Ingresso.com lança concurso cultural para fã conhecer o autor John Green

Concurso John Green

Você é louco pelo John Green? Então não perca essa promoção!

A Ingresso.com e a distribuidora Fox Film promovem um concurso cultural dedicado aos fãs de John Green, autor dos livros “A culpa é das estrelas” e “Cidades de Papel”. Para participar, é preciso acessar a aba do site da Ingresso.com e responder a pergunta: “No filme Cidades de Papel, Quentin precisa achar Margo. Quais as pistas você deixaria para ser encontrado?” até o dia 23 de junho.

As cinco melhores respostas ganharão um encontro, previsto para o dia 1º de julho, no Rio de Janeiro, com o autor do livro e o protagonista do novo filme, o ator Nat Wolff. “Cidades de Papel” estreia nos cinemas no Brasil no dia 09 de julho.

O sorteio da promoção para o encontro com o autor e ator será realizado em 24/06 e o regulamento está disponível na página da Ingresso.com.

Aproveitem.

Beijos!

Laury

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[Primeiras Impressões] A Mais Pura Verdade – Dan Gemeinhart

Olá! Como vão?

Acho que muitos de vocês viram um livretinho azul circulando por aí, certo? Para quem não sabe, esse livretinho foi um mimo que a Novo Conceito enviou a todos os blogs que se inscreveram para parceria. Não é lindo? Eu quase morri quando recebi a correspondência. Ele tem os primeiros seis capítulos desse novo lançamento deles, que se chama A Mais Pura Verdade.

Pois então, vamos falar sobre esse livrinho que de “inho” não tem nada. Na verdade sobre esses seis primeiros capítulos? (Pretendo fazer a resenha dele todo muito em breve, então nada de surtarem, ok?).

A MAIS PURA VERDADE

O livro conta a vida de Mark, um garoto de doze anos que decide fugir de casa com seu cachorro (Beau) para ir até uma montanha que parece ser muito importante para ele. Bem, pelo menos é isso que as primeiras páginas nos apresentam. E vou te dizer, Mark não é nenhum pouco burro. Ele planeja super bem a sua fuga, até como despistar os policiais e tudo vai às mil maravilhas.

Mas então nós descobrimos que nem tudo vai às mil maravilhas na vida de Mark. Por que um garoto de doze anos fugiria de uma família que aparentemente é feliz? A resposta é simples: Mark tem câncer e está morrendo.

Aí você já pensa em parar por aqui na resenha, em riscar o livro da sua vida e seguir em frente, certo? Eu te entendo, afinal, o que pensar quando vemos uma capinha azul e um adolescente com câncer? A Culpa é das estrelas, claro. Adora ACEDE, mas como boa parte dos leitores, também odeio aqueles livros que surgem como “modelos” de outros. Mas não se preocupem, esse é um terreno seguro.

A Mais Pura Verdade NÃO É A Culpa é das Estrelas.

Esse livro é sobre a efemeridade da vida pelos olhos de um menino de doze anos. Uma apresentação crua e real. Ele sabe que seus dias estão no fim e tudo que ele quer e escolher o seu fim. Vivê-lo intensamente e guardar todas aquelas memórias para sempre, mesmo que não sejam para ele. E é pensando em guardar as memórias que ele leva consigo uma máquina fotográfica. Mas não essas modernas que muitas vezes tiram da fotografia a sua essência. É uma maquina antiga e para mim isso torna tudo mais mágico e valioso.

Mark não tem aquela irônica sobre a morte que Hazel tem, na verdade ele encara isso de forma bem… complacente, digamos assim. As vezes ele só quer que a morte o leve, outras que ela espere ele conseguir aquilo que quer.

Uma das coisas que mais venho gostando no livro até agora é a atenção nos pequenos detalhes. E não digo sobre a construção do livro, mas os pequenos detalhes da vida, aquilo que estamos correndo de mais para perceber. Aquelas pequenas coisas que apenas pessoas que não tem mais nenhum tempo restante para observá-las, realmente as vê. Senhoras que cantam enquanto cozinham, a fragilidade de algumas relações, a inocência de uma criança… Tanta coisa que simplesmente passa e ninguém vê por julgar banal de mais para sequer ganhar atenção.

Mark não tem mais tempo e sabe como tudo é importante, raro e efêmero.

Sou apaixonada por Jess e sua amizade por Mark, como ela é forte para uma criança de doze anos que sabe que está perdendo o melhor amigo. E também sou apaixonada por Beau, seu companheirismo e seu amor, aquele amor incondicional que só um animal sabe ter e fornecer. Quero um Beau pra mim!

E enquanto você lê e sofre com Mark, é impossível não perceber a diagramação que é tão simples e singela que encanta. Como a capa se repete em cada início de capítulo, e não só se parece com uma fenda de uma rocha, como também com algo que se quebra, se parte. Como se Mark estivesse sendo separado de Beau e Beau fosse a sua vida. Como se a fenda se abrisse cada vez mais, enquanto Mark partia.

Bem, o livro é intercalado entre o que está acontecendo com Mark e o que está acontecendo na casa dele. Quando eu estava com Mark, eu não sentia tanto a dor dele, da mesma forma que ele tentava esquecer a dor, eu tentava também. E eu esquecia. Lembrava de sua determinação e torcia para que sua coragem fosse suficiente, para que ele chegasse ao fim.

Meu sofrimento vinha quando eu estava com Jess. Quando eu estava com ela, eu morria com ela. Sentia meu coração se apertar e partir no peito. Era como se junto com ela eu perdesse alguém que amava sem poder fazer nada para salvá-lo. Eu sentia sua vontade de ajudar e fazer o certo e também sentia sua impotência, a certeza de que não importava o que ela faria, o fim dele seria o mesmo. E isso doía. Muito.

Os pais do Mark também me desestabilizaram, mas talvez pelo fato deles de certa forma já estarem conscientes do fim e saberem que ele é inevitável, eu não sinta tanto a dor deles. Apenas a impotência.

Bem, a amostra termina no capítulo seis, quando o caminho dele dá errado uma outra vez. Nos deparamos com a possibilidade de tudo ir por água a baixo. E isso é doloroso, porque tudo que se quer é que ele consiga.

Eu quero isso. E tenho certeza que você vai querer também.

Estou louca pelo restante do livro.

Bem, é isso! Já ouviram falar do livro? Também receberam os capítulos?

Beijos!

Laury

[TCeB] Em defesa da leitura sem vergonha por Danilo Venticinque

Textos contos e blablabla

Olá! Como vão?

Bem, navegar pelos confins da internet mais do que uma forma de vencer o tédio e passar o tempo, é um vício, mas felizmente ele anda me gerando bons frutos, entre eles a descoberta da coluna do DANILO VENTICINQUE para a Revista Época. O Danilo fala de literatura com antigos realistas e na minha opinião, muito bem humorados. Como sou empolgada até adicionar no facebook eu adicionei, mas vamos focar.

Um tempinho atrás A Culpa é das estrelas estourou como livro e agora como filme e com ele trouxe aquela discussão horrorosa de “o que é livro e o que não é”. Já tive comentário aqui no blog que disse que se esses foram os livros que eu li, eu não tinha lido nenhum livro até hoje. Sim, precisei achar paciência no além para responder esse comentário. O artigo do Danilo que selecionei fala sobre isso, vamos ler?

O sucesso de A culpa é das estrelas nos cinemas e nas livrarias é uma notícia excelente para o mercado literário. Deveria ser comemorada por qualquer pessoa que acredite num futuro em que o hábito de ler seja mais difundido. Mas os pessimistas de sempre não perderam a chance de se manifestar. Para alguns críticos literários e leitores elitistas, qualquer notícia é má notícia. A popularidade dos livros juvenis, em vez de ser um alento, é um desastre irremediável.

Um artigo publicado há algumas semanas pela revista digital americana Slate sintetiza a opinião da turma do contra. O título já diz tudo: “Adultos que leem livros para crianças deveriam se envergonhar”. Ao longo do texto, a jornalista Ruth Graham lista motivos pelos quais adultos não deveriam perder seu tempo com A culpa é das estrelas e outras obras do gênero. Diz que os livros são inocentes demais, incentivam uma leitura acrítica e oferecem uma gratificação instantânea. Para jovens leitores em formação, seriam um mal necessário. Mas os milhões de adultos que se emocionaram com a história narrada por John Green deveriam ter vergonha disso – e procurar um livro para adultos imediatamente.

Ruth não está sozinha. Em qualquer conversa sobre literatura é possível encontrar leitores que manifestam, com ar de superioridade, opiniões semelhantes a essa. Histórias policiais, fantásticas ou romances adolescentes são vistos como subliteratura. Seus fãs, consequentemente, são subleitores. Bom mesmo é ler autores clássicos ou, na falta deles, uma meia dúzia de contemporâneos que tentam imitá-los.

Ao condenarem livros populares, esses críticos contribuem para que reforçar a imagem da literatura como um prazer sofisticado, que só pode ser aproveitado por uma elite intelectual. Mas não enxergam a importância que esses títulos têm não só para o mercado, como também para a formação de novos leitores.

Basta olhar para as listas de mais vendidos para comprovar que as livrarias e editoras estariam em apuros sem o público conquistado por esses best-sellers supostamente inferiores. Ao dizer que romances juvenis só deveriam ser lidos por adultos, os críticos se esquecem do óbvio: nem todos começam a ler na adolescência. Para muitos adultos, as histórias acessíveis e cativantes contadas em romances juvenis são uma excelente introdução à literatura. Ninguém começa lendo James Joyce. Entre ler a obra completa de John Green e parar nas primeiras páginas de Ulysses, a primeira opção me parece mais saudável e promissora para quem está descobrindo a leitura.

Mesmo que os fãs de autores juvenis não abram um só livro “adulto” em todas suas vidas, ainda assim sua experiência terá sido positiva. Ler um romance juvenil pode até ser menos enriquecedor do que ler um clássico da literatura, mas é muito melhor do que não ler livro algum. Parece bobagem, mas muitos críticos não entendem que essa escolha entre ler livros clássicos e ler livros populares não existe. Para a maioria das pessoas, a escolha é entre ler livros populares e fazer outra coisa: jogar videogame, assistir a um filme, passar a tarde no Facebook. A decisão de ler um livro, não importa o gênero, é uma vitória para a literatura.

Além de falta de visão, a crítica aos romances juvenis revela uma boa dose de hipocrisia. Não há leitor que não tenha, em sua prateleira, um daqueles livros que amamos sem respeitar. Pode ser uma história barata de detetive, uma ficção científica das mais absurdas, uma coleção de contos de terror ou, por que não, um romance adolescente. Ler um livro por prazer não deveria ser motivo de vergonha para ninguém. Vergonha é passar meses sem ler nada – ou criticar a leitura alheia em vez de olhar para a própria prateleira.

O que acharam? Se você, assim como eu, gostou do artigo, confira os outros de autoria dele aqui.

 

Beijos!

Laury

[Especial ACEDE] O Filme – A Culpa é das estrelas

A culpa é das estrelaas

Acabei de chegar do cinema, são 19:36, minha sessão foi as 13:20 e eu ainda estou com dor de cabeça de tanto chorar.

Todo mundo que entra na sala de cinema para assistir A Culpa é das Estrelas sabe que inevitavelmente ao menos uma lágrima irá ser derramada, mas eu não esperava que fossem tantas. Falo com propriedade que eu nunca chorei tanto em um filme como chorei nesse, e olha que já chorei em vários filmes. Nesse eu solucei, fiquei sem ar de tanto chorar compulsivamente. E quando eu achei que havia acabado… bem, não tinha.

Como a vida de Augustus, o filme foi uma montanha russa. Ele subiu, subiu e subiu, até que quando menos esperávamos, ele desceu. E junto desceram as lágrimas.

O filme foi fiel, mas não impecável. Muitas das frases estavam lá, mas nem todas. E alguma eu senti enorme falta.

Talvez a sentença que tenha feito mais falta para mim tenha sido “o amor da minha vida” em uma das cenas finais, quando ambos estão no carro. Senti falta da amiga da Hazel que foi brutalmente cortada fora da equação e também de ex de Gus que simplesmente nunca existiu.

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Amei o filme, afinal ele me fez chorar a vida, os atores que fizeram Hazel e Gus foram impecáveis e me fizeram amá-los de forma surpreendente. O sorriso do Gus estava lá e a ironia de Hazel também. Não tivemos tantas frases irônicas como no livro, mas a irônica estava em cada expressão dela.

E a trilha sonora… Meu Deus! A trilha sonora foi magnífica.

Mas como toda adaptação de romances, A Culpa é das estrelas pecou no mesmo lugar. Na mania de tornar os personagens “perfeitos”. Gus não é perfeito, Hazel também não. No livro Hazel diz (indiretamente) que mesmo se eles não terminassem daquela forma, terminariam de outra, porque um amor como aquele não duraria para sempre. E Gus, como a maioria dos garotos, teve um passado, teve uma ex-namorada.

E no filme ele não teve.

A impressão que eu tenho quando fazem essas “adaptações”, vulgo cortes no passado e historia do personagem, é que os produtores e roteiristas pensam que o publico não conseguirá assimilar que as pessoas se apaixonam mais de uma vez. Que Gus pode ter tido uma namorada, mas que isso não diminui o quanto ele ama Hazel. E isso me deixa irritada. Se os amamos nos livros com todas as imperfeições, por que será diferente no filme? Ninguém é perfeito, caramba!

Ok, ok, fim do desabafo. Eu sei que muita gente talvez queira me bater pela “critica” ao filme, mas deixando de lado o amor que tem pela adaptação (eu também gostei), vocês não concordam comigo? Olhando de uma forma fria e tudo mais.

Enfim, senti um enorme corte com o intuito da perfeição e também uma falta básica de algumas partes. Mas tentando entender que uma adaptação nunca é totalmente fiel (o próprio nome adaptação diz tudo kkk), me sinto satisfeita com o resultado e minhas lágrimas foram uma prova disso. Super recomendo!

Dicas finais:

– Não use maquiagem no filme!

– Leve lenço! (Não, um não é o bastante)

– Pegue preferencialmente as ultimas sessões, de forma que você não veja muita gente quando sair da sala de cinema.

– Leve óculos escuros caso você inevitavelmente dê de cara com muitas pessoas.

– Caso não queira usar óculos no shopping (acredite, o óculos é melhor que a cara inchada de choro), saia de cabeça baixa e procure o banheiro mais próximo.

 – Meninas, levem uma base para esconder o nariz vermelho depois.

Sejam felizes! Chorem muito! E me contem tudo depois.

Beijos!

Laury.

[Especial ACEDE] Conheça a inspiração: Esther Grace Earl

Olá! Como vão?

Quem está sempre nesse meio literário sabe disso, mas quem só passa nele às vezes não sabe, mas A Culpa é das estrelas teve uma inspiração, por assim dizer. John Green já pensava em escrever um livro como ACEDE há algum tempo, mas a concretização dessa ideia só veio depois que ele conheceu Esther Earl. Esther não é Hazel, vamos deixar isso bem claro. A estória que nos fez chorar não é a história de Esther, mas ela também foi uma garota que foi diagnosticada com câncer com pouca idade e que era considerada bem madura para a sua idade, assim como Hazel.

“Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte.”

Bem, fui atrás de algumas coisas sobre ela tanto por ter lido o livro, quanto para poder postar aqui para vocês e uma das coisas que achei foi um vídeo mostrando vários momentos da vida dela. O vídeo é lindo e obviamente me fez chorar, começando no momento que ela fala “Eles dizem essas coisas maravilhosas sobre mim e eu sinto que estou enganando todos vocês, porque eu não sou sempre maravilhosa, eu não sou sempre legal, eu não sou sempre forte, não sou sempre valente e vocês deveriam saber disso.”.

Bem, por causa de toda a repercussão que teve A Culpa é das estrelas e por toda a repercussão que ela mesmo teve, fizeram um livro é que um apanhado de textos dela: A estrela que nunca vai se apagar.

A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

Agora, pra finalizar as lágrimas com chave de ouro, temos um vídeo cheio de comentários sobre o livro e consequentemente sobre ela:

Bem gente, é isso. Chega de lágrimas por hoje. Amanhã eu vou ver o filme, chorar a vida e volto aqui para contar para vocês como foi. Mas e vocês, já assistiram o filme? Já conheciam a Esther?

Beijos!

Laury.

[Resenha — Especial ACEDE] A Culpa é das Estrelas — John Green

A Culpa é das Estrelas

Olá! Como vão?

E aí, viram o filme ontem? O que acharam? O que estão achando do mini especial? Amanhã tem mais!!

E finalmente aquela leitora desnaturada leu o livro de que todos falaram por tanto tempo. Sim, só agora eu li A culpa é das estrelas, graças a minha amiga Bia (um dos amigos maravilhosos que fiz em razão da leitura). Ela me deu de aniversário para que eu pudesse ler e assistir o filme com ela. Com a proximidade do filme, comecei a leitura. E devo dizer que o livro já me surpreender no primeiro capítulo.

Assim que o livro foi lançado li uma resenha que falava que ele era apenas mais um livro cheio de frases de efeito e sem muito a acrescentar; vi dezenas de pessoas falando que choraram muito e tudo isso inevitavelmente me fez adiar a leitura. Tanto por saber que iria chorar (meu passado faz com que basicamente qualquer coisa que envolva câncer me faça chorar), quanto por esperar me deparar com um livro melodramático e carregado.

Mas não foi bem isso que eu encontrei. Tiveram várias frases de impacto? Com certeza. Várias delas que eu precisei marcar, mas não tive um livro melodramático.

Bem, para o caso de alguém não conhecer a estória (o que acho difícil), o livro conta a historia de Hazel Grace uma adolescente com câncer no pulmão que tenta viver os últimos dias de sua vida da melhor forma possível. Ela sabe que vai morrer, mas isso não a torna dramática, pelo contrário, Hazel é realista e sarcástica. Ai como eu amei seu sarcasmo. Me apaixonei por ela nas primeiras páginas.

E o que dizer de Augustus Waters? Ele basicamente me conquistou na sua primeira palavra, na verdade, no seu primeiro olhar. E a medida que ele falava, que ele andava, sua paixão por simbolismos, por metáforas, por viver o agora, por não medir esforços para ter o que queria, por amar a vida e viver… Por simplesmente tudo! Meu Deus, é impossível não se apaixonar por Gus. O Gus foi perfeito em todos os aspectos possíveis e impossíveis e ganhou meu coração.

Agora, o que dizer sobre o resto? Bem, o resto é muito bom. Isaac é ao mesmo tempo dramático e cômico e azarado e tanta coisa ao mesmo tempo que se torna adorável. Kkk Os pais da Hazel são muito amor, mas eu particularmente não gostei muito dos pais do Gus. Nossos santos não bateram. E tem Peter Van Houten…

Sabe aquela pessoa que você admira a vida toda e seu maior desejo é conhecê-la? Pois então, esse é Peter Van Houten para Hazel. “O” cara, mas no final não tão grande assim. Mas apesar de tudo eu gostei dele, não dele em si, mas o que ele nos ensina. De como diz que as pessoas não são perfeitas, são apenas humanas como qualquer outra e quanto mais você as coloca em um patamar elevado, maior a chance de se decepcionar. E sim isso é uma grande lição, apesar de batida.

Ok, ok, agora falemos da parte que eu passei raiva, porque nenhum livro é realmente perfeito.

Sabe, meu conceito de amor é bem utópico, o que faz com que eu tenha uma preguiça absurda com muita coisa que vejo e leio. O que isso significa? Significa que amor é amor e pronto, se os dois estão naquilo felizes da vida não tem porque dar errado. E é com essa ideia que a Hazel perdeu alguns pontos comigo ao dizer que o relacionamento dela e do Gus não duraria. A situação fez com que eu ficasse com ainda mais raiva, mas não comentarei mais para evitar spoilers.

A culpa é das estrelas é aquele livro que faz você chorar sem nem mesmo perceber e eu chorei. Na verdade, eu solucei. E ainda ando meio sensível graças a ele, o que significa que ameaço chorar com qualquer pequena menção ao livro. O trailer do filme então…

Bem, não é algo que vá acrescentar algo surpreendente na sua vida, mas tem sempre aquela coisa de viva agora, dê valor a tudo — principalmente família, amigos verdadeiros e saúde —, corra atrás dos seus sonhos.

O livro é lindo, NÃO é melancólico e todas as lágrimas derramadas são provenientes de eventos dolorosos e não por forçar e barra. Recomendo!

SELINHOOO!! \o/

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P.s.: Senti que a resenha ficou meio estranha e diferente das outras, mas talvez seja porque faz um tempo que não escrevo e tenho que voltar a me acostumar.

O que acharam da resenha? Qual foi a experiência de vocês com ACEDE?

Beijos!

Laury.

[Especial ACEDE] Estreia hoje o filme tão aguardado! <3

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Olá! Como vão?

Apesar de ser quase uma poser de ACEDE (li o livro basicamente para ver o filme), já que não pude fazer um especial para o meu amado VA, resolvi fazer um para A Culpa é das estrelas e de hoje até domingo vocês verão algumas coisas a respeito desse livro que vendeu MUITO nos últimos tempos.

Para quem ainda não leu, corre que dá tempo de ler. Se está faltando estímulo, vamos ver o trailer:

Sabe esse trailer, pois bem, quando eu vi pela primeira vez, eu ainda não tinha lido o livro e eu chorei, agora, acabei de revê-lo para postar para vocês e eu chorrei horrendamente. É algo involuntário, e talvez o fato de a estória lhe fazer chorar sem realmente apelar para isso (quem leu sabe que o livro não é melodramático) é uma das coisas que a torna tão linda.

Para quem ainda não conheceu, conheça os atores que transformarão tudo em realidade:

E para finalizar o primeiro dia de especial, vulgo uma brave introdução da coisa toda, vamos conhecer John Green!

John Green é um dos escritores norte-americanos mais querido pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica.

Com mais de 1 milhão de seguidores no Twitter, é autor best-seller do The New York Times, premiado com a Printz Medal e o Printz Honor da American Library Association e com o Edgar Award, além de ter sido duas vezes finalista do premio literário do LA Times. Com o irmao, Hank, mantém o canal do YouTube “Vlogbrothers“, um dos projetos de vídeo on-line mais populares do mundo. Mora com a mulher e o filho em Indianápolis, Indiana.

É isso meus queridos! O que acharam da ideia desse especial? Já leram A culpa é das estrelas?

Beijos e até amanha!

Laury.