[Resenha] Coleção A Mediadora – Meg Cabot

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[Especial Meg Cabot] Adaptações Cinema

especial meg cabotOlá, gatinhos! Como vão?

Hoje vim apresentar para vocês as adaptações da Meg diva Cabot para o cinema.

Avalon High

Allie Pennington é transferida para uma escola nova, Avalon High, onde ela descobre que os seus colegas são reencarnações do Rei Arthur e sua corte. Agora sua missão é resolver o mistério da escola antes que Mordred ganhe novamente. Allie também conhece o quarterback de futebol da escola, Will Wagner (Gregg Sulkin), que traz de volta a lenda do Rei Artur a uma escola contemporânea. Allie acredita que Will é o Rei Arthur e que Marco, o meio-irmão malvado é Mordred.

Diário da Princesa

A mais conhecida adaptação dos livros da Meg Cabot. O Diário da Princesa deve dois filmes, um inspirado (leia-se nada a ver com o livro) no livro e outro com roteiro “original”.

O DIÁRIO DA PRINCESA – Mia é uma garota de 16 anos tímida e insegura que acredita que seu único objetivo na vida é ser invisível. Tímida e desajeitada, ela é apaixonada por Josh Bryant, um dos garotos mais bonitos e vaidosos do colégio, mas ele namora Lana Thomas, uma líder de torcida fútil e arrogante que tem como passatempo zombar de Mia, e ainda tem que lidar com a situação de sua mãe namorar um de seus professores. Esse pensamentos e situações mudam radicalmente quando ela conhece Clarisse Renaldi, sua avó e rainha de Genóvia, um pequeno país na Europa, e que quer a todo custo colocar Mia no trono do país, já que seu filho e pai de Mia, Phillipe, era o príncipe governador de Genóvia, antes de morrer. Assustada com a descoberta, Mia acaba revelendo seu segredo para a desajustada Lilly Moscovitz, sua melhor amiga, e Michael, irmão mais velho de Lilly e apaixonado por Mia em segredo. O segredo porém acaba sendo revelado por um dos funcionários de Clarisse, colocando então a pacata vida de Mia Thermopolis de cabeça para baixo.

 

O DIÁRIO DA PRINCESA: CASAMENTO REAL – Cinco anos após os acontecimentos do primeiro filme, em que Mia decide tornar-se a princesa de Genóvia, ela se muda para o palácio real de sua avó, Clarisse. É então informada de que não permanecerá como princesa por muito tempo, já que em breve terá que ser coroada rainha. No entanto, a legislação genoviana estabelece que as futuras rainhas devem se casar antes de serem empossadas no cargo. Então, surge dois pretendentes: Nicholas Devereaux que será rei de Genóvia se Mia não se casar, ou Andrew Jacoby que é seu quase príncipe encantado.

Garota Americana

Os direitos de filmagem foram vendidos para a Disney.

 

A Mediadora

Em meados de 2013, a Meg Cabot anunciou que os direitos para produção do filme tinham sido comprados pela FremantleMedia. Tim Williams e Julia Pistor estarão produzindo.

A Rainha da Fofoca

Há boatos de que uma adaptação está sendo produzida, mas nunca vimos evidencias concretas a respeito.

[Resenha] A Garota Americana – Meg Cabot

Resenha 2

Olá! Como vão?

Hoje eu trago para vocês mais um livro da diva da Meg Cabot. ❤

A Garota Americana

Você acompanha o blog? Não? Então deixe eu te contar uma coisa sobre mim: eu adoro livros de menininha. Eu sei que já passei da idade (teoricamente), mas nós não precisamos ficar lembrando disso, certo? Pois bem, Meg Cabot é minha escritora favorita de menininhas (mesmo que ela tenha lá seus livros adultos).

A Garota Americana foi um livro dela que demorou para cair nas minhas mãos e eu acabei encontrando ele no sebo (assim como o primeiro livro da Meg que li e que me fez apaixonar por ela). Todas as pessoas que conheço e gostam da Meg, me recomendaram esse livro. Ou seja, expectativa estava em mil. O que isso quer dizer? Quer dizer o óbvio, quer dizer que quando li a ultima página, eu fiquei levemente decepcionada com tudo aquilo. Tinha esperado mais.

Por causa dessa decepção, só fui fazer a resenha dois meses depois da leitura. E agora, pensando sobre o livro para poder escrever, eu descobri que ele não foi uma decepção. Pasmem, mas é verdade. De tanto falarem sobre o livro para mim, por alguma razão minha mente o desclassificou como livro de menininha e o colocou em qualquer outra classificação doentia. Ou seja, erro de classificação. Mas vamos lá.

A Garota Americana conta a vida de Samantha Madison. E pasmem, ela é americana (desculpa), mas ela é o estereótipo ao inverso. Ela não é popular, ela não gosta de festas, ela não é apaixonada por esportes e ela não tem lá grandes ambições na vida. Ela quer roubar o namorado da irmã, fazer desenhos de artistas, escutar música e esporadicamente discutir sobre política.

Só que a bagunça pode sempre piorar, não? E piora quando os pais dela descobrem que ela vende os desenhos de celebridades que faz e que ela os faz durante a aula, não aprendendo absolutamente nada do que deveria. Isso faz com que ela seja mandada para aulas de desenho (queria que minha mãe me castigasse assim), e sua tentativa de fugir de aula de desenho (sim, ela ama desenhar, mas sua mente louca jura pra ela que essas aulas farão mal a sua “técnica”) a coloca no meio de um incidente internacional.

Vulgo, alguém tenta matar o presidente e ela por impulso (afinal, ela não é nada patriota) pula em cima dele. E pronto, um bilhão de homens de preto estão sobre o cara e um bilhão de câmeras estão sobre ela. Samantha é a nova heroína americana.

Como uma garota que é o estereótipo americano ao avesso pode simplesmente se tornar A Garota Americana? Ela precisa se vestir melhor, se portar melhor, conversar sobre política de forma menos radical, assumir compromissos e claro, lidar com as câmeras que a seguem o tempo todo. Agora junte tudo isso com o fato de que talvez você possa gostar do filho do presidente. E ao fato de que talvez essa vida que parece tão glamorosa não seja tão perfeita assim.

Aos poucos ela percebe como a política realmente funciona, descobre que ela não tem importância nenhuma se não aprender a dançar de acordo com a música e conseguir o que quer. E pensando sobre tudo isso agora, eu percebo que A Garota Americana é como O Diário da Princesa, mas fora do palácio.

Afinal, eu gostei ou não do livro?

Bem, eu gostei, mas não achei tão maravilhoso assim. E dizer isso dói. Mas eu acho que onde faltou foi o final, porque todo o restante foi bom.

Foi maravilhoso ver a Samantha quebrar a cara bilhares de vezes, porque essa menina é muito cabeça dura e se acha a dona da razão. Eu quis bater nela muitas vezes, principalmente quando ela deixava escapar aquilo pelo qual ela deveria estar estapeando. Ela começou o livro como uma garota boba, cheia de verdades que não se passavam de mentiras e cega para os fatos que a cercavam.

No entanto, ela cresceu e por isso eu dou gracias.

Mas o grande ganhador do premio de melhor personagem é o filho do presidente. Ela é perfeito de todas as maneiras que se pode ser. Ele tem a pose de futuro presidente e a cabeça de alguém idealista, empreendedor e ao mesmo tempo alguém “do povo”. Tem como ser mais perfeito que isso? Ele ama pintar, ama sanduíches e ama criatividade. Não gosta de ser menosprezado, tem amor próprio e percebe muito bem o que acontece a sua volta. Ele é o contrário da nossa protagonista e sem sombra de dúvidas, ele é quem faz ela crescer.

Não sei se estou preparada para o segundo (tanta gente falando mal que nem sei como lidar), mas de uma coisa eu tenho certeza. Ao contrário do que diz a parte de trás do livro, Samantha NUNCA chegará aos pés da Suzannah de A Mediadora. Porque a Suzannah é perfeita, maravilhosa, poderosa e divosa. Samantha tem muito o que crescer ainda para chegar lá.

Leiam e me contem o que pensam sobre esse livro.

Beijos!

Laury

 

Especial Meg Cabot

especial meg cabot

Então você vai me dizer que não conhece essa autora maravilhosa? Pera lá que eu vou resolver o seu problema e lhe apresentar a diva da Meg Cabot! E como farei isso? Com um especial mais do que especial sobre ela. Afinal, além de ser minha escritora favorita, esse ano a divosa estará no Brasil.

Queria dizer que essa mulher literalmente caiu na minha cabeça e depois nunca mais saiu da minha vida. E para começar esse especial (de alguns dias), eu contarei como tudo começou entre nós.

Comecei a ler de verdade com Crepúsculo (sim, me julguem!) e após ele fui ao sebo em busca de outros livros, porque nessa época eu ainda não sabia da existência de um presente divino chamado submarino. Eu procurava por livros que poderiam ser tão divertidos quanto Crepúsculo, então eu me embrenhei nas prateleiras em busca de algo que me saltassem aos olhos. Acontece que nada saltou aos meus olhos, pelo contrário, um livro caiu na minha cabeça. Literalmente. E qual livro era esse? Um exemplar da Meg Cabot! Mas especificamente o primeiro livro da coleção A Mediadora.

A primeira coisa que fiz (logo depois de controlar um infarto que tive) foi ler a sinopse. Fiquei maravilhada com ela e precisei levar o livro pra casa. E levei junto o segundo. Lembro ainda de procurar os outros volumes nos outros sebos da rua, mas não encontrei. Mas o fato é: A Mediadora me introduziu no mundo da Meg e todas as maravilhas que encontrei por lá não me deixaram sair.

Ela é, sem sombra de dúvidas, minha autora favorita. É ela que me tira de qualquer fossa e sempre me faz recordar porque eu amo tanto ler. Não importa se o mundo está acabando, se eu tiver um livro da Meg na mão, eu estarei bem. Sempre. E é por todo o amor que eu sinto por essa mulher que eu resolvi fazer esse especial por aqui.

Espero que gostem e fiquem de olho nas postagens. 😉

Beijos!

Laury

[Textos, contos e blábláblá] Academia de Vampiros x A Seleção

vampires

Boa Noite! Como vão?

Bem, acho que todos sabem que não tenho nada contra nenhum livro, ou seja, nunca tive vontade de tacar fogo em nenhum, mas isso não quer dizer que não tenha meus livros preferidos, daqueles que entro em briga para defender, porque eu tenho! E Academia de Vampiros é um desses.

Quem aqui já leu Academia de Vampiros? Quem não leu, leia! E quem leu sabe do que estou falando. LINDO, PERFEITO, MARAVILHOSO. Um must read. A escrita é linda, os personagens mais ainda. Não se deixem julgar pelo tema vampiro, pois ele é só um plano de fundo. Não acredita? A personagem principal nem vampira é!

Mas focando. Apesar de tudo isso e da perfeição que é, muitas pessoas nunca nem ouviram falar nesses livros! Qual o problema? Sinceramente? Editora! A Agir tem títulos maravilhosos, fato, mas tenho a impressão que ela acha que livros se vendem sozinhos, sabe? É só publicar e voila! Vendeu tudo! E não é assim! A divulgação deles é péssima, o contato com os leitores é péssimo, muita coisa é péssima. Ou vai me dizer que nunca visitou a página deles e ficou meses e meses esperando a resposta de uma pergunta? Eu estou há um ano! Para vocês terem ideia do grau, um dia perdi a paciência e saí respondendo as perguntas de todo mundo lá na página, porque fiquei com dó. Leitores querendo atenção, pedindo para dar dinheiro a editora e ela ignorando. Até hoje não deu nem satisfação de quando vai lançar o livro 6 e a outra editora que comprou os direitos dos outros (spin off), fica amarrada à boa vontade da agir para lançar o livro.

Ok, desabafei, vamos ao que interessa: ESTOU REVOLTADA! Sabem aquele livro que acabou de lançar chamado A Seleção? Fiz resenha dele aqui. Legal o livro até, mas não é um must read. Pode até chegar perto de um com o segundo livro, mas por enquanto não! Agora a novidade: VAI VIRAR UMA SÉRIE DE TV!

Nem para falar que vai virar um filme, porque a história preenche bem duas horas, mas não, uma série de TV! Alguém me explica como farão para aquele livro virar uma temporada?? Sinceramente não sei.

Mas agora a parte que me revolta mesmo. O livro nem tem tanto conteúdo assim, nem tem tanto tempo de lançamento assim, tem fãs, mas com certeza não tem tantos quanto Academia de Vampiros, e já vai lançar uma série, sendo que nós fãs de AV estamos ralando há anos para conseguir um filme, UM FILME, não é nem uma série de TV. Alguém me explica isso? Depois de anos e anos, parece que arrumaram um roteirista! Um roteirista, enquanto A Seleção está regravando o piloto.

Sério, vou repetir, NADA CONTRA A SELEÇÃO, mas isso é falta de respeito! Quero meu filme!! Outro que não vou nem comentar é A Mediadora. Perfeito! Meg Cabot com fãs pelo mundo todo, os direitos do livro já foram comprados há literalmente anos e NADA de filme.

A pergunta que não sai da minha cabeça é COMO RAIOS DE MANEIRA A SELEÇÃO VAI VIRAR SÉRIE DE TV??

Ok, desabafei horrores agora. O que vocês acham? Concordam comigo ou não?

Se exagerei, desculpa, estou com raiva. :/

Beijos.

Laury.

[Resenha] O sonho de toda garota – Meg Cabot

Não existe maneira melhor de começar do que com uma das minhas escritoras favoritas: Meg Cabot.

Antes de tudo vamos evitar que você perca tempo e como eu, saia pesquisando em toda a internet onde comprar esse livro. NÃO É UM LIVRO! É um conto que se passa entre Reunião (#3) e A hora mais sombria (#4), tem 8 paginas e foi publicado na revista “Pulse”. A Meg Cabot divulgou em seu site (megcabot.com) e bem,  depois dai se espalhou, vindo parar na minha mão e agora na de vocês. Quem quiser ler é só clicar: http://dc123.4shared.com/doc/X2NyrX_s/preview.html

Vamos a resenha!

Faz tempo que li A Mediadora e meio que tinha me esquecido de como era. Como era ler Meg Cabot, como era a personalidade da Susannah e mais, como eu ADORO o Jesse. Foi bom relembrar.

O conto é bem rapidinho, não precisa de nenhum enredo especifico dos livros e é otimo para matar a saudade de quem é fã de A Mediadora [1] e do casal Susannah e Jesse – porque convenhamos, eles são um casal e são lindos juntos, só nao são muito bons em admitir isso. O conto fala de um baile de formatura que a Susannah ficou responsável por organizar e o Jesse apareceu para “bater um papo”. Tem a tensão normal entre os dois, alguns problemas leves de mediadora e um leve drama adolescente – que nem chega a ser drama -, além da pergunta que deu origem ao título “É  o sonho de toda garota vir ao baile de formatura com o cara que ela ama?”. (Acho que não há muita variação na resposta, não é?) A pergunta foi feita pelo Jesse e posso dizer que ela é meio que respondida nos livros. Quem já leu sabe do que estou falando. Quem não leu, leia! A Mediadora é uma série ótima.

Bem, adoro o Jesse simplesmente por ser ele e mais ainda por ter vivido há 150 anos (sim, o Jesse está morto). Ele tem princípios diferentes de hoje, princípios melhores. Já a Susannah, bem, se ela pudesse conhecer a Rose de Academia de Vampiros [2], sei que se dariam muito bem. Ambas fortes e que adoram chutar a bunda de algumas pessoas, no sentido literal mesmo. rsrs

Enfim, gostei do conto, não é um must read, mas é bom para relaxar, dei altas rizadas. Recomendo para aquele dia que não tem muito o que fazer e quer uma leitura leve e rápida.

~~*~~*~~

[1] A Mediadora é uma série de autoria da Meg Cabot, pulicada inicialmente sob o pseudônimo de Jenny Caroll e conta com seis livros: A terra das sombras, O arcano nove, Reunião, A Hora mais sombria, Assombrado e Crepúsculo.

[2] Academia de Vampiros é uma série da Richelle Mead que conta com seis livros: O Beijo das Sombras, Aura Negra, Tocada Pelas Sombras, Promessa de Sangue, Laços do Espírito e O Último Sacrifício (tradução livre, que DIZEM que vai ser lançado em junho/2012, mas tenho minhas dúvidas). Obs.: Depois dos seis livros, vai ter mais seis, só que vai mudar os personagens principais, permanecendo o mesmo ambiente, mas isso é história para depois.

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Laury 🙂