: o amor, a guerra e a memória.

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[Resenha] Acesso aos Bastidores – Olivia Cunning

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Olá! Como vão?

Quando eu comecei a ler Acesso aos Bastidores eu meio que já sabia o que poderia encontrar na trama, mas com certeza eu fui surpreendida com as partes de sexo UAU.

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Quando você começar a ler esse livro, lembre do que vou te dizer agora: acontece muito sexo na estória! E de vários tipos. Nada sadomasoquista, mas o sexo vai estar presente e vai ser bastante explicito! É um romance com sexo explicito. Eu estou dizendo isso, porque eu li vários comentários de pessoas que acharam que leriam um romance e ficaram “revoltadas” por ter sexo explicito. Então, passo logo essa informação para que ninguém fique chocado depois.

Myrna é uma linda professora de psicologia sexual que teve um casamento abusivo, e isso a traumatizou profundamente, fazendo com que ela tenha problemas de auto estima (principalmente como mulher em uma relação sexual). Myrna por ser uma psicologa sexual tem uma mente aberta e muito conhecimento sobre a área.

Quando Myrna estava em um hotel, dando uma palestra, ela encontra sua banda favorita no bar, os Sinners. O guitarrista da banda, o Brian Sinclair, chama a atenção de Myrna, e ela tomando de toda a sua coragem, vai ao encontro da banda. Todos prestam atenção nela, menos (claro) Brian que está bêbado de e triste de mais para sequer perceber Myrna.

O ponto alvo da estória, além desse romance, é de como relacionamentos passados podem ficar presos no nosso presente, não deixando aproveitar a vida e nem um futuro relacionamento. A nossa mente é ótima em pregar peças e podemos ver isso, varias vezes, em Myrna, na sua hesitação como pessoa e mulher.

Logo no começo da estória conhecemos todos os personagens e suas personalidades. Sedric, o vocalista cafajeste da banda. Jace, o baixista que parece ser sempre tímido, mas que não é e tem seus segredos. Eric, o segundo (ou talvez terceiro) que ficou louco pela Myrna. E para finalizar, mas não menos importante: Trey Mills, o segundo guitarrista, o cara que é um grande safado e também um grande amigo de Brian.

Os personagens da estória se relacionam bem entre si, e são bastante amigos. Amizade e safadeza você vai encontrar sempre nesse livro. Mas você também vai encontrar personagens com problemas emocionais, que tem uma amizade onde um sempre faz de tudo (a sua maneira) para ajudar o outro. São como irmãos que sempre querem proteger um ao outro para que nada de ruim aconteça a eles.

Bom, se eu gostei? Eu gostei MUITO! Tanto que eu já fui atrás dos outros livros e me viciei na série.

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Se você gosta de romance com, não uma pitada, mas uma boa temperada de sexo, você vai gostar desse livro.

E você já leu? Deixe seu comentário e sua opinião se gostou ou não.

Beijos até a próxima.

Ceci

[Resenha] Ligue os Pontos: Poemas de Amor e Big Bang – Gregorio Duvivier

Resenha

Hola, amigos! Como estão?

Parece que faz tanto tempo que fiz a última resenha aqui que já to com saudade de vocês! E hoje eu estou aqui pra falar sobre (e recomendar) o livro que foi, até agora, a minha maior surpresa literária do ano de 2015.

Estou falando de Ligue os Pontos: Poemas de Amor e Big Bang, do lindo (sim) Gregorio Duvivier.

Ligue os Pontos Poemas de Amor e Big Bang Gregorio Duvivier

As pessoas que me conhecem com certeza levantariam uma sobrancelha ao ver que o livro é esse. Nada contra o autor, nem nada disso. Mas por ser um gênero literário com o qual não tenho a menor intimidade: poesia.

Eu não diria que não gosto de poesia e nem que nunca tive vontade de escrever poemas. A grande questão é que nunca consegui me apaixonar de verdade por eles, ou de me interessar de verdade. Como se pra mim, como leitora e aspirante à escritora, a poesia não fizesse sentido, entendem? Minha teoria é que não sou sensível o suficiente para apreciá-la como se deve.

Admiro quem escreve poemas e consegue transformar versos em paixão. Admiro também quem entende e sabe usar métrica. Até por que, vamos combinar, é muito difícil. Inclusive, um dos meus textos preferidos da vida é o Soneto da Fidelidade, do meu querido e amado e idolatrado Vinícius de Moraes.

Mas, como diria a Laury: “Foco, Bia. Foco”. Voltemos ao livro do Gregorio.

Comprei esse livro pra dar de presente para alguém que gosta muito de poemas. Escolhi esse por curiosidade, já que, de tão acostumada a ver o Gregório, com graduação em Letras e ex de Clarice Falcão (para quem ele dedica o livro de uma forma muito linda) no canal Porta dos Fundos, queria saber do que mais o carioca era capaz.

E fui bem surpreendida. Comecei a ler antes de começar a escrever a minha dedicatória e só fui capaz de largar o livro quando ele chegou ao fim, deixando aquele gostinho de quero mais.

A poesia dele não tem nada do que nos acostumamos a ler, principalmente nas aulas de Literatura na escola. Os poemas de Gregorio não obedecem aquela ordem de rimas, nem tem linguagem absurdamente rebuscada e difícil. São divertidos na maioria das vezes e falam das besteiras mais cotidianas, como aquelas paixões súbitas que se tem entre as seções de um supermercado.

O livro é dividido em duas partes: Cartografia Afetiva, com poemas que nos mostram bairros do Rio de Janeiro, assim como ícones cariocas, e Aprender a Gostar Muito, com textos sobre música, amor e big bang. Eu diria que essa segunda parte foi inteiramente escrita para Clarice Falcão.

Para deixa-los com vontade de ler, compartilho o meu poema preferido do livro todo:

num dia ensolarado, eu disse,

você pode ouvir o big bang até

hoje, eu li num jornal, até hoje,

é um barulho ensurdecedor, eu

disse, mas como é, você disse,

como é que não estamos ouvindo

nada agora, você disse, mas nós

estamos ouvindo ele agora, eu

disse, só não estamos escutando,

porque sempre ouvimos, desde

pequenos, mas se ouvíssemos

agora pela primeira vez seria

ensurdecedor, eu disse, e você

de repente disse, e eu nunca

me esqueci, disse que talvez por

isso as pessoas não se entendam

direito, por causa do estrondo,

e nós voltamos a ouvir música,

e ninguém disse mais nada.

 (e eu pensei: talvez por isso

a música – para calar o estrondo)

Fiquei tão apaixonada por esses dois versos que devo tê-los copiado em todos os lugares possíveis.

Quanto à edição do livro, só posso dizer que foi muito bem cuidado e editado, mesmo tendo capa e páginas simples. Uma edição que vale a pena ter, como tantos títulos da Companhia das Letras.

Esse livro, e a sutileza da escrita de Gregorio, me fizeram ir atrás de outros títulos dele e de mais poesia. Talvez, com Ligue os Pontos, eu tenha me identificado – finalmente – com poesia. Recomendo fortemente esses versos sobre amor, Rio de Janeiro e Big Bang.

Espero que tenham gostado dessa resenha!

Até a próxima!

Beijos de luz ^^

Bia

[Notícias] Resumo da Semana

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Olá pessoas lindas e maravilhosas! Hoje eu venho com as noticias da semana entre cinema e livros.

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Eventos

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Como já foi anunciado no instagram, a escritora Julia Quinn (que para muitos fãs de estórias de época e romance é uma Rainha) vai vir para a Bienal do Rio de Janeiro nesse ano, a confirmação veio pelo o jornal O Globo e pela Editora Arqueiro. Quem está ansioso para ver ela de pertinho levanta a mão. o/

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Editoras

306241_10150616493396408_850347247_nO Grupo Companhia das letras vai abrir um selo em Portugal, a partir de fevereiro em parceria com a Portugal Pinguim Randon House. A editora vai lançar autores brasileiros, portugueses e de outras nacionalidades. O primeiro livro a ser lançado pela editora será o romance O irmão alemão de Chico Buarque. 

Leia mais.

Fonte: Companhia das Letras

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Livros

O e-book Fiquei com um famoso da (linda) escritora Thalita Rebouças, está disponível gratuitamente nas lojas virtuais, veja a sinopse do livro:

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A história é narrada por Camila Fernanda, fã ardorosa de uma banda adolescente que teve sucesso fulminante, mesma banda que protagoniza a história do livro 360 dias de sucesso. Camila Fernanda acompanhou toda a história da banda, desde o primeiro clipe, assistiu a inúmeros shows e conheceu seus ídolos pela internet e também ao vivo. Apaixonada por Pedro, o guitarrista, Camila realiza o sonho de ficar com ele. No entanto, esse sonho trará muita dor de cabeça para ela e para Pedro, que namora Babi.

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Falando em Thalita Rebouças, em seu mais novo projeto “Fala sério, irmão“, ela,  como filha única, pede ajuda dos seus fãs para entender o relacionamento entre irmãos. Em uma entrevista ela disse que decidiu arriscar. Nesse novo projeto vai contar a estória da Malú personagem principal, com seus irmãos Mamá e Malena.

Fonte: Editora Rocco e OGlobo

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Suzzana Collins escritora de Jogos Vorazes vai lançar em fevereiro Um ano na Selva, a estória é uma autobiografia da infância da autora, e chega nas livrarias pela Editora Rocco Pequenos Leitores.

Leia mais.

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Cinema

Essa semana saiu os posteres de Insurgente! Quem está animado para ver o Quatro no cinema?

Os posteres estão muito lindos, eu gostei bastante.

poster11E olhe só: stills do filme! UAU!

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Fonte e mais informações.

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50tons

Está quase chegando nos cinemas o filme 50 tons de cinza. Essa semana saiu uma noticia sobre uma das cenas do filme, mas precisamente uma das cenas que não estaria no filme, a cena em questão é do absorvente interno.

Para aqueles que não sabe (como eu não sabia, e tive que perguntar) é uma cena que Christian Grey tira um absorve interno da personagem Anastasia, eu não sei se devo falar mais além do que isso… Mas vamos dizer que eles se “divertem” depois, se é que vocês me entendem…

E também tem um novo trailer do filme onde Anastasia conhece a família do Sr. Grey. Assista o trailer:

É isso, o que acharam da atualização da semana? Tem mais alguma coisa que queriam ver por aqui e não viram? Perderam alguma dessas notícias?

Beijos!

Cecí.

[Resenha] O menino do pijama listrado — John Boyne

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Um dia eu me apaixonei por história e logo depois perdi boa parte da minha fé na humanidade. A cada século, a cada pedacinho de história é como se o mundo passasse por uma temporada no inferno. Sempre diferente. Sempre devastadora.

Não ouso dizer que o Holocausto foi o pior momento da história da humanidade, mas com certeza foi um dos piores. Um genocídio que começou com a genuína ideia de reerguer uma nação. Porque sim, o que Hitler fez pela Alemanha ao fazê-la deixar de ser um país e transformá-la em “mãe” foi fundamental para ela ser o que é hoje, para não ter se transformado em apenas pó após tantos Tratados que a destruíram. Mas a que preço foi tudo isso? Quanto vale a estabilidade de uma nação? Quantas pessoas morreram por causa de um homem louco, ambicioso, mas ao mesmo tempo extremamente inteligente?

Bem, O menino do pijama listrado é simplesmente esplendoroso. Não é o primeiro e nem o ultimo livro que falará sobre a Alemanha nazista, mas diferente de tudo que eu já li a respeito, esse é um livro que não arreganha a verdade na sua frente e simplesmente mostra o quanto o holocausto foi terrível. Não, esse livro é extremamente singelo e delicado. Ainda que a narração seja em terceira pessoa, ela é uma narração infantil, assim como o nosso protagonista.

Por causa do filme, 99% das pessoas que pegam esse livro já sabem do que ele se trata, mas ele foi um livro construído para não se saber absolutamente nada até que seja realmente necessário. Ele foi feito para vermos o mundo como o Bruno, uma criança de nove anos que um dia descobre que deve mudar de Berlin junto com toda a família, seguindo o pai e seu trabalho.

Fiquei encantada com a decisão do autor de nos cegar e às vezes até parava a leitura para contemplar isso, para pensar em como ele era genial. Enquanto você lê, você se transforma em uma criança, pensa como ela, vê como ela. Algumas pessoas podem pensar que a escrita “infantil” é por inexperiência do autor ou uma escrita ruim, mas tudo não passa de uma estratégia.

Nomes tão marcantes para quem conhece a história são pronunciados e ecoados na mente de uma criança. “Fúria”. “Haja-Vista”. Cada detalhe é pensado para que apenas aos poucos realmente percebamos onde estamos. Para que o horror choque ainda mais pelos olhos de uma criança que chora ao ver alguém apanhando, que não entende porque um médico não pode mais ser médico, porque duas pessoas iguais são apontadas como tão diferentes, porque todos não podem brincar e comer quando querem, porque não podem simplesmente serem “legais”.

Pelas pequenas “dicas” percebe-se que o livro começa no apogeu do nazismos, no seu “melhor momento”, e termina na decadência, quando o mundo se “depara” com todo aquele horror. E o último capítulo me fez lembrar como eu acho hipócrita os países nesse “fim do nazismo”, em como se mostraram extremamente surpresos com a existência dos campos de concentração e todo o horror que acontecia neles. Como em um dia resolveram simplesmente “acabar” com aquilo, prender e julgar todos.

Posso estar errada, mas sinceramente não acho que ninguém sabia da existência dos campos. Acho que foi tudo uma questão de oportunidade. Enquanto Hitler estava bem e comandando era benéfico deixar ele fazer o que quisesse, mas depois, com todo o mundo olhando, era feio apoiar um cara tão inescrupuloso.

Mas enfim, antes de dar fim a resenha, queria comentar o último parágrafo do livro:

“Claro que tudo isso aconteceu há muito tempo e nada parecido poderia acontecer de novo. Não na nossa época”.

Quando li isso, tudo que consegui pensar foi: Será? Podemos não ter campos de concentração como antigamente, mas será que todas essas atrocidades ainda não acontecem todos os dias? Centenas de pessoas morrendo juntas chamam mais atenção, mas será que não são tão preocupantes quanto as que acontecem no nosso mundo de hoje? Ladrões matam por coisas são pequenas quanto um celular, pais matam os filhos por estarem cansados, por quererem uma nova vida, homossexuais são mortos porque não se encaixam nos padrões, jornalistas morrem por falar de mais.

Hoje se morre por tudo, a única coisa que se precisa é estar vivo. Aí eu me pergunto, será que não pode mesmo um menino de nove anos como o Bruno morrer por causa de um mundo injusto com uma realidade distorcida? Semana passada vi a notícia de um menino que foi morto pelo pai que deveria protegê-lo e ignorado pela justiça que deveria ampará-lo. Então, será mesmo que somos assim tão diferentes de todas aquelas épocas deploráveis? Eu acho que não.

Tudo bem, chega de discutir o mundo e a vida, vamos voltar ao livro que é maravilhoso. E que diferente do filme não lhe faz chorar feito uma criança. Porque no filme eu chorei horrores, enquanto no livro apenas deixei uma lágrima escapulir. Mas no filme chorei por dois meninos que haviam morrido, enquanto no livro essa única lágrima correspondeu pela minha revolta, por uma época inteira. Foi a dor de saber que tantas pessoas sofreram e morreram por absolutamente nada, apenas a ambição e loucura de um homem: Hitler, o Führer. Ou em perfeita tradução de Bruno: o Fúria.

Já leram o livro ou viram o filme? O que acharam?

Beijos!

Laury.

[Lançamentos] Segundo Semestre Editora Seguinte

Lançamentos

Olá!! Como vão?

Bem, a Editora Seguinte é um selo novo (acho que já disse isso aqui antes), mas vem conquistando cada vez mais nós leitores (pelo menos a mim). Meu amor por ela já cresceu quando descobrir que ela iria lanças Bloodlines aqui no Brasil e com pouco intervalo de tempo.

Mas uma das coisas mais legais talvez seja a apresentação de novidades deles. Eu coloquei aqui o vídeo do primeiro semestre e agora vou colocar o do segundo. E no vídeo cada pessoa fala um pouquinho sobre uma das novidades, e eu acho simplesmente o máximo a forma como fazem isso. Mas ok, chega de falar.

Sejam  felizes com o vídeo. 🙂

E ai, o que acharam?

Beijos!

Laury.